As bruxas de Edimburgo

Andando pelo perímetro do castelo de Edimburgo encontra-se uma fonte e uma placa, discretamente num canto. A fonte foi projetada por John Duncan, um pintor simbolista escocês, que é referenciado por temas lendas e folclore celta.

A placa sobre a fonte está perto do local em que muitas bruxas foram queimadas na fogueira, a cabeça perversa e a cabeça serena significam que algumas usaram seu conhecimento excepcional para fins malignos, enquanto outras foram incompreendidas e desejavam nada além do bem do significado do mal e da sabedoria.

Agradeço sua leitura e até ao próximo post!

Zeppelin L14 em Edimburgo

Continuando sobre Edimburgo, Escócia…

Na noite de 2 para 3 de abril de 1916, dois dirigíveis alemães, o L14 e o L22, lançaram 23 bombas em Leith e na cidade de Edimburgo.

O aviso do ataque aéreo iminente foi recebido às 19h de domingo, 2 de abril de 1916, e a polícia de Leith e da cidade de Edimburgo instituiu precauções contra ataques aéreos: o Departamento de Luz Elétrica baixou todas as luzes, o tráfego foi interrompido e as luzes dos veículos foram apagadas. O Corpo de Bombeiros Central e a Cruz Vermelha foram notificados e todos os policiais foram acionados.

Os primeiros relatos de explosões de bombas foram recebidos pela polícia pouco antes da meia-noite. O zeppelin L14, tendo atravessado a costa em St Abbs Head em Berwickshire na rota para Rosyth e Forth Railway Bridge, não conseguiu ver seus alvos e lançou suas bombas sobre Leith e o centro de Edimburgo.

Com duração de aproximadamente uma hora, dezenas de bombas seriam lançadas em Leith e Edimburgo, deixando treze mortos e mais vinte e quatro feridos.

As bombas foram lançadas à mão e eram aproximadamente do tamanho de um saco de farinha.

Uma bomba explodiu do lado de fora do White Hart Hotel no Grassmarket (centro de Edimburgo), matando um e ferindo quatro. Uma laje localizada neste local marca o evento. E foi caminhando que encontrei esta laje, e conheci um pouco desse momento histórico ocorrido durante a Primeira Grande Guerra Mundial.

L14 Fonte: Google-National Records of Scotland

Agradeço sua leitura e até ao próximo post!

Edimburgo, está-se bem

Essa foi uma viagem que fiz, mas só após quase 3 anos a trago ao blog. Motivo? Vários, mas essencialmente porque ela foi feita em tempo de medo, incerteza, carregada com um sentimento de que se estava a fazer algo errado. Foi logo no início da pandemia, ainda quando a máscara não era obrigatória. Voltar para casa foi até um alívio, pois já se questionava fechar fronteiras, fechar restaurantes,… 
Ficou a recordação de uma cidade que parece não ter sofrido mudanças com o tempo, mas mesmo assim, uma cidade agradável de se estar, Edimburgo.
O turismo em Edimburgo define-se em duas partes: a cidade velha (Old Town) e a cidade nova (Niew Town).
Entre elas está a jóia da cidade, o Castelo. A partir dele tem-se uma boa visão da cidade. O Castelo olha sobre todos e todos olham para o Castelo. Chegar até ele é o mais divertido, pois a rua que lhe dá acesso está cheia de lojinhas de souveniers e atrações turísticas como The Scotch Whisky Experience e Camera Obscura & World of Illusions. Não estive em nenhuma delas, contentava-me em caminhar e caminhar, admirar sua arquitetura, sentir o bom humor escocês, provar sua gastronomia. E é um pouco sobre isso que tentarei mostrar em próximos posts. Vem passear comigo em Edimburgo! Hoje, o Castelo, em dia nublado e em dia ensolarado. 🙂





Agradeço sua leitura e até ao próximo post!