Baú Aberto 20, blog do filho

Após uma pequena viagem a Malta. O Miau do Leão está de volta aos posts. Neste “Baú Aberto” vou divulgar aos amigos seguidores o mais novo blog de uma das minhas crias. 😊

Quem gostar de fotografia panorâmica este é o blog do meu filho: Panorama22
www.22panorama.wordpress.com

Obrigada! 🙂

 

After a short trip to Malta. O Miau do Leão is back to the posts. In this “Baú Aberto” I’m going to divulgate to my followers the newest blog of one of my children. 😊

For who likes panoramic photography, this is my son’s blog: Panorama 22

www.22panorama.wordpress.com

Thank you! 🙂

San Marino, detalhes

Deixei alguns detalhes de San marino, em imagens, para este post.

Gosto de fotografar aves por onde ando, mas na falta dela surgiu uma simpática borboleta que estava no chão…
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Uma saborosa cerveja artesanal  italiana…
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Bebidas com forma e rótulos…
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Bem que poderiam ser erros de ortografia em língua portuguesa, mas é italiano…
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Após 2 dias sem descanso, 2 belas imagens do pôr do Sol em San Marino. Fui dormir cansada, mas feliz. 🙂
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Até ao próximo post! 😉

San Marino, para sempre

Após a visita ao Museu Lamborghini, seguimos para San Marino.

As viagens de carro sempre trazem momentos do passado, e bem à saída de Sant’Agata Bolognese revivemos mais uma, quando recordamos uma viagem à Alemanha, em 2010. Eu parei no semáforo e nunca ficava verde para eu virar à esquerda. Depois de muito tempo, bate na janela do lado direito uma senhora (todos adormecidos e acordaram assustados). Baixo o vidro e ela começa a dizer coisas em alemão. Peço, por favor, em inglês. Ela não gosta do pedido. Vai para um pouco à frente do carro e sinaliza com as mãos para eu avançar (que cena cômica!) E o semáforo fica verde! Rsrsrsrs Volta a acontecer parte desta mesma cena em Sant’Agata, só que desta vez havia uma placa, em italiano, com a indicação de que ao avançar o semáforo ficaria livre para mim. Rsrsrsrsrsrs Ufa!

Finalmente, San Marino! A expectativa era grande em conhecer. Eu conduzia pelas curvas fechadas sempre a subir, e os meus filhos: Uau! Uau! Que lindo! 🙂 E eu não podia olhar. Rsrsrs Pelas curvas fomos recordando outros momentos de viagem que foram semelhantes, e a “minha sorte” de estar sempre ao volante nestes momentos.

Ficamos hospedados bem no centro turístico no Hotel Titano. Este hotel tem contrato com outro hotel, que estacionou o carro milimetricamente perfeito numa garagem parecida com as que as crianças brincam. E, depois nos levou num carrinho de golf até ao hotel Titano. Se não for possível se hospedar no centro, é possível ficar mais abaixo e usar o teleférico para chegar até lá em cima. Chegando ao quarto, e da janela, esta foi a primeira vista, já sem o stress de conduzir. Vamos nos despachar, parece lindo! dizia eu.

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vista do quarto do hotel

O hotel ofereceu-nos um mapa, e o funcionário marcou os pontos mais importantes (4) para se visitar dos 31indicados no mapa. Afinal, só passaríamos menos de um dia, praticamente. Mesmo assim, foi possível visitar tudo que nos indicou.

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vista estando na Praça Liberdade
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Praça Liberdade ou Piazza Libertà
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Suas ruas estreitas e harmoniosas
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Basílica de San Marino
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Uma rua que está à frente da Basílica e caminho para as torres
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Outra ruazinha
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Fiquei fascinada pela cor de San Marino

San Marino revelou-se um “cantinho” acima das minhas expectativas. A cor dos seus prédios, as suas ruas estreitas e simpáticas, as suas 3 belas torres, principalmente a terceira torre estará sempre na minha memória, as suas lojinhas em que fazer comprinhas (vale a pena lá, mas nunca na primeira que encontrar!), a presença do catolicismo nas ruas, as suas estátuas, e jantar acompanhados de uma bela vista da costa Adriática de Itália.

