Borsh, na Albânia

 

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Borsch, Albânia

Em direção ao Sul do país está essa última beleza de praia albanesa que fomos conhecer. Sua água em tom turquesa quase que hipnotiza. Organização perfeita, mas onde os preços dos serviços foram os mais altos de todas as praias que estivemos e que falei aqui no blog.

Vem conhecer Borsh no vídeo que fiz. 🙂 Aproveita e segue-me também no Facebook, YouTuBe e Twitter. 🙂

Até ao próximo post! 😉

A Culinária em Gjirokastër

A culinária que encontramos na Albânia foi basicamente uma interação entre a culinária italiana e grega, com um toque albanês. Em Gjirokastër foi um pouco diferente do que encontramos em Himarë, onde os frutos do mar eram a grande estrela dos restaurantes. Em Tirana (capital) conhecemos alguns pratos típicos da Albânia.

Estivemos em dois restaurantes em Gjirokastër: o  Odaja e o Kujtim

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Apresentação do cardápio no restaurante Odaja

As fotos a seguir são todas do Restaurante Odaja, que não diferem muito dos pratos do Restaurante Kujtim, exceto que neste último havia perninhas de rã e lampreia. É possível conferir o cardápio com fotos na Internet, pesquisando os nomes dos restaurantes.

O restaurante Odaja tem uma decoração mais típica, incluindo fotos antigas da cidade, do que o Kujtim, mas ambos apresentam o mesmo conceito típico albanês, que consiste em pedir alguns pequenos pratos e partilhá-los.

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Decoração no restaurante Odaja
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Foto de uma Gjirokastër antiga no restaurante Odaja

Nossas escolhas foram: village salad (300 leks), riceballs (200 leks), meatball with yogurt (450 leks), tomatoballs (300 leks, sem foto), moussaka (400 leks), pasticcio (450 leks) e lamb chops (600 leks).

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Village salad e cerveja albanesa Korça
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Riceballs
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Meatball with yogurt
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Pasticcio
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moussaka
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lamb chops

Adaptei-me muito bem à culinária albanesa e apreciei bastante os sabores e este conceito de partilha. Só me falta ainda tentar reproduzir estes pratos em casa. 🙂

Até ao próximo post! 😉

A casa de Ismail Kadare, Gjirokastër

Durante as andanças em Gjirokastër decidimos conhecer a casa do escritor albanês Ismail Kadare.

Na rua estreita de acesso à casa estava um casal de turistas franceses, então percebemos que devíamos estar próximos, e logo depois surgiu um senhor de idade que olhava muito para todos nós na rua, e em francês, perguntou se estávamos à procura da casa do Kadare. Meus filhos falam o francês e tiveram um curto diálogo com o senhor (neste momento, vi que herdaram algo mais de mim. E usaram a herança! :)) ). Meus rapazes disseram-me que ele é amigo do Ismail Kadare e que foi professor de francês. 

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Na casa de Ismail Kadare

Foi este senhor que nos guiou até a casa e, sentia-se o orgulho dele em mostrar os livros expostos do amigo. Ele contou-nos que o amigo vive atualmente em França. Fui conferir e o amigo que algumas vezes foi indicado ao Nobel de Literatura vive em Montpellier. É possível fazer uma visita guiada pela casa, mas não me pareceu estar bem organizada para isso. A varanda da casa tem uma magnifica vista da cidade. Um inspirador ponto de descanso.

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Alguns de seus livros tem na capa pinturas do artista surrealista belga René Magritte. Estou lendo um de seus livros e estou gostando imenso, que até estou lendo em modo tartaruga para saborear bem o enigmático romance. O nome do livro é O Palácio dos Sonhos. Quando eu conseguir terminá-lo farei um post para os meus queridos seguidores.

Segue o curto vídeo que fiz da casa do escritor albanês e suas obras. Vem comigo!

 

Até ao próximo post!;)

Um passeio por Gjirokastër, Albânia

 

Feita a visita ao The Cold War Tunnel seguimos para almoçar e conhecer a cidade que estivemos em duas ocasiões durante esta viagem à Albânia.

Gjirokastër que é patrimônio mundial da humanidade, é uma cidade rica da herança arquitetônica do Império Bizantino.

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Vista sob Gjirokastër

 

Uma cidade que viu nascer pelo menos dois nomes importantes para a história do país: o ditador Enver Hoxha, e o escritor Ismail Kadare, que foi algumas vezes indicado ao Nobel de Literatura, e que hoje vive na França.

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Gjirokastër tem uma cidade nova com um relevo razoavelmente plano, e tem a cidade antiga que foi a área que visitamos. E para visitá-la, esteja disposto a subir e descer ladeiras. Esta cidade que é conhecida como a mais íngreme da Albânia. Em nossas duas oportunidades de visita à cidade estava muito calor, e andamos cada um com uma garrafa de um litro de água, que não foi suficiente para tanto calor e esforço.

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Rua em Gjirokastër

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Detalhe do piso frequente na parte antiga da cidade de Gjirokastër
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Este casarão fica quase em frente a casa que viveu o escritor albanês Ismail Kadare

 

Em nossas andanças pela cidade observamos que as casas possuem telhado em xisto e suas ruas em calcário e xisto. Foi um dia rico em caminhar e descobrir. Conhecemos o exterior de uma igreja e ícones bizantinos como da foto. Uma influência grega. Aliás, muitas informações nas ruas estão em albanês, mas também em grego. A cidade parece conviver em harmonia entre cristãos e muçulmanos.

