Fim do passeio no 2º dia, Kowloon

Como eu disse no post anterior, ficamos no Kowloon Park até a decisão de irmos jantar. E, decidimos comer a um restaurante japonês. O escolhido foi o Ichiran, também em Kowloon.  Optamos por comer Ramen e beber chá verde e soda japonesa. Vale dizer que Ramen, em holandês, significa janelas. 😊

O Ramen é um prato de massa tradicional da China que foi introduzido no Japão. A composição do Ramen consiste em massa chinesa, caldo, aos quais se adicionam vários ingredientes, tais como chashu (carne de porco assada), rebentos de bambu, cebolinho, etc. Na mesa estava um papel para escolhermos como queríamos a composição do nosso Ramen. Seguimos as instruções que surgiam numa tela em frente a nós.

Bem, eu estou bem lembrada nos primeiros posts a contar esta aventura que nos comentários disseram para eu ser bem detalhada. Já não podem voltar atrás. Lollll  Aconteceu que fui ao toilet e esqueci-me que estava num restaurante japonês. São famosos os toilets no Japão pela sua tecnologia, e por todas as instruções estarem em japonês. Pois, não é que o toilet era um pouco assim. Eu tirei fotos !!!!! A pensar em vocês, meus queridos seguidores. Ufa, estava lá o push! Para o lavatório também estava presente a tecnologia.

O restaurante era muito movimentado e com fila em seu exterior. Assim, fomos logo embora em direção ao hotel e eis que já bem perto do hotel, registro uma cena adorável. Eram vários grupos de pessoas idosas a cantarem e dançarem. Achei tão lindo! Foi um dia perfeito! Eu filmei um desses grupos. Aliás, eu notei muito cuidado com os idosos por parte de pessoas jovens em vários locais de Hong Kong. Eles seguem a piedade filial, que é uma virtude de respeito aos seus pais e antepassados.

Vamos ver as cenas deste fim de 2º dia e o filme que falei!

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Ramen, chá verde, soda japonesa
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No lavatório segui os desenhos
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Ufa, estava lá uma seta! :)))

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Até as aventuras do 3º dia! 😉

Kowloon Park

Depois estar um bom tempo a descansar na Tsim Sha Tsui Promenade em Kwoloon, seguimos a caminhar com destino ao Kwoloon Park.

Sempre atentos a tudo à volta, começamos a observar outro traço da cultura oriental que é a presença do dragão. O dragão está em quase todo lado, mas só tirei foto de um que jorrava água. Caminhando e observando as largas avenidas, os prédios altos e modernos, e, sem saber de sua existência, descobrimos o Garden of Stars, que foi motivo para mais uma pausa e muitas fotos. O Garden of Stars é uma homenagem aos artistas chineses. Só reconheci o Bruce Lee e Jackie Chan.

Apesar dos muitos prédios, notei que há uma atenção especial para a existência de pequenos espaços verdes. Passamos por um espaço para as crianças brincarem, que estava impecavelmente limpo.

E, finalmente, chegamos ao Kowloon Park. A primeira foto que tirei no parque foi de uma grande placa de proibição com a multa estipulada. Não era de todo uma novidade para mim, pois antes de viajarmos, além de planejar a viagem e colocá-la em papel, também assistimos a vídeos. Só que ver a situação pessoalmente ainda causa muita impressão. A placa era de proibição de fumar e a multa era de HK$ 1500, ou seja, 150€. É bastante! Encontrei outras placas ao longo da viagem e com formas diferente. Vou mostrá-las durante os posts. Houve uma proibição que me escapou a foto, e por acaso era interessante. Foi no metro e a proibição era de trazer balões com LEDs dentro.

O parque era composto de vários ambientes com muito verde, bancos para descansar, muitas fontes, lagos, uma pequena cachoeira onde os pássaros iam beber água bem no topo dela, aviários com aves brasileiras; e ao redor do parque ainda havia um shopping center e uma área de lazer com piscinas onde não era permitida fotos dos recintos, e respeitei porque a multa também era pesada. O parque era frequentado por pessoas das mais diferentes faixas etárias. Estavam muito jovens em pequenos grupos. Um deles parecia estar passando o texto de alguma peça de teatro. Também vimos pessoas a usarem máscaras de proteção, aliás muito comum em todos os espaços que estivemos.

