Uma tradição portuguesa

Uma tradição portuguesa, talvez até Ibérica, mas eu tenho que torcer para minha sardinha. LoL

A queima do chouriço não é saudável, bem sei. E, logo para mim, que tento ser vegetariana, mas parece que há uma conspiração no ar. Rsrs

Apenas, um raro momento em família para convidados, que resolvi trazer para os queridos seguidores. 😉

Até ao próximo post! 😉

Uma praia na Holanda II

Aproveitando a onda de calor que se faz na Europa fui à praia na Holanda durante esta semana. Sendo que desta vez para o lado direito da praia que falei neste post (aqui).

Você, talvez, se pergunte o por quê de ir à praia na Holanda e não na Bélgica.

Algumas razões:

– a cidade que vivo tem como “quintal” a Holanda.
– As praias belgas acessíveis, infelizmente, os prédios chegam até a costa, e as praias holandesas não. É bem verdade que apesar dos prédios tão próximos, o trânsito vai até uma quasra atŕas, mais ou menos.
– Para chegar numa praia belga enfrentamos mais tráfego do que para uma praia holandesa.
– Estcionamento pago mais organizado e com mais vagas na Holanda.

Vamos ver mais um filme da praia Groede Strand (mais à Norte), em BreskensHolanda.

Até ao próximo post! 😉

Vinte e Zinco, o livro

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Continuando a seguir as pegadas do Mia Couto, e tentando esquecer que já devia ter seguido há muito tempo, mas como dizem: melhor tarde do que nunca.

Desta vez, o romance Vinte e Zinco, que traz a recordação tão significativa do número 25 para aquele que se sente português. 25 é sinônimo de liberdade! 

Os capítulos têm como título as datas que antecedem e precedem a data da Revolução dos Cravos, em território africano, em Moçambique.

Nele conhecemos a atuação da polícia – o PIDE -, a presença feminina (portuguesa e moçambicana), a relação mãe-filho, que ainda é muito forte na educação portuguesa (minha opinião por observações), pequenas rebeldias contra o sistema, a presença da igreja católica, um cego que tudo vê, fantasmas do colonialismo,…

Um livro cuja leitura decorre com facilidade, mas que se sente a presença de metáforas que cairiam bem a uma pesquisa mais aprofundada sobre as suas origens e inspirações. No fim do livro, o autor tem o cuidado de definir algumas palavras da cultura africana. Esta cultura que para nós ainda é um tanto misteriosa.

Seguirei a ler Mia Couto, com certeza.

Seguem alguns trechos:
“A vida é infinita. Mas nada é tão enorme quanto a morte.”

“Não me venha com essas ideias de política. A política é desses incêndios que se acendem na casa do outro e quem arde é a nossa casa.”

“Quem não tem viagem é escolhido pela loucura.”

“Já não carecemos de igreja: o mundo inteiro se converteu numa imensa igreja. De joelhos,arrebanhados até ao sonho, aceitamos a qualquer preço isso a que chamam de redenção.”

“A guerra é vaidosa: se ostenta mesmo nos lugares onde se diz ser a exclusiva moradia da paz.”

“Tudo é terminável, até o futuro.”

 

Até ao próximo post! 😉

Caminhar no bosque

Fizemos o nosso segundo percurso usando o aplicativo Wikiloc. Optamos, mais uma vez, por uma terrinha próxima da cidade que vivemos. O primeiro percurso foi em Waasmunster. Este segundo foi em Stekene.

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Stropersbos

O percurso foi de 10 km. Começamos às 11:40hs e terminamos às 15hs. Paramos várias vezes para descansar, tirar fotos e filmar. O aplicativo desconta esses momentos que paramos, e dá-nos o tempo real de caminhada.

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Escolhemos uma grande área verde chamada Stropersbos, em Stekene. Um percurso com muita sombra para um dia que chegou aos 29°C. Passamos por pequenas pontes, vimos um veado jovem, passamos por um milharal e por uma simpática capela chamada Trompkapel.

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Vamos ver algumas cenas em vídeo…

 

Até ao próximo post! 😉

Gastronomia alemã durante o passeio

Chegou ao fim o passeio de 3 dias na Alemanha. Chegou também a vez de falar um pouco sobre o que provei em se tratando de culinária durante o passeio.

Faz uns 8 anos que não ia à Alemanha. Algumas coisas da gastronomia já conhecia, mas algumas não havia observado antes e outras só comprovaram o que já conhecia.

Não me recordava do gosto dos alemães por sorvete, nem de como capricham na apresentação dos mesmos. Segue algumas imagens dos gelados, que saboreamos numa sorveteria em Engers.