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A 3ª torre, a mais bela
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Harmonioso estabelecimento
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A religiosidade presente em cada canto
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Depois que os turistas de passagem seguem viagem, é super agradável caminhar em San Marino e apreciar seus detalhes
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Arte por todo o lado
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Arte para o público visitante

No dia seguinte, já descansados de tantas aventuras em estrada podemos tomar um belíssimo café da manhã. Não sou muito de falar sobre estes detalhes, mas quando há algo diferente, digno de chamar atenção, então menciono. É o caso! Foi a primeira que vi uma bela apresentação de mel num hotel. Voltamos a caminhar pelas ruas centrais, apreciar a passagem inesperada da guarda nacional (fui atrás, ver filme), e em seguida partimos, sendo que desta vez pude apreciar a paisagem dos Uau! Uau! E, importante! Encher o tanque, pois os combustíveis são mais baratos do que em Itália.

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Hotel Titano

Segue o vídeo que fiz de um lugar que gostarei de voltar, pois foram momentos harmoniosos e de uma beleza que não esperava apesar de ter visto vídeos antes de ir, surpreendeu-me positivamente.

Até ao próximo post ainda sobre San Marino! 😉

Na casa da Lamborghini

O que uma mãe não faz, não é? 😊 Após visitar o Museu Casa Enzo Ferrari, lá fomos direto para outro museu de carros, o Museu Lamborghini. Este fica a cerca de 20km de Modena, numa terrinha chamada Sant’Agata Bolognese. Não há estacionamento para os visitantes do museu! Você deve procurar uma vaga numa rua à esquerda ou à direita do portão de entrada do museu. Tivemos a sorte de encontrar uma vaga à sombra.

À entrada, e antes de comprar os bilhetes há um painel para tirar fotos com um dos modelos da Lamborghini (ver filme abaixo). Depois de comprar os bilhetes começa o show de carros. São 2 andares com carros, e alguns estiveram em filmes, como um modelo para o filme Fast and Furious. Havia também um modelo Aventador, que estava pendurado na parede.

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Lamborghini Veneno
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Aventador pendurado na parede

Eu não gosto de ir à museus de carros, sem falar que sou bombardeada com informações mecânicas que não percebo. Apenas um modelo reconheci da estante de um dos filhos, então aproveitei para uma brincadeira no meu Facebook, em que eu tirei uma foto ao lado e escrevi que encomendei o Lamborghini Huracan Performante. Choveram pedidos! :)) E, depois postei uma foto do modelo em casa que parecia real. Esta brincadeira foi a minha distração. :))

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À saída é que os meus garotos ficaram loucos, já estávamos a metros da saída, mas ouviram o ronco de um motor Lamborghini. Sim, os meus garotos reconhecem os carros até pelo som que fazem! 😊 Voltaram e filmaram um modelo Gallardo (amarelo) e um Huracan (verde).

E aqui o filme que fiz sobre o Museu Lamborghini;

 

Informações: https://www.lamborghini.com/en-en/experience/museum

Até ao próximo post! 😉

Na casa da Ferrari

Depois da pausa em Wasselonne (França) seguimos viagem pela Suíça, o país dos túneis (um deles com 17km de extensão), mas antes tivemos que parar na divisa para compra de um selo para circular no país que vale até ao fim do próximo ano (se bem entendemos). Atravessamos a Suíça e entramos em território italiano ao amanhecer.

Só após entrar na Itália é que me lembrei das experiências em conduzir por lá e nada agradáveis. Cheguei à conclusão, por exemplo, que o pisca deve ser um acessório não obrigatório na compra de carro. Traço contínuo e placas de limite de velocidade estão na estrada para decoração. Pelo menos não ouvi buzina. 🙂

Primeira parada foi aqui ao Museu Casa Enzo Ferrari, em Modena, para satisfazer o gosto dos meninos. Eu não estava muito satisfeita em conhecer mais um museu de carros. Se pelo menos, as portas dos carros estivessem abertas para apreciar por dentro, mas nem isso.

