O sono

Era noite fechada quando regressei ao meu quarto. Lembrei-me, enquanto me estendia na cama, de uma frase chave do primeiro romance de Chico Buarque, Estorvo: “Sinto que, ao cruzar a cancela, não estarei entrando em nenhum lugar, mas saindo de todos os outros.” Não é isso o sono?

(Um Estranho em Goa, José Eduardo Agualusa pág.52, versão Epub)

E por falar em Chico Buarque trago Tão bom que foi o Natal (1967), que foi uma espécie de jingle para uma imobiliária de São Paulo, mas não deveria ter fim comercial, nem tocar na rádio. No entanto, o acordo não foi respeitado.

Até ao próximo post!

2 comentários sobre “O sono

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