Comer em Londres – Parte VI

Vou terminar a série “comer em Londres” com o meu número preferido, o 6 (mera coincidência). E, deixei por último para falar sobre como foram as primeiras refeições do dia em Londres.

Estávamos hospedados no Aldgate, e assim que chegamos, no primeiro dia, já fomos dando uma vista de olhos nas ofertas do bairro. Quando fomos fazer a primeira refeição da manhã, no dia seguinte à chegada, saímos em direção à rua onde vimos mais ofertas. Ficamos em dúvida entre duas opções, mas quando olhamos para dentro de uma delas foi amor à primeira vista. Escolhemos o Big Moe’s Diner e seu ambiente anos 50. Foi super prazeroso saborear as delícias oferecidas pelo cardápio ao som das músicas dos anos 50, toda a decoração a volta, e funcionários muito educados e simpáticos.

Um dado curioso é que não haviam pratos com porco. Nossa escolha foi variada desde o The Big One, que era o prato mais próximo do breakfast inglês, ou seja, feijões em molho de tomate, ovos, bacon e tosta. Mais também escolhemos as pancakes, burgers com o The Big Boss, o breakfast waffle, e para beber a escolha foi entre os smoothies, soda floats strawberrie e shakes. A sobremesa foi Deep Filled Apple Pie. E, no dia 31 foram oferecidos lindos e saborosos donuts.

Vocês devem estar pensando na quantidade de calorias. 😊 Eu sei, eu também pensei no primeiro dia, mas depois que vimos como é uma aventura nas ruas de Londres, passei a pedir ainda mais calorias. Há muito que ver, e portanto, muito que andar. Que venham as calorias e muita proteína! 😊

Não deixem de visitar o site do restaurante, que te levará ao ambiente vivido no restaurante ao som dos anos 50:  http://bigmoesdiner.co.uk/

Vamos ver como foi em fotos ? Vem comigo!

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Um pouco da decoração anos 50
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The Big One, breakfast inglês
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Burger, The Big Boss
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Pancakes
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Breakfast Waffle
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Donuts Big Moe’s
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Deep Filled Apple Pie
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Mocha
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Strawberry Float
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shake

Tot ziens! 😉

Comer em Londres – Parte V

No dia 31 de dezembro fomos ao London Eye, e já contei como foi aqui no blog.  E, logo mais à noite tivemos que voltar para ver o London Eye, desta vez do outro lado da margem do Tamisa, em grande festa da virada de ano.

Então, pensamos em voltar para onde ficamos hospedados e jantar num restaurante brasileiro próximo, mas depois lembramos que era dia 31 e podia não estar aberto para o jantar. Eis que surgiu a culinária portuguesa à nossa frente, através do Nando’s Restaurant.  Foi assim que decidimos entrar sob o encanto no galo de Barcelos à entrada do restaurante. Pelo cardápio afixado na parte exterior notava-se que não íamos encontrar a culinária tradicional portuguesa, mas sim algo que lembraria, enfim um restaurante de influência portuguesa.

O Nando’s surgiu na África do Sul, e foi isso que sentimos no interior do restaurante com uma decoração luso-africana, e a música ambiente também variava pelo mundo lusófono. Enfim, de alguma forma nos sentimos em casa. E, isso era o mais importante. Enquanto escolhíamos os pratos, começou a cair uma forte chuva. Foi só neste momento que vimos chuva em Londres e no dia da nossa partida. Tivemos muita sorte! 😊

O funcionário vem nos explicar como funcionam os pedidos. Primeiro, temos que decidir quanto ao molho, o peri-ometer, são 5 tipos que vão do suave ao extra picante. Fazemos a escolha do prato e podemos escolher 2 acompanhamentos. Quanto às bebidas optamos pela escolha livre da quantidade de refrigerantes. Todos nós estávamos com muita saudade do tempero português para o frango, e estava mesmo com sabor de Portugal.