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Igreja Bizantina

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Fonte próxima a uma antiga mesquita
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Um painel em homenagem as tradições

A cidade é muito procurada pelos turistas por seu tradicional artesanato típico. Alguns produtos dizem ser ainda do tempo da ditadura de Enver Hoxha. Também encontrei produtos exóticos da “famosa” cannabis albanesa. Algumas lojas parece que estacionaram no tempo. (ver filme) Apesar do calor foi muito agradável caminhar pelas ruas de Gjirokastër.

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Um cruzamento de ruas muito famoso

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À venda em Gjirokastër

No dia anterior a esta visita, fui informada que o Globo Repórter (programa da tv brasileira) fez uma reportagem sobre a Albânia. Então, quando eu estava em Gjirokastër reconheci uma das casas símbolo da cidade, como foi dito na reportagem. Eu entrei nesta casa que abriga uma loja de souvenirs e falamos um pouco com a proprietária sobre a reportagem do Globo Repórter. A proprietária disse-nos que a repórter Glória Maria esteve há 2 anos atrás fazendo as filmagens para o Globo Repórter e que ano passado (2018), ela retornou e comprou um brinco nesta mesma loja. A proprietária da loja também disse-me que a telenovela Escrava Isaura foi um enorme sucesso na Albânia. E ela despediu-se de nós dizendo: Obrigado!

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Foi esta casa

Deixo com vocês o vídeo que fiz e o vídeo do Globo Repórter. Vem comigo assistir!

 

Até ao próximo post! 😉

The Cold War Tunnel, Gjirokastër

Após conhecer o “Blue Eye“, seguimos à Sul da Albânia, em direção a Gjirokastër. Uma cidade rica da herança arquitetônica do Império Bizantino.

Neste dia estava um calor quase insuportável, 40°C. Assim, decidimos começar a visita à cidade a partir do túnel da guerra fria. Uma primeira visão da cidade a partir de um ponto mais moderno da cidade.

The Cold War Tunnel é um bunker gigante construído sob o castelo de Gjirokastër e para ser usado pelas autoridades locais durante uma provável invasão em grande escala. Algo que o líder comunista* Enver Hoxha era completamente paranóico.

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Dentro do Bunker, Gjirokastër

Seguimos a visita acompanhados por um guia que explicava tudo em inglês. Ele dizia que o Bunker foi construído em segredo durante a década de 1960 e tem 80 quartos. Sua existência permaneceu desconhecida para os moradores até a década de 1990.

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Um dos quartos com alguma mobília

Em seu interior há algumas máscaras, alguns móveis, um antigo gerador e livros. Há dependências do secretariado comunista, banheiros, cozinha, dormitórios, etc. O ambiente é úmido e sinistro. Infelizmente, não foi permitida filmagens. Durante a visita além de minha família estava um casal espanhol. Éramos 6 mais o guia.  No fim, eu perguntei se o tal Comunismo* tinha sido bom para as pessoas. Ele deu um sorriso constrangido e respondeu-me: “Foi bom para alguns e ruim para outros.”  A visita custou 200 leks por pessoa e durou cerca de 20 min.

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WCś
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Refeitório e cozinha
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Mais um corredor com outra entrada ao túnel
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Gerador
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Máscaras para caso de um ataque

Até ao próximo post! 😉

P.S.: 1€ estava a 119 leks.
* Para mim, o Comunismo nunca foi aplicado realmente no mundo, mas como assim o chamam, então preservei.

 

 

 

Blue Eye, o olho azul da Albânia

Fizemos uma pausa de um dia no circuito de praias albanesas para ir a Gjirokastër. Saímos cedo de Himarë para enfrentar novas subidas, descidas e muitas curvas, em direção ao Sul da Albânia.

Antes de chegar ao destino programado, desvíamos à esquerda para conhecer o “Blue Eye“. Uma nascente de água que deságua no mar Jônico. Um fenômeno natural que ocorre neste trecho do Sul da Albânia. Uma atração turística popular, a água azul clara das bolhas do rio. Dizem que a profundidade é de 50 m. 

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Blue Eye

Não é fácil chegar lá no verão. Uma imensa fila de carros espera para pagar a entrada por pessoa, que em euros é praticamente simbólica. Funcionários dirigem-se aos veículos para cobrar a entrada, a partir daí atravessamos uma ponte de sentido único, e seguimos por uma longa estrada, um pouco sinuosa, e em terra batida.

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Vista a partir dos restaurantes
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Vista a partir dos restaurantes
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Vista a partir dos restaurantes

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No recinto que envolve toda esta atração há restaurantes e loja de souvenir. É proibido o banho, e principalmente, saltos da plataforma que serve como miradouro para o Blue Eye, mas a verdade é que muitos não respeitam, infelizmente.

A seguir o filme que fiz, e que é mais fiel a toda beleza natural de Blue Eye.

Até ao próximo post! 😉

P.S: Aproveita para se inscrever no canal do blog no YouTuBe, dar o seu like, ativar o sino :)), e também seguir o blog no Instagram e Facebook.  Obrigada! ;)*

A tranquila Livadhi, Albânia

Livadhi foi a nossa praia preferida, graças aos seus atributos: é a praia mais próxima de onde estávamos hospedados, Himarë, e uma praia tranquila.

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Livadhi

 

Seguimos por uma estrada tranquila com a companhia de campos de oliveiras até chegar a uma praia extensa com possibilidade de estacionar gratuitamente. Uma praia que faz a festa de famílias e de quem gosta de camping.

Mais uma praia da riviera albanesa que é bem organizada com espreguiçadeira e guarda-sóis. Bem próximo, há restaurantes, hotéis e campings. Há ainda a possibilidade de jogar voleibol de praia e alugar equipamentos de diversão aquática.

Se colocando de costas para o mar pode admirar as ruínas do castelo bizantino de Himarë. Uma imagem que combina com a tranquilidade do cenário.

Vem conhecer Livadhi em vídeo! 😉

Até ao próximo post! 😉