[TAG]Confissões de um Bibliófilo

Já fui indicada algumas vezes para responder Tagś, mas sempre fugi de respondê-las. Primeiro, porque não gosto muito de falar diretamente sobre mim, segundo porque acho que foge um pouco a ideia do blog. No entanto, o Gabriel do blog Resumo de Livro indicou-me para esa tag, e resolvi fugir à regra e responder a esta pela simpatia de quem indicou.

  1. Qual o gênero de literatura que você se mantém longe?
    Como quem me indicou, também não gosto de romances melosos.
  2. Qual é o livro que você tem na estante e tem vergonha de não ter lido?
    Não é o meu caso. Ainda bem.
  3. Qual é o seu pior hábito enquanto leitor?
    Viver com intensidade os personagens e sofrer com eles.
  4. Você costuma ler a sinopse antes de ler o livro?
    Algumas vezes, mas nem sempre corresponde à realidade da leitura.
  5. Qual é o livro mais caro da sua estante?
    Contos de Tchékhov, vol I e II
  6. Você compra livros usados / em sebo ?
    Por  viver a pouco tempo fora de um país de língua portuguesa não tenho ido a sebos ou mesmo livrarias. Tenho apenas buscado por e-books.
  7. Qual é a sua livraria (física) preferida?
    Bem, fora do Brasil é a FNAC. No Brasil é a livraria Cultura.
  8. Qual é a sua livraria online preferida ?
    Wook.
  9. Você tem um orçamento (mensal) para comprar livros ?
    Não tenho.
  10. Quem você “tagueia”?
    Todos que estiverem a ler este post são convidados, mas como tenho que indicar mesmo alguém, então vai a Gi Longo do Blog Prateleira de Vidro, a MariaJoão83 do Blog Tout Va Bien, e o anisioluiz2008 do Blog O Lado Escuro da Lua. Ice Paradise foi indicada pelo Gabriel.

É isso. Tot ziens! 🙂

 

 

A Desumanização, o livro

Mais um livro do Valter Hugo Mãe que li. Uma história triste que se passa num país pouco badalado nas notícias, a Islândia. Entre fiordes surge a história de Halldora que perdeu a sua irmã gémea (Sigridur), e que passou a ser conhecida como a “menos morta”. E a sua irmã gémea é a criança plantada. Durante a leitura vamos conhecer um pouco dos personagens que a cercam.
É um livro diferente dos demais livros deste autor português. Um livro com uma sublime nuvem poética em que o autor nos leva a saborear o belo e a tristeza, em histórias do passado e do presente dos personagens.
Este livro não é apenas uma história poética, é também uma coletânea de cultura islandesa. Há, durante o desenvolvimento desta história, referências à culinária, à música, à literatura, e ainda descrição da paisagem islandesa, que nos deixa curioso por conhecer este país que pouco se fala, que pouco se conhece, além da estupenda música de Björk.
A minha frase escolhida é muito forte, e retrata bem o sentimento da narradora desta história (Halldora):

“… Talvez valesse a pena a morte. Estaria do outro lado, sossegadamente, liberta de tanta incapacidade para ser feliz.”
pág. 101, versão e-book

Tot ziens! 🙂

 

 

Praia Agia Eleni

Agia Eleni ou Ag Eleni é mais uma praia em Schiathos, Grécia. Uma praia movimentada e completa nos serviços oferecidos. Fica próxima de Koukounaries que já falei aqui. Tem estacionamento gratuito com sombra da muita vegetação existente ao seu redor.
Não é tão silenciosa quanto as outras praias que já apresentei, pois há um bar que toca música todo o dia. Portanto, uma praia que atrai muitos jovens.
Há muitas pedrinhas ao se entrar no mar e não tão raso quanto nas demais praias.
Foi uma das praias que menos gostei devido a presença de muitos turistas e da sombra que os pinheiros faziam, parecendo-me mais fria. A minha impressão naquele momento colaborou para que as fotos não tivessem qualidade. São as minhas piores fotos, salva-se um pouco o vídeo que fiz. Bem, mas se fosse uma má praia de certeza que não teria tanta frequência. De qualquer forma o cenário é todo muito belo. Sem dúvida!
Vamos ver algumas fotos e vídeo? Vem comigo! Mais desculpem-me a qualidade das fotos.

