Clarice Lispector LII

Conhecer a escritora brasileira Clarice Lispector através de suas crônicas…

Um Reino Cheio de Mistério 

Nessa crônica Clarice escreve sobre o dia 21 de Setembro, o Dia da Árvore. Mas, ela considera que importante seria comemorar o dia da planta, ou melhor, da plantação. Plantar é criar na Natureza.
A escritora escreveu sobre quando plantou um pé de milho numa granja, e mais tarde, na Suíça, plantou um pé de tomates numa grande lata bonita. Clarice entrava no mistério da Natureza. Quando acordava ia examinar a planta. Esperar o amadurecer é como na criação artística em que o trabalho inconsciente é vagaroso. Foi com emoção  que viu os tomates num prato da mesa. Eram mais que os seus livros. Só que não teve coragem de comê-los seria um sacrilégio, uma desobediência à lei natural. Um tomateiro é arte pela arte.

Rosas Silvestres

Clarice tinha uma amiga que lhe enviava rosas silvestres. O perfume delas dava-lhe ânimo para respirar e viver. O mistério era que ao envelhecer perfumam ainda mais, e lembram as perfumadas noites de lua de Recife.
Quando mortas, feias, em vez de brancas ficam amarronzadas. Quando mortas têm a alma viva.
Era assim que Clarice queria morrer: perfumando de amor.

Até ao próximo post!

Namur

Um dia ensolarado de inverno foi apropriado para conhecer um pouco da cidade de Namur, na Bélgica. Situada na metade Sul do país, na região  “francesa” do país. Está localizada no encontro dos rios Meuse e Sambre.

No caminho até a citadelle de Namur passamos por este monumento referente à 1a e 2a Guerra Mundial. Depois continuamos a subir para se ter a melhor vista da cidade.

A cidade é do tempo da Idade Média e a citadelle é o seu marco histórico, uma fortaleza que serviu para proteger o povo em períodos de guerra. Hoje é um local de exposições e eventos. Atualmente exibe fotos antigas em comparação com o presente.

Retornando ao centro da cidade através do teleférico para continuar a conhecer a cidade e ir ao encontro dos rios que dão charme à cidade.

Um pouco mais de Namur está no curto vídeo que fiz.

Até ao próximo post!

Kawaj, uma receita síria

A leitura do livro O Homem Que Escutava As Abelhas motivou-me a pesquisar sobre a Síria. Foi assim que conheci a receita de Kawaj, um prato típico da Síria.

Segue a receita:

Colocar na frigideira 1 colher de sopa de ghee.
1 chávena cebola em cubinhos
1 chávena de pimento verde aos cubinhos
250g de carne moída de cordeiro ou bovina
Sal e pimenta preta
2 chávenas de berinjela em cubinhos
1 chávena de curgete em cubinhos
4 chávenas de tomates aos cubinhos
1 chávena de passata/molho de tomate
5 chávenas de batatas aos cubos
Cozinhar por 20 minutos com tampa

Levar ao forno em pirex 0 45 minutos – 180°C.

Até ao próximo post!