Recentemente, li uma notícia negativa sobre o Nando’s, que dizia que usavam batata frita congelada. Um dos meus filhos escolheu como acompanhamento batata frita, mas não se queixou 🙂 , e como hoje em dia estamos cercados de fake news… O Nando’s é hoje uma cadeia que está presente em vários países. O site do restaurante é bastante alegre com muitas fotos com cores de África e também vídeos ( https://www.nandos.com/ ). Enfim, não é o que se pode dizer de um restaurante tradicional português, mas estava tudo saboroso. Aliás, não temos do que nos queixar dos sabores que encontramos em Londres.

Vamos ver as fotos? Vem comigo…

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Tot ziens! 😉

Comer em Londres – Parte IV

Desde a viagem a Budapeste, em agosto passado, que começamos a incluir o Hard Rock Cafe como uma das possibilidades de refeição. E, assim foi em Londres, após a visita ao Museu Madame Tussauds. Depois de 5hs na fila do museu, quando chegamos ao Hard Rock Cafe, nem acreditamos quando nos disseram que seriam cerca de 2 horas à espera por uma mesa livre!!! E, mais uma vez, algumas cenas de desistência, até que recebemos um pequeno dispositivo que daria o aviso para ocuparmos uma mesa. Enquanto, isso estivemos no terraço do restaurante a saborear vinho quente. Valia a pena esperar para entrar naquele que é o 1º Hard Rock Cafe, e que abriu as portas em 14 de Junho de 1971. Veja o site: http://www.hardrock.com/cafes/london/

Bem, eu não parava de olhar para a decoração com guitarras do Eric Clapton e Pete Townshend, grandes lendas do rock inglês. Nas várias telas passavam clips da minha juventude, como Deep Blue Something, Roy Orbison, o mestre David Bowie, Madness, o meu querido e louco The Cure, e tantas outras feras da música.. Eu não sabia se escolhia a comida ou se olhava para aquilo tudo. O que sei é que minha família fez o pedido de uma entrada e eu nem vi. 😊 Só quando chegou a entrada foi que vi que a escolha foi um Jumbo Combo para partilhar. Eu estava completamente cabeça no ar. Para os pratos principais pedimos 3 original legendary burger e 1 hickory-smoked ribs. Para sobremesas partilhamos um cheesecake made with oreo cookie pieces e um homemade apple cobbler.  Para beber pedimos mojitos e para as crianças uma limonada feita com morangos. O ambiente estava super lotado e estava tudo delicioso.

Vamos ver as fotos desta aventura gastronómica…

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Jumbo combo
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original legendary burger
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hickory-smoked ribs
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cheesecake made with oreo cookie pieces
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homemade apple cobbler

E, eles que são para sempre com a minha música favorita….

 

Tot ziens! 😉

 

Comer em Londres – Parte III

Na noite do dia 1 saímos à vontade pelo bairro que ficamos hospedados, o Aldgate. A maioria dos restaurantes estavam fechados até que avistamos um que estava aberto num mercado e pareceu-nos pelo nome que havia uma variedade de sabores à escolha. O restaurante foi o Giraffe World Kitchen. A funcionária levou-nos para uma ampla mesa com uma decoração que nos fez sentir em casa. Bem, ao meu lado estavam vários livros de culinária de vários países, assim enquanto esperávamos pelos pedidos, pude ficar a folhear aqueles interessantes livros.

O restaurante é uma cadeia que está presente em vários pontos de Londres. Veja o site: https://www.giraffe.net/ A proposta deles é apresentar pratos com inspiração em várias cozinhas do mundo. Eu escolhi o turkish pide, enquanto a minha turma de casa preferiu o juicy burgers. Antes de vir os pratos principais escolhemos alguns cocktails com álcool e sem álcool. Eu só memorizei o nome dos meus drinks, o mango colada e o mojito. Bem, as imagens estão de acordo com o sabor dos drinks pedidos, uma delícia.

Vamos então as fotos! 😊

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mango colada

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cocktail sem álcool

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turkish pide
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juicy burgers

Tot ziens! 😉

Comer em Londres – Parte II

Quando chegamos à Londres já estávamos a meio da tarde. Ficamos com a sensação que se fazia noite ainda um pouco mais cedo do que na Bélgica. Pensamos em saborear a “street food” da cidade, mas estava frio para estas aventuras, e também próximo de onde estávamos havia pouca oferta. Então, fomos fazer algumas pesquisas na Internet sobre as ofertas de restaurantes na redondeza. Foi assim que surgiu a cozinha mexicana como opção, e aqui em casa somos muito apreciadores desta gastronomia. Estávamos perto, melhor ainda.

