Clarice Lispector XIX

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Hoje são 4 crônicas escritas pela escritora Clarice Lispector:
Sem aviso
Eu me arranjaria
Em busca do prazer
A lucidez perigosa

 

Sem aviso

Clarice dizia que não sabia de muita coisa, e que não lhe tinham avisado sobre o ritmo seco da vida, apenas avisaram um pouco que doeria.
Ninguém avisou-a sobre o perigo de mentir, e ela começou a mentir como uma forma de precaução, e nunca mais parou. Até que começou a mentir sobre sua própria mentira, o que significa dizer a verdade.


Eu me arranjaria

Se o mundo não fosse humano, mesmo assim haveria lugar para Clarice que se arranjaria sendo um bicho.


Em busca do prazer

Clarice sofreu a busca por prazer, mas achava melhor o “sofrimento legítimo que o prazer forçado”.


A lucidez perigosa

Clarice sentia uma lucidez vazia. Para explicar o que era isso, comparava a um cálculo matemático perfeito que não se precisava, o vazio.
Essa sua lucidez era capaz de se tornar o inferno humano, um risco.

Até ao próximo post! 😉

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