Clarice Lispector XVII

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Clarice Lispector numa passeata contra a ditadura, com o pintor Carlos Scliar e o arquiteto Oscar Niemeyer, 1968 (foto Google)

O grupo

Clarice Lispector teve um reencontro melancólico e alegre com duas ex-colegas da Faculdade Nacional de Direito.

Nenhuma das três tornara-se advogada. Daí, a melancolia por ter perdido tantos anos de estudo que não se concretizou.

O gosto pelo Direito foi decorrente da leitura de um livro sobre penitenciárias. Tinha o sonho de reformá-las.

O jornalista San Tiago Dantas disse que Clarice se interessou pela parte literária do Direito, pois um jurista gosta de Direito Civil.

Clarice dizia que se cortarmos os pedaços mortos da vida, ela ficaria curtíssima. E esses pedaços da vida são como um táxi que serve para transportar de um ponto útil a outro.

Até ao próximo post! 😉

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8 comentários sobre “Clarice Lispector XVII

  1. Ainda não li um livro dela, ultimamente muito difícil ler qualquer coisa, o último livro foi o de poesias, mas foi outro livro bem diferente dos temas que eu leio, e nos últimos dias não consigo abrir um livro e tentar começar a ler e o mesmo para ligar o teclado e tentar tirar um som, assim como com o blog em entrar e deixar qualquer coisa, o que fiz hoje pela manhã aqui.

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