Cheguei na tal China

Essa viagem foi, sem dúvida, uma grande aventura. A começar pelas horas de viagem, entre 11 e 12hs de viagem até ao destino. Embarcamos no aeroporto Schiphol, em Amsterdam. O aeroporto fica a 2 horas de carro daqui de casa. A partir da semana que viajamos (2 de Abril) é que começaram a ter voos diretos para Hong Kong a partir da Bélgica. É de chorar !

Eu levei o carro até ao aeroporto. O que é sempre algum stress, porque até lá há muitos trechos de estrada com diferentes limites de velocidade. E, ainda há um longo trecho cujo limite é de 100 Km/h, em que há um aviso a dizer que nossa velocidade inicial e final será registrada, assim eles vão saber quanto tempo o motorista levou para percorrer esse trecho. E, se não obedeceu o  limite, a multa segue para casa. A questão é que eu nunca sei onde termina esse registro, simplesmente porque não é avisado, claro. Um outro trecho que era suposto o limite ser de 130Km/h, estava a ser percorrido a 50Km/h e depois reduzido para 30Km/h devido a avaria de um carro, e como não havia berma suficiente para o carro com problemas, temos mesmo que obedecer o limite de segurança imposto.

Chegando ao estacionamento é outra novela para encontrar uma vaga, sem falar que era um enorme estacionamento com trechos em terra batida. Tudo retirado do carro, seguimos para esperar o bus que nos levará ao aeroporto. Sim, o aeroporto de Amsterdam é enorme, mas depois que vi as dimensões do aeroporto de Hong Kong, nunca mais reclamarei das dimensões do Schiphol.

Voamos pela Cathay Pacific. Não tenho nada de negativo a reportar. Tripulação simpática e gentil. Sempre prontos a servir. Aliás, foi já uma prévia do que encontramos em território chinês. Deu para ler, ver 3 filmes, ouvir 2 álbuns, jogar xadrez com um dos meus filhos e cochilar. Já no avião, tudo está indicado em inglês e em cantonês. Isso mesmo, cantonês! Aprendi que dizemos mal quando referimos que falam chinês em Hong Kong. O embarque foi por volta das 13hs. Chegamos à Hong Kong ao amanhecer, por volta das 6hs e pouco.

Eu li, recentemente, que o aeroporto de Hong Kong é o 8º maior do mundo em movimento, e a sua instalação foi construída a partir de una pequena ilha, Chek Lap Kok, que foi devastada pouco a pouco, colocando seus resíduos sobre o mar para ganhar terreno e formar uma ilha maior.

Após realizar as tarefas protocolares que há em todo o aeroporto, fomos trocar Euros por Dólares de Hong Kong. A equivalência é simples, basta levar em conta que 1€ é aproximadamente igual a HK$ 10. Em seguida, fomos tratar de comprar um cartão para celular, o que é muito útil para navegar em qualquer lado, ao contrário de uma outra oferta que havia no aeroporto para wi-fi. Nós soubemos antes, e comprovamos depois que não funciona bem esta modalidade.

Estávamos com todas as informações em mãos, porque uma viagem como esta tem que ser bem planejada. Afinal, viajamos com 2 menores de idade também. Assim, seguimos para apanhar o shuttle que contratamos para nos levar até ao hotel. Nos primeiros momentos não era fácil entender o inglês com sotaque asiático, mas nada que uma mímica não resolvesse o entendimento. Aliás, essa linguagem universal (mímica) foi muito útil em outros momentos desta aventura. 😉

Enfim, as primeiras imagens de Hong Kong! E calor ! E a humidade! :)) Eu estava encantada com a quantidade e altura dos prédios. As estradas eram largas com 4 ou 5 faixas. Passamos por um porto com imenso movimento de cargas, o que só veio a comprovar a força da presença da China no mercado mundial. O porto começava em Tsing Yi e continuava por território da China continental em Kowloon. Era extenso! Finalmente chegamos ao hotel (Royal Plaza Hotel) que fica localizado do outro lado da ilha de Hong Kong, em Kowloon.  Optamos por ficar hospedados em Kowloon, porque achamos que havia mais locais de visita ao nosso agrado, e por nos parecer ter mais características chinesas do que a Ilha de Hong Kong que é mais voltada ao turismo.

Neste primeiro dia estávamos muito cansados da viagem, e precisávamos descansar as cabeças com a quantidade de informação retida e, também, nos preparar para adaptação rápida ao fuso, que assim não fomos a lugar algum, mas tudo dentro do planejado. Ainda conseguimos tomar o café da manhã, e foi quando tivemos os primeiros contatos com a gastronomia oriental (Dim Sum, noodles, loempia, ramen, etc)

Nós próximos posts tentarei ser mais resumida. 😊 Vamos ver algumas poucas fotos deste primeiro dia, ainda dentro do shuttle.

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Primeiro contato com a gastronomia local no hotel

Tot ziens! 😉

9 comentários sobre “Cheguei na tal China

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