Descansamos por muito tempo no parque, pois caminha-se muito em Hong Kong. Aproveitamos para tirar muitas fotos e fazer filmes pessoais. Até que decidimos ir jantar e pelo caminho passamos por uma grande mesquita. A existência de uma grande comunidade de muçulmanos em Hong Kong também foi uma surpresa, talvez provenientes de outros países asiáticos de maioria muçulmana, que vão trabalhar para Hong Kong.

E a seguir, vem as fotos sobre tudo isso que escrevi, ainda no 2º dia de viagem, e um filme que fiz do aviário com papagaios-verdadeiros e com som original. Eu gosto muito de observar as aves. Quase em todos lugares que vou passear, tento tirar fotos de aves, e lá fiz a festa. 😊 Espero que apreciem! 🙂

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Garden of Stars
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Garden of Stars

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Placa no Kowloon Park
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Kowloon Park
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Kowloon Park
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Kowloon Park
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Aviário Kowloon Park
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Prédios à volta do Kowloon Park
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Shopping e recinto de piscinas – Kowloon Park
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Mesquita em Kowloon
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Prédios enormes

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E o vídeo do aviário do Kowloon Park com aves brasileiras:

 

Até à próxima aventura em Hong Kong! 😉

 

 

Promenade em Kowloon

E, continuando o último post…

Nós pegamos o metro para ir até a promenade de Kowloon. Um caminho perfeito para admirar a Ilha de Hong Kong, bem do outro lado. Permanecemos ali um bocado de tempo a descansar e admirar tudo à volta. Desde a condução dos carros à inglesa, as sinalizações em cantonês e inglês, os altos e modernos edifícios, os andaimes em bambu, as travessias das balsas de Hong Kong para Kowloon e vice-versa, e mesmo um barco que faz passeios à noite para turistas. É um espaço com bancos e pequenos jardins, e sobretudo impecável em limpeza.

Vamos ver um pouco em imagens e mais um vídeo amador, que desta vez não ficou torto. 🙂

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olhando para a Ilha de Hong Kong
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travessias

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Até à próxima aventura em Hong Kong! 😉

Comida de rua em Kowloon

E, continuando as aventuras em Hong Kong

Ainda no 2º dia, a caminhar pelas ruas de Kowloon foi impressionante a quantidade de comida de rua (street food) que avistamos, e era dos mais variados sabores. Eu não resisti a um deles, mas só provei no último dia. E foi o caldo de cana. Ele era vendido em garrafas plásticas, mas havia na cidade pontos de reciclagem, menos mal.

Algo que também nos impressionou foram as estações de metro. Algumas delas eram autênticos mini-shoppings com as mais diversas lojas. Tirei foto de uma destas lojas, a da pantera cor de rosa.  Também a organização para entrar e sair do metro, bem como a obediência a essas regras, causou-nos uma boa impressão. E, por falar, em regras nunca visitei, até agora em minha vida, um país com tantas regras. E este assunto ficará para outro post. 😉

Aconteceu uma cena não muito agradável, mas tudo correu bem e depois caímos todos na gargalhada. Nós precisávamos trocar de um metro para outro, e rapidamente. Não lembro em qual dia da viagem foi, mas como o assunto é metro, vou aproveitar para contar. Enquanto, estávamos passando de um metro para o outro, na linha à frente, o nosso filho mais jovem caminhou para entrar por outra porta que não a nossa. E, nós não vimos isso. Enquanto, um e outro dizia: E o Miguel? Ah, gente, eu com meu instinto de mãe, não quis saber onde eu estava. Eu podia estar até na missa do Vaticano, e eu daria o mesmo grito que dei como se estivesse na feira. Migueelllllllll! Num instante tudo resolvido. Muitos olhares para a doida aqui, mas o importante é que com o grito, o Miguel apareceu em questões de segundo. No dia, ele ainda estava com 11 anos, e seus 1,70m. Quem já é mãe vai me entender. Lollll

Eu fiz um curto filme, bastante amador, mas vou explicar… eu sou uma turista que gosta de admirar o que se passa à volta, e às vezes, nem todos estão dispostos a tantos “stop”; e eu faço feito criança : esperem, não me deixem aqui. Lollll Daí, o vídeo saiu para o torto, mas sempre dá para ter alguma ideia de uma avenida em Kowloon, próxima ao parque central.