O restaurante DF Mexico (https://www.dfmexico.co.uk/) não tinha uma tradicional decoração mexicana, mas sim um espaço minimalista, que lembrava um armazém e uma presença bem jovem no ar. Aliás na porta de entrada estava escrito Modern Mexican Diner. O funcionamento do restaurante é diferente do que já conhecemos. Entregam-nos os cardápios, e somos nós a ir fazer o pedido junto ao caixa indicando o número da mesa, efetuando o pagamento. E, depois um funcionário vai nos entregar os pedidos. Quanto às bebidas pedimos uns sucos naturais que podiam ser repetidos à vontade. O lemony lemonade e o refill with horchata, lime or hibiscus juicy water foram os nossos preferidos. Pedimos para entrada Tortilla chips.,Pinto Beans. Cheese sauce. Sour cream. Avocado salsa. Tomato salsa. Mexican style siracha. Pink pickled onions e para prato principal a escolha foi tacos e burritos. As sobremesas foram the malty one e strawberry shorty. Não tirei foto das sobremesas não eram especiais para uma foto, eram industrializadas e assim uma pequena decepção. O restante do pedido estava impecável no sabor.

Vamos ver em fotos!

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Entrada
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Burrito
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Taco
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Taco

Tot ziens!;)

Comer em Londres – parte I

Já é um tema comum nos posts de viagem do Miau do Leão falar sobre a gastronomia do destino. Para falar sobre a gastronomia em Londres terei que dividir em alguns posts. Foram algumas experiências e agregar informações e fotos apenas num post ficaria muito cansativo para mim e para você que me segue.

Por incrível que pareça, não falarei de “fish and chips”, nem de “street food”. A questão é que os 5 dias não nos deixou ir por estes caminhos da gastronomia inglesa. De qualquer forma andamos a descobrir outros sabores divinos, e Londres é riquíssima em experiência gastronómica. Arrisco a dizer que o mundo todo deve estar lá representado.

Então, vou começar pelo dia 1 de janeiro de 2018. 😊

Depois da virada do ano com vistas para o London Eye e animação popular com dj, só podíamos ter chegado a meio da madrugada. Na manhã deste mesmo dia acordamos muito tarde e sem compromisso com o despertador. Nada de pânico por não encontrar onde comer. Já tínhamos a reserva feita antes de partir da Bélgica. Assim, fizemos uma espécie de “brunch” neste dia especial.

A reserva foi para o restaurante Duck & Waffle, na linda Heron Tower com vista panorâmica sobre Londres. Gente, visite o site deste restaurante e sinta um pouco de nossa experiência: https://duckandwaffle.com/

Chegamos com alguma antecedência no horário reservado para desfrutar mais tempo da vista panorâmica nas dependências do bar do restaurante. Então, pedimos dois cocktails com álcool e dois sem álcool, que vieram acompanhados com água mineral sem gás.

Fomos chamados para ocupar a nossa mesa circular, sempre com acompanhamento e atendimento 5 estrelas. O restaurante é de cozinha britânica, mas com influência de outras cozinhas europeias. Foi nos explicado toda a ementa que seria servida, incluindo as bebidas. Foi servida champagne e água com gás. Em seguida foram servidas algumas entradas, que eram alguns snacks deliciosos (house bread, spiced butter & sea salt; foie gras crème brûlée; crispy polenta; bacon wrapped dates). Para o prato principal foi servido duck & waffle. Quanto a sobremesa não a encontro no menu, mas foi waffle com gelado de baunilha, fatias de maçã cozida e caramelo.

Sim, foi especial! Valeu a pena pela riqueza de sabores, ambiente do restaurante, o atendimento,  a vista panorâmica, e principalmente, estarmos juntos com saúde num lugar especial e num dia especial.

