Os balcões e escadarias de Valeta

Valeta, capital de Malta, foi mesmo uma cidade que nos impressionou pela positiva. Como eu disse no post anterior, já impressionou dentro do aeroporto quando está tudo muito organizado e definido quanto ao custo do táxi. Ao contrário de outras cidades da Europa em que se deve ter cuidado com os taxistas, lá tudo era muito transparente quanto a este assunto. O bus também funciona bem e ao comprar o bilhete para uma viagem, este vale por 2 horas (se não estou em erro), então para chegar a alguns lugares, é necessário tomar 2 linhas diferentes, mas não é preciso pagar outra vez, se estiver dentro do limite de tempo. O bilhete valerá para as duas linhas.

Caminhando sem pressa pelas ruas de Valeta começamos a observar uma característica muito própria de Malta, e sobretudo em Valeta, que são os seus balcões. Vocês devem ter notado no filme do post anterior. Há balcões (assim os chamei) de todos as dimensões e cores. Fiquei fascinada.

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Outra característica própria de Malta, que nunca vi em outras cidades da Europa, é a altura dos degraus pelos passeios (calçadas) das ruas. E, pelo que descobri, os degraus foram feitos com pouca altura para facilitar o movimento dos cavaleiros com suas armaduras. Bem, para nós, turistas, também ajuda muito no subir e descer as ladeiras de Valeta.

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Mais uma vez coloco aqui o filme para quem não viu no post anterior.

Até mais sobre Malta! 😉

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Valeta foi cultura em 2018

Entramos em 2019, mas ainda tenho muito que falar sobre 2018. Foi um ano de muitas viagens, descobertas e divertimentos.

Depois que estivemos em Itália, e que foi tema dos meus últimos posts, tínhamos ainda alguns dias de férias de verão. Surgiram muitas ideias de locais a se visitar. Ninguém entrava em acordo, ou por causa do clima, ou porque era um país que já conhecíamos, então sem pensar muito, saiu da minha boca: Malta.

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Todos olharam, meio que surpresos, e gostaram da ideia. Depois arrependi-me de ter dado a ideia, porque tínhamos pouco tempo para fazer um plano de viagem, mas fomos assim mesmo, com um mínimo de planejamento. Tanto que já dentro do avião foi que li que as tomadas eram à inglesa, e esquecemos de levar os adaptadores. Os carros são conduzidos à inglesa, e isso eu sabia. De qualquer forma andamos sempre em transporte público, ferry, táxi e bus, que são eficientes e não são caros. Os táxis tem preços fixos para cada lugar que queira ir, e basta você ir à uma cabine de táxis onde está um funcionário e indicar para onde quer ir, dizer a quantidade de malas, e pagar na cabine, e não ao taxista.

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Nós ficamos hospedados num hotel em Silema, do outro lado de Valeta. Pegamos um ferry em frente ao hotel e em um dia percorremos a capital, Valeta, que em 2018 foi a capital europeia da cultura, e muitas esculturas estavam espalhadas por toda a cidade. sem falar que Valeta é destino de muitos cruzeiros.

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Ficamos encantados com a cidade, andamos bastante. Não consigo citar nomes de ruas, pois muitas estão escritas em maltês. Algumas letras do idioma parece juntar duas letras do nosso alfabeto. Falarei sobre isso em próximos posts.

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Malta é um conjunto de ilhas, mas apenas 3 delas são habitadas, e estivemos nas 3. Malta tem 365 igrejas, uma para cada dia do ano. E, em Valeta há 37 igrejas. O catolicismo está muito presente. A sua capital está ligada à história dos Cavaleiros de Malta, que falarei também em outro post.

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Olhando de Valeta para Silema

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Um presente da Armênia
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Uma das obras espalhadas pela cidade
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Parlamento

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Bombardeado o teatro que nunca foi restaurado
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Na ruínas do teatro

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Enfim, Valeta é um dos locais com mais densidade histórica do mundo, e por isso, vale a pena se perder por suas ruas e praças.

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Se perder pelas ruas de Valeta

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Casa dos cavaleiros portugueses
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Uma das tantas igrejas

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Uma fonte
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Biblioteca Nacional em frente a um famoso café
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Detalhe da estátua em frente à biblioteca
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Mais uma obra da capital europeia da cultura 2018
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Um simpático cavaleiro que encontrei

Assim, foi um pouco de Valeta, que terei mais para falar. Por agora, fiquem com o vídeo que produzi, e espero que gostem. 🙂

 

 

 

 

Noite de verão no Luxemburgo

Seguindo viagem de volta para casa (Bélgica), tínhamos que passar pelo Luxemburgo. Este pequeno país da Europa que já falei aqui, após visitá-lo em abril. A intenção era jantar, mas já se fazia tarde, já quase perto das 22hs, apesar do céu azul. Não conseguimos jantar onde queríamos. Ainda caminhamos um pouco para ver outra possibilidade, mas sem sucesso. Estavam todos os restaurantes e bares super lotados. Restou-me consolar com algumas fotos do Luxemburgo em noite de verão do mês de agosto.

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Até ao próximo destino! 😉

Um cantinho belo da Suíça

E é chegada a hora de deixar a “italianidade” de Minervino di Lecce. Ir para o Norte da Itália através da autoestrada Costa Adriática até Milão, onde pernoitamos.

No hotel, durante o café da manhã, ainda pensamos em passar em Como (Itália), pesquisamos na Internet, e descobrimos que a opinião geral é que seria uma completa loucura ir à Como, de automóvel, e ainda sendo um sábado de verão. Fiquei por alguns minutos sozinha à mesa, e aproximou-se uma simpática funcionária do hotel, e disse-me: Bom dia! 😉 E eu respondi, que é sempre bom ouvir o português em terras estrangeiras. Acabei por contar a ideia de ir à Como, e ela só foi mais uma a confirmar que seria possível, mas de transporte público.