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caldo de cana
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muita variedade de street food
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gansos, patos e frangos lacados
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tentáculos também
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loja dentro de uma estação de metro
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organização para pegar o metro

 

Até a próxima aventura em Hong Kong! 😉

Andaimes de bambu em HK

E continuando a andar pelas ruas de Kowloon em Hong Kong

Deparo-me com imagens do dia a dia, algumas delas já me foram familiares, pois tenho formação em engenharia civil. É este o assunto do post de hoje, construção civil.

Os famosos e incríveis andaimes em bambu. A técnica tradicional da China, com mais de 1500 anos, que é amiga do ambiente, e que recebe o nome de Taap Pang, mas que é conhecido em português como aranhas.  Para fixar uma vara às outras utiliza-se uma tira de nylon preta que se enrola algumas vezes. As pontas são torcidas uma na outra e entaladas entre as varas, evitando-se a utilização de parafusos, grampos ou nós (ver foto final). Uma vara de sete metros de comprimento pesa cinco quilos. Encontrei-as a descansar na rua, prontas para serem usadas e em cima de uma caminhão de transporte. Também pude encontrar o bambu in natura quando fomos passear na floresta de Hong Kong.

Ele é utilizado em prédios simples com pequena estrutura e também em prédios com estruturas mais complexas com mais de 30 andares.

Esta técnica é simplesmente fantástica, pois além da vantagem económica em relação ao metal, tem a vantagem de ser de simples montagem, leve, e de ser um material biodegradável. Pesquisando sobre o assunto fiquei a saber que os custos dos andaimes de bambu são cerca de 30% inferiores aos das estruturas de metal.

E, de posse dessas imagens, quando retornei ao hotel, enviei para os meus colegas de curso. E, ficaram maravilhados.

Também vi um pouco do trabalho deles em pavimentação. A equipe era pequena, mas bem coordenada, utilizavam os equipamentos de segurança individual e para proteção dos transeuntes..

Vamos conhecer o que descrevi em imagens e em um curto vídeo que fiz. Vem comigo!

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O bambu ainda na floresta
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Talvez a seguirem para uma obra
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Na rua prontos para serem utilizados
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Pura arte
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Este foi em Macau
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Um prédio coberto de andaime de bambu
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Detalhe da fixação com tira de nylon

Em vÍdeo o prédio acima:

Até próximas cenas desta aventura! 🙂

 

Gratinado de Massa com Peixe Fumado

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Vai mais uma receitinha…

Esta receita foi de um livro que ganhei de uma amiga portuguesa, que já não está entre nós. :,(

Livro: Massas (simples, requintadas e tipicamente italianas) da Naumann Et Göbel.

Eu fui achando a receita interessante até esbarrar no tal peixe fumado, mas segui a leitura até chegar nas dicas. Ufa! Receita salva e o jantar também. 😊 Segui completamente a receita, sendo que substitui o peixe fumado por filetes de salmão fumado.

Para 4 pessoas:
200g de cotovelos
80g de manteiga
30g de farinha
250ml de leite
250ml de natas
80g de queijo emmental ralado
sal
pimenta
1 colher sopa de aneto picado
1 colher sopa de salsa picada
400g de peixe fumado
2 maçãs
sumo de 1 limão

Passo 1: Coza as massas al dente em abundante água a ferver. Retire a água e deixe escorrer. Aqueça previamente o forno a 200ºC (com ar circulante a 180ºC).

Passo 2: Derreta 50g de manteiga numa frigideira e, mexendo, vá incorporando a farinha. Deixe começar a fazer espuma e, de seguida, regue com o leite e as natas.

Passo 3: Misture bem até obter uma mistura homogénea e deixe cozinhar até engrossar.

Passo 4: Retire do lume, incorpore 50g de queijo e deixe derreter. De seguida. Tempere com sal, pimenta e ervas aromáticas.

Passo 5: Retire a pele e as espinhas ao peixe, e lasque em pedaços pequenos. Descasque as maçãs, corte em quartos e depois em fatias finas, após retirar a parte anterior.

Passo 6: Misture os pedaços de peixe e de maçã com as massas, envolva com o molho e tempere com sal, pimenta e sumo de limão.

Passo 7: Deite o preparado numa forma para gratinados untada. Deite por cima a restante manteiga em flocos e deixe alourar durante aproximadamente 20 a 30 minutos com a forma na posição média do forno.

DICA: Pode variar o peixe fumado de acordo com o seu gosto e vontade. Os tenros filetes de salmão são uma boa opção.

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Bom apetite! 😉