Vem comigo ver as fotos! 😊

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A rua do restaurante Duck & Waffle com a Heron Tower ao fundo
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Entradas
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Entradas
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Prato principal que leva o nome do restaurante
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Sobremesa

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Tot ziens! 😉

 

Na festa da virada 2018, em Londres

Este foi o objetivo da viagem de 5 dias à Londres, passar uma virada de ano diferente, divertida e em grande.

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Como eu disse no post anterior sobre a viagem à Londres, estivemos no período da tarde a visitar o London Eye, em seguida jantamos, e fomos para a nossa hospedagem. Lá descansamos, brindamos, e nos preparamos para rever o London Eye, mas do outro lado do rio Tamisa, e com bilhetes para a festa.

Ruas interditadas para os transportes. A rua era do povo, dos voluntários e dos policiais (à pé, à cavalo ou em automóvel).  Muitas ambulâncias estacionadas. O céu era dos helicópteros. Segurança máxima para a festa. Tudo muito organizado, policiais e voluntários muito educados, dispostos a ajudar sobre dúvidas de deslocamento. Enfim, primeiro mundo.

Enfrentamos uma fila gigantesca, apesar de chegarmos cedo, mas a fila andava regularmente. Pessoas dos mais diferentes rostos e vestimentas passavam por nós. Sim, o mundo estava ali!

Ao aproximarmos de sermos revistados e recebermos um bracelete em papel fluorescente, é que houve alguma aglomeração, mas tranquila. Apenas uma família de 3 pessoas tentou furar a fila. A filha adolescente estava com muita vergonha da atitude dos pais e disse que não os conhecia. Kkkkkkk E, conseguiram apesar da reclamação de alguns! Não sei a nacionalidade, mas falavam em francês.

Passada a revista ao corpo e bolsa, seguimos andando ainda centenas de metros até ficar de frente para o London Eye, na zona azul. A festa era animada por um dj, que quando revelava o tempo que restava para a festa, então acontecia uma pequena festa de gritos. Gente, eu não sentia os meus pés e pernas. Não quis saber, troquei umas poucas palavras com jovens asiáticos que estavam à nossa frente e fiz menção que eu ia sentar no chão para não caírem sobre mim. Levantei-me do chão faltando uma hora para a festa, pois ia chegando cada vez mais gente. Além de muita música, havia venda de muita comida e bebida. E, havia sobretudo muita festa do povo. Não se podia levar bebida em garrafa de vidro. Foi fantástico ouvir as músicas de tantos ídolos britânicos em sua própria terra. Parece que o inglês soa diferente, com mais charme.

A queima de fogos foi incrível! Linda e emocionante. Cerca de 15 min de beleza e magia. Acho que foi a queima de fogos mais linda de Londres. Era importante mostrar a união e a força desta cidade multicultural, num ano com tristes recordações.

No fim da festa, muita gente ainda ficou a dançar e a brindar 2018. Passamos por um elegante prédio e jovens vieram à janela mascarados brincar com o povo que passava. Centenas de metros à frente, um casal de jovens oferecia abraços gratuitos. Fantástico! Adoro esse clima! E, por falar em clima, não choveu! Tudo perfeito, menos os meus pés e pernas. 😊  Tivemos que esperar cerca de trinta minutos para perceber qual o transporte que estava disponível para o retorno. Até que avistamos voluntários e policiais que determinaram a direção. Uma multidão nas ruas, mas todo o movimento estava organizado, que até parecia ensaiado. Polícias com megafones indicavam a direção, pediam atenção a obstáculos no chão, aliás alguns dos policiais estavam mesmo posicionados nos obstáculos e gritavam, chamando atenção. Finalmente, chegamos na estação de metro. A passagem foi gratuita para todos na volta. Quando descemos na estação de destino, vi um casal em piores condições de caminhar do que nós. Kkkkk

Bem, vamos às imagens da festa, aos filmes da festa, mas também deixo um filme do Chaves mostrando como eu fiquei dos pés e mais ainda como ficou o casal que avistei na estação. 😊

placar
15hs da tarde e o aviso na rua
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Vista do London Eye a partir da fila
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Atrás do monumento a revista policial

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Fim da queima de fogos

A festa antes do início da queima de fogos:

 

A grande festa:

 

O fim da festa:

 

Como eu fiquei no fim da festa:

 

Tot ziens! 😉  Lollllll