A gaivota

Durante esta semana que está terminando, retornamos à praia. Fomos, novamente, à praia que falei no post Uma Praia na Holanda. Ir à praia faz-nos muito bem. É preciso encher a “bateria” de vitamina d para enfrentar o Outono e Inverno. Se bem que tenho muito mais dificuldade em atravessar o Outono do que o Inverno. É algo que já começa a mexer comigo.

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Chegando à praia, de frente para o mar, vi esta cena (foto). Não resisti e resolvi partilhá-la convosco. Eu gosto muito de observar as aves, e a gaivota é uma das minhas preferidas. Tenho fotos de gaivotas em Haia, em Lisboa, em Londres, … Eu não posso ver uma gaivota! Rsrsrsrs

Ao chegar à casa e observar melhor a foto, lembrei de uma música da fadista do povo Amália Rodrigues, e que em 2009 foi relançada em versão pop, pelo grupo português The Gift. É um grupo que gosto muito de ouvir, que canta com mais frequência em inglês, mas para homenagear a querida Amália tinha que cantar em português. 😊

Vai neste post a versão pop e a original de “A Gaivota”.

Versão pop:

 

Versão original:

Até ao próximo post! 😉

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Eu não sou um homem fácil, o filme

Eu criei a categoria “filmes” faz tempo, e todo este tempo esteve parada porque a intenção era mostrar cidades belgas através de produções cinematográficas, ou, simplesmente, produções belgas. A tarefa não tem sido fácil! Simplesmente, porque não tenho conseguido encontrar algo mais que mereça como sugestão. Valendo lembrar que a motivação de fazer isto faz parte do meu processo de integração e aprendizagem das línguas deste país que vivo.

Eu resolvi mudar a ideia inicial da categoria, e ampliar as sugestões para qualquer filme que eu sinta que vale a pena sugerir aos amigos seguidores.

Um pouco antes de ir em férias. Eu recebi a notificação de novo vídeo de um canal que sigo: “os franceses tomam banho”. Original o nome, não? 😊 Trata-se de um canal com dicas da língua francesa que é super agradável de assistir e divertido. O canal do YouTube é produzido por uma francesa simpática que vive no Brasil. Então, no vídeo que recebi há dicas de filmes, de bandas, etc… E, porque eu também estou nos primeiros passos do estudo da língua francesa fui conferir uma das dicas, as dos filmes.

A dica é o filme “Je ne suis pas un homme facile”.  Tive sorte e encontrei-o na Netflix com o título em inglês “I am not an easy man”, mas ao executá-lo o áudio estava francês. A legenda foi em francês para forçar a minha cabecinha a aprender.

Gente, não há filme mais atual para a realidade dramática que se apresenta no Brasil. E não só, infelizmente! É a primeira produção da francesa Eleanor Pourriat, que conta com a perfeita atuação (minha opinião) de Vincent Elbaz (Damien) e Marie-Sophie Ferdane (Alexandra). E, sinceramente, achei a abordagem do tema sobre discriminação e desigualdade de gênero, através de uma comédia, simplesmente, genial.

Eu não vou contar o que se passa no filme, mas no início do filme é muito importante estar atento, para poder perceber as cenas que virão a seguir. Acontecerá algo no início do filme, que irá criar um mundo paralelo, na verdade, um mundo invertido. Os homens passarão a ter o papel que nós mulheres temos na sociedade, e nós mulheres passaremos a ter o papel dos homens. Faz tempo que não dou gargalhadas durante um filme, e até confusa fiquei sobre quem era quem, afinal. 😊 Eu assisti com meu filho mais velho de 15 anos, e rimos os dois juntos. 😊 Eu fiquei preocupada para não ter nenhuma cena mais… vocês sabem! 😉 Teve! (risos) Só que o filme estava tão bem concebido e divertido que não houve constrangimentos na sala. E, ele até ajudou-me a perceber algumas cenas, porque o papel foi tão bem trocado, que me atrapalhei. E, depois eu dizia: ah… é mesmo, tens razão! (risos) Que coisa, o meu filho já sabe mais do que o ensinei! Rsrsrs

Vamos deixar de conversas, e vamos ver o trailer (legenda em inglês), ok? E se conseguirem assistir ao filme, venham trocar ideias aqui, que eu ficarei feliz por debater o filme. Ahhh…o fim do filme é surpreendente!!!

 

Até o próximo post! 😉

 

Baú Aberto 19, o retorno

As grandes férias acabaram e foram muito boas em Itália e San Marino. Tenho muita coisa para contar, mostrar e ainda muito por organizar. A volta nem sempre é fácil. Fica a saudade dos lugares que visitamos, das paisagens pela janela do carro, das pessoas que conhecemos e dos sabores em nossa memória.

Uma vez li algo, mais ou menos assim… “é preciso abrir novas janelas para curar outras janelas”. E mal chegamos, e já estamos abrindo outras janelas. Já fui à praia na Holanda, vou a um show esta semana, e mais para o fim de Agosto outra pequena viagem. E, com a vida assim preenchida fica mais fácil de curar “janelas” da saudade recente, e principalmente se preparar para enfrentar o Outono e Inverno.

Na ida para as férias escrevi o Baú Aberto 18 anunciando um tempo de pausa para férias e fiz com música. Da mesma forma retorno com música. De volta à casa, à Bélgica, então escolhi a nova música do Hooverphonic, Romantic.

Eu que já gostava dos Hooverphonic, ainda nos anos 90, quando ainda vivia no Brasil, então agora gosto mais ainda, porque eles vivem na mesma cidade que eu, não é difícil  encontrar um deles no supermercado escolhendo legumes como eu, ou atravessando uma rua qualquer da cidade, também já os vi a sair da biblioteca,… Eu brinco dizendo que “é a banda dos meus vizinhos”. 🙂

Essa nova música marca a nova vocalista da banda, Luka Cruysberghs. Uma jovem nos seus 17 anos que surgiu no programa The Voice. Tão jovem e com a responsabilidade de manter viva esta banda que é uma das mais queridas do país. Geike Anaert, aquela que para mim foi a melhor vocalista da banda, também entrou para a banda com cerca de 18 anos.

O Miau do Leão de volta à Bélgica e de volta aos posts com Romantic:

 

Espero que gostem! 😉