Resolvemos seguir a nossa viagem de volta à Bélgica. E, ao se aproximar da fronteira com a Suíça, o congestionamento era enorme. Avistamos um pouco de Como. Fica para uma próxima oportunidade. O trânsito para atravessar a Suíça tornou-se cada vez maior. Pela rádio percebemos que houve dois acidentes com aviões de pequeno porte em duas províncias diferentes da Suíça, talvez o motivo de tanto trânsito. O GPS desviou-nos para o interior deste país.

Foi assim que descobrimos a beleza natural de uma Suíça que estava com 35ºC. Paramos o automóvel para apreciar a vista. Estávamos em Faido-Borgo, em Ticino.

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Em seguida, ainda pelo interior da Suíça paramos para almoçar na aldeia chamada Airolo-San Gottardo, no cantão italiano Uri. A pizza do restaurante enchia os olhos e a minha escolha foi uma pizza com pera (ou pêra, depois dos Acordos, já não sei), gorgonzola e pomodoro.

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E mais um filme caseiro do Miau do Leão! Vem comigo! 😉

Até ao próximo post! 😉

Ao som da música italiana

Com tantos dias no Sul da Itália, e utilizando o automóvel para deslocamentos, acabamos por ouvir muita música italiana. É impressionante a importância que as rádios italianas dão às músicas em seu próprio idioma.

Daí, pensei neste post apresentar a minha playlist com as músicas mais ouvidas pelo “O Miau do Leão”. 🙂  Diz nos comentários se você gostou de alguma.

Até ao próximo post! 😉

Baía di Porto Selvaggio, bela e fria :)

Esta foi mais uma praia que fomos conhecer na costa jônica da Itália. Uma praia selvagem que fica próxima à Gallipoli, em Nardó. Considerada por guias turísticos uma das mais belas e intocadas da costa italiana.

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Deixamos o carro num parque privado ao lado da entrada com portão para o parque natural onde se encontra a Baía di Porto Selvaggio. A partir daí é preciso caminhar cerca de 1km, em descida, entre o parque nacional de pinheiros, sobre um caminho em terra, pedrinhas e “pedronas”. Nada que um calçado adequado, aliado ao espírito de tudo conhecer não vença, e assim desfrutar do ambiente de beleza natural.

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Quando se chega ao fim do caminho avista-se uma bela enseada. É hora de juntar pedras e mais pedras para apoiar o guarda-sol e tentar achar uma posição mais ou menos confortável entre o chão de seixos, que mesmo assim era muito disputado.

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Águas cristalinas, mas muito fresca. De todas as praias que já estive em Itália até hoje foi, sem dúvida, a mais fria. Sensação semelhante encontrei uma vez em Portimão (Portugal) na Praia do Rocha, durante o mês de Julho. A explicação está na existência de correntes de água fresca geradas por nascentes submersas. O mar é arenoso e lentamente inclinado. As crianças não estavam preocupadas com estes detalhes, exceto os meus. 😊

Segue mais um filme caseiro. Espero que gostem. Vem comigo! 😉

Até ao próximo post! 😉

Polignano a Mare, Volare…

Seguindo com as aventuras no Sul de Itália… Almoçamos em Alberobello e seguimos para Polignano a Mare. Sempre a descer por entre curvas até voltar a estar ao nível do mar.

Chegando à Polignano a Mare deixamos o carro em um amplo estacionamento pago próximo ao centro da cidade. Estava bastante calor e chegando ao centro a prioridade foi ir à um café para beber o que estivesse mais fresco possível.

Já hidratados, então passei a dar as ordens (hahaha): Quero ir até a estátua em homenagem ao grande Domenico Modugno, que escreveu e cantou vários clássicos da música popular italiana, incluindo o enorme sucesso internacional “Volare” (Nel Blu Dipinto di Blu)!

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Domenico Modugno

Então, aconteceu a cena “Vai mãe, vai!”, e eu vou mesmo. Hahaha “Volare oh oh, Cantare oh oh”. Eu e ele, que nasceu aqui.

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“Vai mãe, vai!”. Senti-me uma diva hahahaha

Polignano a Mare que faz jus ao seu nome de origem grega “no mar”. Tiramos fotos belíssimas, que mar de cor tão bela! Que vontade de saltar com roupa e tudo para aquele atraente mar. E por falar em saltar, realiza-se nesta cidade italiana, o campeonato mundial de mergulhos Red Bull Cliff Diving World, que é quando atletas do mundo todo saltam do alto do penhasco da cidade antiga.

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Seguimos para andar pelas ruas da cidade antiga e imagens em forma de rascunho surgiam em portas, placas de contadores de energia, escadas,… Fui observar melhor e era pura poesia. Há um poeta desconhecido em Polignano a Mare, que espalha poesia como se fossem flores. Polignano a Mare é linda por todos os lados.

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Caminhar por entre as ruas da cidade antiga foi muito prazeroso. As casas, os pátios, … convidavam a permanecer por lá por muito mais tempo.

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Polignano a Mare tem uma herança romana que vale a pena ser visitada como os restos da estrada Appia Traiana aberta entre 108 e 110 dC, e ligava Roma à Brindisi passando por Polignano a Mare e fazendo desta um importante centro comercial.

No entanto, as imagens de sua costa era algo imensamente belo. Algo inesquecível. Mais um!

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A visita à Polignano a Mare  foi concluída com um saboroso gelato numa tradicional gelateria situada num largo em frente às portas de entrada para a cidade antiga.

Segue mais um filme que fiz que mostrará ainda mais encantos de Polignano a Mare. Vem comigo! 😉

Até a próxima! 🙂