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Vista à esquerda

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Vista à direita
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Vista geral

Tot ziens! 😉

 

 

O Filho de Mil Homens, o livro

Um reencontro com Valter Hugo Mãe, que abandonou o seu estilo de minúsculas. Um reenconto pela positiva, numa obra marcada pela simplicidade de vidas que vivem numa aldeia portuguesa e numa vila de pescadores, mas que de algum modo sinto que poderia ser em qualquer lugar do mundo. Para mim que já vivi em Portugal, não foi difícil me transportar para o imaginário daquele mundo narrado.
Tudo começa com um homem de 40 anos que quer ter um filho e sai à procura de um filho. Interessante, que recentemente li que o autor trocaria todos os seus romances por um filho. Ter um filho entendi que é deixar mil homens, e somos filhos de mil homens em nossa ascendência.
Ser feliz é a temática do livro, e a felicidade pode estar bem perto de nós, na simplicidade das coisas que nos rodeia, no dia a dia dos nossos sentimentos verdadeiros, porque o que importa é o ser humano, a pessoa. E se vivermos assim, seremos o dobro.
O livro tocou-me muito, e Hugo Mãe é sem dúvida uma página especial na literatura portuguesa. Um novo parto, como certa vez disse o Saramago. Ele descreve tão bem o ambiente, e sua linguagem é comovente. No livro há uma nota de agradecimento que me fez concluir que ele viveu numa aldeia por algum tempo para escrever esse romance.
Algumas passagens fez-me rir, em outras chorar. Foi uma leitura para mim fácil, que devorei em pouco tempo. Senti muito do ser português neste livro. O autor que nasceu em Angola, mas que cresceu em Portugal, sabe tão bem nos apresentar a alma e cultura portuguesa.
Outra ideia que está no livro é que podemos ser felizes numa família que podemos construir durante a vida. Seu personagem principal, o homem de 40 anos, pescador, Crisóstomo, no início era sozinho na companhia de um boneco que era como seu filho, e no fim do livro estava em dobro com uma família, completo.
E Hugo Mãe aborda muitos outros temas como a morte, as crenças populares, o machismo, o preconceito, a solidão, a tristeza. Dentre esses outros temas tocou-me muito o preconceito que sofria o personagem Antonino, que só queria voltar até o abraço de sua mãe. Que deixou de tê-lo por ser a vergonha da mãe, por ser um homem maricas. E como o Camilo, o filho de Crisóstomo, também corei. Fez-me muito refletir sobre os preconceitos que há em nossa sociedade. Quando o que importa mesmo é a pessoa. Cada um de nós é único.
Hugo Mãe coloca um pouco de nós em cada personagem com tanta sabedoria e sensibilidade que nos identificamos com as personagens, e talvez por isso as perdoamos pelos seus erros.
Há tantas frases tocantes neste livro que eu poderia citar, mas escolhi uma que como filha e mãe fez-me pensar e também rir, numa altura do ano que para mim é difícil rir, o outono.

Que raio acontece depois às crianças, que crescem para ser tudo ao contrário do que os pais lhes disseram e tanto lhes sonharam.” p. 218, epub

Neste post vai ser a primeira vez em 2 anos de existência do blog que não coloco uma imagem da capa porque vi que há muitas capas para este livro. Li a versão epub. Fica assim um post simples, apenas com uma imagem do meu outono em terras belgas.