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O museu está num prédio de linha arquitetónica moderna e à entrada do recinto há um grande painel em homenagem ao Enzo Ferrari, a bilheteria, um café/restaurante e uma loja com souvenirs como um parafuso que custa pouco mais de 500€.

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Quando entrei no salão fiquei arrepiada.  Além da cuidadosa apresentação dos carros há uma música de fundo que emociona bastante. E, era a voz de Luciano Pavarotti, outro filho famoso de Modena, além do Enzo.

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Os meus filhos andavam felizes da vida a tirar fotos e filmar. Vinham me explicar coisas que mais pareciam grego. 😊 Enquanto isso, lembrei que já tive, na década de 90, um site sobre a Fórmula I, em que eu dizia que era um site no feminino. 😊 Lembrei quando eu assistia as corridas, lembrei da vontade de ver o Senna no carro do cavalinho. E, lembrei que depois que ele partiu, o meu site perdeu o ânimo até desaparecer.

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Ferrari de Beyoncé

Além da exibição de carros com o Ferrari FF (2011) da cantora Beyoncé há uma pequena sala, dentro do recinto, onde passam um pequeno filme com todos os produtos da marca e algumas imagens de corridas.

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Num certo momento da visita, apagam-se as luzes e passam um filme sobre o pequeno Enzo e como surgiu esse orgulho italiano chamado Ferrari. E a visita continua na Oficina Mecânica Alfredo Ferrari (pai do Enzo Ferrari) onde estão expostos alguns motores, um pequeno escritório, muitas fotos e maquetes da fábrica. Há também uma citação à dinastia Maserati. Foi aqui, nesta oficina do século XIX, que tudo começou. Do lado de fora, no jardim há um espaço para deixar o seu cão ou gato dentro de um “Ferrari”. O estacionamento é gratuito para todos.

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E aqui o filme que fiz da visita ao Museu Casa Enzo Ferrari.

Informações: https://musei.ferrari.com/en/modena

Até ao próximo post! 😉

Algures na Alsácia

Pela primeira vez, nós saímos com o plano de férias por concluir. O destino inicial era outro, mas as datas de transporte não casaram com as nossas datas disponíveis. Quando isso acontece nada melhor que escolher um destino parcialmente conhecido para nós. Foi assim que decidimos seguir pela terceira vez para a Itália. Saímos às 14:30hs de um domingo pensando em chegar ao destino no dia seguinte com o carro.

Comecei no comando da viagem. E partimos munidos de bebidas com cafeína. Os meus filhos gostam muito deste tipo de viagem. E o melhor é que gostam da minha condução. 😊 Imaginem agora a minha cara de orgulhosa! (muitos risos) Só não gostam quando eu vou estacionar. (ah, pq será? 😊)

Atravessamos a Bélgica, o Luxemburgo, e entramos em França. Eu no comando, ainda. A falta de um plano completo fez surgir perguntas, e o pior, as dúvidas. Onde vamos jantar? Vê aí onde estamos! Na Alsácia! Estrasburgo era a cidade grande mais próxima e a seguir entraríamos na Suíça com os seus francos suíços. Vamos perder muito tempo numa cidade grande. Vamos tentar na próxima cidade!!! Ai, é domingo! E foi assim, que surgiu em nossas vidas, Wasselonne!

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Wasselonne, a partir daquele momento, ficou famosa para nós. Lembram-se que eu estava no comando? Pois, chegou a hora de estacionar. Só protestos! 😊 Eu devo ter percorrido um terço da cidade até decidir por estacionar numa vaga. Como minha defesa, usei a alegria de estar conhecendo uma cidade que nunca ouvimos falar antes, que nunca pensaríamos como destino e que parece ser um destino para quem gosta de fazer caminhadas nesta bela região francesa com um toque alemão. Desfrutem deste passeio inesperado! Dos bons momentos inesperados da vida!