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Em Koblenz almoçámos no restaurante da Fortaleza. Sentamos na esplanada. Foi neste restaurante que conheci o refrigerante Mezzo, que seria uma mistura de Coca Cola e Fanta. Eu fui na cerveja alemã que é muito boa, mas ainda prefiro as cervejas belgas produzidas pelos frades. Nesta refeição, a minha família escolheu o tradicional schnitzel. Eu fui pela culinária italiana que é muito bem confecionada na Alemanha, pelas experiências que tive. Então, fui de risoto, até porque nem todos gostam em casa, assim pude me deliciar com um prato raro de ser feito em casa.

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Em Sankt Goar comemos no interior do restaurante que é um dos cenários da banda desenhada Yoko Tsuno, do belga Roger Leloup, como mostrei tudo aqui.
Todos escolheram schnitzel. E para sobremesa pedimos um strudel de maçã com gelado de baunilha e chantilly.

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Em Cochem chegamos tarde. Alguns já estavam para fechar como o restaurante no topo do Pinnenberg, ou mesmo no centro da cidade quando tentamos saborear gelados numa sorveteria italiana. Assim, decidimos por jantar no centro de Nieuwde, em um restaurante cubano que fechava bem tarde. Estava saboroso, mas não se pode dizer que era uma autêntica comida cubana. Eu pedi um mojito com álcool para acompanhar, que mais parecia uma fraca limonada sem álcool.

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Em Bernkastel-Kues, o almoço foi nota máxima. Perfeito! Almoçamos no restaurante Alt Bernkastel. Escolhemos o mesmo prato, “schnitzel mit camembert” acompanhado do vinho alemão Riesling Brend Kilburg (2016). O restaurante ostenta o prêmio “Haus de Besten Schoppen 2018/2019“. Perfeito no sabor dos pratos, apresentação e simpatia no atendimento. De sobremesa pedimos creme brûlée com café expresso.

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Em Trier apenas bebemos. No meu caso, uma cerveja alemã na caneca grande. Também aproveitei para comprar para o dia seguinte, e partimos com pressa para Bélgica.

Além dessas experiências citadas, provamos o hot dog alemão. E que delícia!

O resultado final quanto à gastronomia foi muito positivo.

Até ao próximo post! 😉

Na terra de Karl Marx

E a última cidade foi Trier. Será que com o título deste post, e por ter tirado uma foto junto a estátua de Karl Marx, e ainda mais vestida com uma blusa vermelha, vão me chamar de comunista, esquerdista,… ? 😂

Brincadeiras à parte, vamos ao passeio!
Foi uma visita relâmpago a esta cidade com traços da cultura romana e com um filho da terra muito famoso.

O primeiro ponto turístico foi a estátua de Karl Marx. Era suposto também visitar a casa em que nasceu, e que atualmente é um museu, mas infelizmente, não havia tempo disponível para absorver mais conhecimento. Foi mesmo uma pena.

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Bem próximo a estátua famosa está um marco importante da civilização romana nesta cidade, a Porta Nigra.

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Em seguida, fomos conhecer aquela que dizem ser uma das mais belas praças do país, Hauptmarkt.

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E foi tudo, porque como escrevi no post anterior, já não havia muito tempo disponível, e no dia seguinte um compromisso logo cedo. A nossa pressa foi tanta que torci o meu pé esquerdo. Logo o esquerdo! Maldição! 😂 Só comigo mesmo. 😂 E fui ao compromisso no dia seguinte mancando e com analgésico.

Vamos ver o filme desta cidade e espero por vocês no último post deste passeio, que será sobre gastronomia. 🙂

A encantadora Bernkastel-Kues

E chegou o último dia do passeio de 3 dias na vizinha Alemanha. Descemos para Bernkastel-Kues às margens do rio Mosela 

Quando fiz o roteiro para estes 3 dias, escrevi o nome de várias terrinhas para visitar, mas caso não houvesse disponibilidade de tempo seria apenas esta cidadezinha para se visitar, e seguiríamos em direção a Trier, subindo para Bélgica por Luxemburgo. E, realmente, foi o que aconteceu. O tempo não seria suficiente, e tínhamos compromisso muito cedo no dia seguinte.

Estacionamos o carro às margens do Mosela num grande estacionamento pago. Foi descer do carro, e logo sentir o encanto de Bernkastel-Kues. Avistamos logo o Burg Landshut, ruínas do castelo.

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Fomos em direção ao centro desta cidadezinha, e simplesmente, ficamos como crianças com tanta beleza. Parecia um conto de fadas. Ficamos perdidos no tempo a tirar muitas fotos pessoais em seu Marktplatz.

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Mais algumas passadas e avistamos a casa estreita Spitzhäuschen. Que gracinha!

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Em seguida, sem mais nenhum ponto definido a explorar, começamos simplesmente a andar por aquelas simpáticas ruas com seu comércio igualmente admirável.

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Estávamos na “casa” do saboroso vinho branco Riesling, o orgulho dos produtores da região.

Confiram o vídeo para conhecer este encanto de cidade alemã:

Até ao próximo post!