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Outono em Sint-Niklaas, Bélgica

Tot ziens! 🙂

Praia Krifi Ammos, Skiathos

Esta foi a minha praia preferida em Skiathos. Todo o ambiente à volta da praia é belíssimo. O seu nome significa “areia escondida”.
Esse pequeno paraíso tem acesso fácil de carro, mas de bus tem que andar cerca de 1km e estar disposto a tomar banho de terra dos carros e motos que passam. Fique de olhos bem atentos na estrada, porque a praia não é muito vísivel devido as rochas e colinas. O carro deve ficar na estrada e você tem de descer a encosta até chegar à praia. Dá uma trabalheira, mas vale a pena! Quanto ao retorno até a estrada, sem comentários. 🙂
O mar é cristalino, e tem umas rochas que você nada facilmente até elas e pode dar uns saltos artísticos.
A praia tem uma curta faixa de areia e pedrinhas, então não é muito frequentada. Há cadeiras para alugar no valor de 8€, por duas cadeiras com sombra. Não é preciso se preocupar com alimentação, pois há uma típica taberna grega nesta praia. Não há diversões aquáticas. Uma praia no seu todo super tranquila, bem difrente de Koukounaries que fica próxima desta.
Acho que as imagens que fiz não refletem tão bem a beleza de se estar lá, mas vamos ver… vem comigo!

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Vista direita com a taberna ao fundo e encosta
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Mais uma vista do lado direito
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Água cristalina 
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Vista da estrada, praia bem escondida

Tot ziens! 🙂

 

 

Praia Koukounaries, Skiathos

Depois de já ter falado aqui sobre o centro de Skiathos e sobre comer em Skiathos, chegou a vez de começar a falar sobre as suas praias. Afinal, é a beleza de suas praias que alimentam o desejo de conhecer esta ilha grega.
Deu para perceber, enquanto lá estive, que Koukounaries é a praia mais conhecida de Skiathos, sendo assim a praia fica lotada e é destino de vários cruzeiros turísticos pelas praias da ilha. Há também uma linha de bus que liga esta praia ao centro. Enfim, facilidades para lá chegar e amplo estacionamento gratuito.
A sua areia é bem fina e cheia de mica, dando um toque dourado. A água cristalina é calma, e só, por vezes, somos presenteados por pequenas ondas simultâneas que quebram um pouco o silêncio do mar. A visita de uma casal de cisnes também fazem a festa de todos, e fez-me lembrar a telenovela brasileira Roque Santeiro.
À volta da praia somos cercados por pinheiros numa área protegida. A presença de uma lagoa repleta de peixes, patos e cisnes dá um toque especial de beleza ao ambiente da praia logo à sua entrada.
A praia oferece diversões aquáticas, bares e restaurantes. À volta de Koukounaries também há muitas instalações para hospedagem. Há pouco estaço para estender uma toalha, assim os turistas preferem alugar 2 cadeiras com sombra por 8€.
Nós ficamos hospedados nesta praia durante a nossa estadia, mas não foi a minha praia preferida, porém os meus filhos adoraram-na. Havia muitas crianças e muitos a jogarem com raquetes. Eu também achei a água mais fria que na Sardenha, mas os meus filhos diziam que não. Estavam sempre a dizer que eu sentia a água um pouco fria porque o meu referencial anterior à Sardenha era de águas frias, e agora em Koukounaries, o meu referencial era a Sardenha com suas águas mornas. Bem, não fiquei muito convencida dessa explicação.
Notei pouca presença de vendedores ambulantes. Um ponto positivo em relação à Sardenha, para mim. No entanto havia muita presença de turistas italianos que faziam algum barulho.

Vamos conhecer um pouco de Koukounaries ? Vem comigo !

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Lagoa com área protegida logo a dar boas vindas
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Sobre a lagoa indo à praia
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Koukounaries, vista à esquerda
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Koukounaries, vista à direita
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Mar tanquilo com águas cristalinas

 

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Visita dos cisnes que vivem na lagoa

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Fiquei em dúvida se lá ao fundo era outra ilha ou a costa da Gŕecia continental

Um curto filme, a seguir.