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Jantamos muito bem, e trocamos juras de retornar. 😉

Até ao próximo post desta aventura de verão! 😉

 

Selah Suh em Antuérpia

Sabe quando você está na expectativa de um acontecimento, e quando chega o dia, aquela expectativa vai abaixo, no entanto neste mesmo dia, e para este mesmo acontecimento, outras coisas positivas acontecem que você não estava à espera, … ? Foi o que aconteceu comigo ao ir a este show durante a semana passada.

Algum tempo eu queria muito ir ao show da Selah Sue, uma jovem cantora belga, com muita potência de voz e que já falei aqui no blog (Selah Sue). E eu também fiz uma apresentação nas aulas de holandês sobre um projeto nas escolas daqui, que esta cantora dá a sua imagem e a sua vivência quanto à depressão. E, finalmente, aconteceu! Já mais de um mês que os ingressos estavam comprados, porém eu vi alguns curtos vídeos deste show em países vizinhos, e fiquei com a sensação de que não ia gostar do formato do show. Ainda dei a sugestão de tentar vender os ingressos, mas eles vieram personalizados. Poderia resultar em alguma dificuldade. 😊 Tenho de rir!

Resolvemos enfrentar a ida até Antuérpia. Apesar de ficar a 20 min de casa, mas vale sair, pelo menos, 2 horas antes, se for de carro. Era um dia útil e o trânsito é sempre enorme, a procura por estacionamento é outra batalha. Fomos por um caminho alternativo, mais longo, mas só mesmo para entrar na cidade é que pegamos congestionamento para um túnel. Chegamos com 40 min de antecedência para abrir o portão do recinto e achamos vaga no estacionamento gratuito do parque. Sim, para a minha surpresa o show era num recinto fechado num parque que eu não conhecia (parte boa do show). Rsrsrs

Fomos andando pela alameda principal do parque que é enorme com uma grande quinta, com pistas para as crianças aprenderem os sinais de trânsito, campos de futebol, etc. Não deu para conhecer todo o parque. Pegamos um atalho para chegar até à concha acústica. O que valeu a noite! 😊 O parque chama-se Provinciaal Domein Rivierenhof.

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Um atalho dentro do parque até chegar na concha acústica

Chegando ao recinto, tudo muito organizado, um público que para minha surpresa abrangia várias idades. Ao entrar, uma oferta de comida diferenciada em relação a outros shows, com almondegas de lentilhas, nachos com guacamole, batata doce fritas, e até peixe. Abriram os portões para a área de show, e entregaram umas almofadinhas para sentar nos bancos da concha acústica. Sentamos na 2ª fila, pois nunca imaginávamos que ficaria superlotado com pessoas em pé junto ao palco. ☹ Como eles são altos! Rsrsrs

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Esinam

A abertura foi com uma artista belga com origem no Gana, Esinam. Só deu para uma foto de qualidade do show de abertura. Pontualmente às 21:30hs, entra a Selah Sue, e no palco já estavam dois músicos. E aconteceu o que eu temia. O show não estava no meu agrado. Rsrsrs Minha família foi paciente comigo, pois sabiam do meu desejo em ir ao show, mas só não levantei por educação. Ok, o show estava impecavelmente correto, tecnicamente falando, mas estava um tédio. Eu bocejei! Rsrsrs. Quando terminou o show, e naquele momento que o artista sempre retorna, melhorou. Selah Sue voltou ao palco sozinha com um violão, e cantou 3 músicas a pedidos da plateia.

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Selah Sue

Durante o show passei a fazer leituras das pessoas, e li pessoas satisfeitas e outras que pareciam estar como eu. Havia um jovem casal apaixonado que saiu antes do término do show. Diverti-me com o humor característico do meu filho mais velho em que detalhes da cena são ditas com muita seriedade com um fundo de graça. Adorei o ambiente até o recinto do show, apesar de alguns poucos mosquitos. Gostei da diversidade da plateia, e de que muitos foram de bicicleta.  Achei a oferta de culinária deliciosa e original. No entanto, eu não gostei do show, e não houve vontade para muitas fotos e filmes. Eu poderia mudar o título do post para “crônica de um show T”, T de tédio. Acontece. Fica um pedacinho do finalzinho do show em vídeo, a seguir.

Até ao próximo post! 😉