Tot ziens!

 

 

 

Comer em Skiathos, Grécia

Eu já disse aqui, que viajar também é conhecer a culinária local. Na Grécia, e no caso, em Skiathos, não podia ser de forma alguma diferente. Afinal, estamos a falar da culinária mediterrânica.
A dieta mediterrânica que é Património Imaterial da Humanidade, na Grécia revela-se não apenas nas saladas à base de tomate, pepino, cebola e azeitona kalamata, mas também na riqueza do seu azeite, do autêntico iogurte grego, do mel, do queijo feta, dos seus refogados, dos seus grelhados e dos seus frutos do mar.
Os seus grelhados com os seus temperos nos levam aos quebabs e espetadas, e viajamos num mar de sabor que é completamente inesquecível, e rico de influências de outros países do Mediterrâneo.
As sobremesas também entram no repertório, sendo a principal estrela a massa filó, em sua baclavá. Esta que de tão saborosa foi esquecida de ser fotografada por mim. Loukoumi (também conhecida como delícia turca) estava presente nas lojas para turistas, e não sobreviveram muito tempo para que eu pudesse lembrar de fotografar.
Talvez o prato grego mais conhecido seja a moussaka, uma espécie de lasanha feita com berinjela, carne moída e um molho bechamel, acompanhado de especiarias. O mais popular nas ruas é o gyros (fast food grego), as espetadas (souvlaki), ambos servidos no prato ou no pão pita.
Toda a ilha é bem servida de restaurantes com menu tipicamente grego, mas come-se especialmente bem nas tavernas que servem comida grega de forma caseira a preços acessíveis, e por isso frequentadas por nativos e turistas. Os preços dos pratos podem variar dos 3€ aos 15€.

Vem comigo saborear um pouco de culinária grega em imagens.

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Moussaka
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Saladas gregas
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Salada grega de uma taverna à beira mar
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Gyros, o fast food grego com cerveja grega Mythos
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Souvlaki no prato com pão pita à parte
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Peixinhos fritos acompanhados de limão que também está presente nos pratos gregos

Bom apetite neste domingo!

Tot ziens!;)

O Silêncio das Montanhas, o livro

osilencio2Missão cumprida! Li todos os livros do escritor Khaled Hosseini. O último foi O Silêncio das Montanhas. Este livro achei um pouco confuso e senti menos motivação para lê-lo, comparando com O Caçador de Pipas e A Cidade do Sol, suas outras obras.
Mais o livro começa de uma forma inesperada, através de uma fábula seremos levados para o conteúdo do livro, duas crianças que são separadas do convívio para que uma delas possa ter uma vida melhor. Achei a abordagem através da fábula muito interessante.
Achei-o, no entanto, confuso, pois surgem diversas personagens em que são contadas suas histórias paralelas, e que de alguma forma farão parte da história de vida dessas duas crianças-irmãs separadas.
Este livro do Hosseini, como os seus outros livros, é movido pela tristeza de seus personagens, com ambiente de fundo a guerra, o exílio. Acontece que ler Khaled Hosseini é estar preparado para emoções, com tantas personagens, suas histórias de vida no passado e presente e que se passa em várias cidades, não se podia esperar outra coisa deste excelente contador de histórias.
Diria que é um livro que apresenta uma forma de narrativa diferente de seus anteriores livros, e que apesar de ter ficado, por vezes, um pouco embriagada de personagens, valeu a pena ler O Silêncio das Montanhas, porque retrata o que a vida é imperfeita, mas que no fim tudo acaba por fazer sentido.
E você já leu O Silêncio das Montanhas?

“Dizem que a gente deve encontrar um propósito na vida e viver esse propósito. Mas, às vezes, só depois de termos vivido reconhecemos que a vida tem um propósito, e talvez um que nunca se teve em mente.”
O Silêncio das Montanhas, pag.201, e-book.

Tot ziens! 😉

Dia sem carros

Acabei de chegar do dia sem carros na cidade de Sint-Niklaas, Bélgica. As ruas do centro da cidade estavam fechadas para os carros. Muita gente nas ruas a pé, de bicicleta, skate,… Todos os anos este evento é realizado com muitas atividades para crianças e jovens. Os adultos enchiam as esplanadas para desfrutar do bom tempo que se fazia com direito a ver algumas bandinhas tradicionais passarem e assistirem a um pequeno show na praça. Este ano o dia sem carros acabou por ocorrer no mesmo fim de semana da competição de churrasco (barbecue-BBQ). O Grote Markt (praça central) estava cheio de carros estacionados e tendas dos participantes do concurso. Um cheirinho maravilhoso…. E a combinação perfeita de um dia de lazer e comida.
Vem comigo ver um pouco do que foi a festa! 🙂

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Vista geral do Grote Markt com participantes do concurso churrasco 2016
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Eu fui dar uma voltinha neste transporte
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Muitas diversões no meio das ruas para as crianças
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Bicicletas especiais para as crianças brincarem
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Uma das bandinhas tradicionais

Tot ziens! 😉

Conhecer a Ilha de Skiathos, Grécia

As minhas últimas férias de verão foram passadas na Grécia, mais precisamente na ilha de Skiathos. Uma das ilhas mais próximas de Atenas. Chegar até lá foi uma pequena prova de fogo, ainda mais para quem tem muito medo em viajar de avião. Partida em Bruxelas, com escala em Belgrado, Atenas, e finalmente Skiathos. Tem de valer a pena o esforço! Um pouco sobre tudo isso vou falar nos próximos posts.
O post de hoje dedica-se a falar e, principalmente, mostrar o centro de Skiathos. Quando falo de centro, não é o centro geográfico, mas sim o centro onde tudo acontece, onde as ruas fervilham de pessoas, lojas, restaurantes, bares…
Toda a movimentação do centro da ilha é coroada também com belas vistas, uma pequena belíssima praia, e sinais de religiosidade do povo grego. Tudo isso acompanhado do sabor mediterrâneo com suas especiarias, marca forte na culinária grega.
As suas ruas são estreitas, algumas em escadarias, outras em ladeira. As casas são praticamente todas em branco e algumas com as portas e janelas na característica cor da Grécia, o azul. Azul e branco é uma forte presença pelas ruas, bem como alguns gatinhos que são constantes na ilha e continente. Os moradores estavam dentro de suas casas protegidos do calor que se fazia, mas foi possível avistar uma senhora viúva como as que vejo na publicidade do iogurte grego. Também avistei algumas crianças a venderem conchas do mar. Não esquecer que o país passa por uma profunda crise que de alguma se revela no cotidiano dos que lá vivem.
Diante da marina que se encontra no centro e que oferece passeios, e transportes para outras ilhas e continente desaguamos em ruas que vale a pena visitar, principalmente a rua Papadiamanti que abriga um pouco de tudo da vida na ilha.
Mais vou deixar de conversa, porque nada melhor como ver e tirarmos nossas conclusões e sentimentos com imagens. Vem comigo!

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Vista geral do centro de Skiathos
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Rua Papadiamanti
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Vista da marina
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Outra vista da marina com seus barcos que oferecem passeios
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Uma pequena maravilha de praia no centro
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Outro olhar da mesma praia acima
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Barcos de passeio
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Um pequeno encanto no centro
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Vista de uma praia que fica a alguns minutos do centro
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Religiosidade presente pelas ruas, 1968
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Uma rua que vai levar ao centro
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Outra rua em escadarias
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Um pequeno largo com fonte, também comum na Grécia
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Casas em branco, janelas e portas em azul

Espero que tenham apreciado.

Tot ziens! 😉