Curaçao – coração e cura

Neste último post sobre o último reencontro com Curaçao trago algumas fotos de sua natureza.
A beleza na simplicidade de uma flor. A tropicalidade nos insetos. A sra. maria farinha que sempre esteve presente na minha adolescência. As aves que em diversos momentos foram companhia. A famosa iguana da ilha que veio marcar a sua presença. Curaçao estará sempre em nossas vidas com muito carinho, pois Curaçao é coração e cura.

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Até ao próximo post de O Miau do Leão ! 😉

Blue Curaçao, sabor e beleza

Talvez a ilha de Curaçao seja mais conhecida por sua bebida alcoólica com uma cor que lembra a cor da água de suas praias, o Blue Curaçao.

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Landhuis Chobolobo

Fomos visitar a fábrica da bebida que sempre há aqui em casa, na Landhuis Chobolobo. A visita foi gratuita e provei alguns sabores.

O licor é feito de cascas de laranja, que são nativas. Algumas árvores foram trazidas de Valência (Espanha), que sofreram muito com o clima e acabaram por se adaptar ao terreno gerando um fruto amargo, mas as suas cascas emprestam o sabor característico deste licor que é conhecido em todo o mundo. Hoje em dia há outros sabores, sendo o de chocolate de um sabor irresistível.

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Ingredientes do Blue Curaçao
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Bananeiras junto a algumas árvores da laranja Laraha
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Ambiente para fotos de recordação

 

Uma teoria para o nome da ilha está na mistura dos nomes “corazón”, em espanhol, com a palavra “cura”, depois que marinheiros enfermos, provavelmente sofrendo de escorbuto, tiveram uma notável recuperação comendo frutos da ilha.

Um pouco mais sobre o ambiente desta visita verá no filme que fiz. 😉

Até ao próximo post! 😉

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Sabores de Curaçao

Situado no alto de uma pequena colina está este restaurante popular Landhuis Dokterstuin “Restaurant Komedor Krioyo”, num casarão do século 18 que preserva a arquitetura, mobiliário e trajes do período colonial holandês.

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Nós chegamos cedo para o almoço, assim foi possível escolher uma estratégica mesa. A comida era simples e deliciosa. Escolhemos estufados de carne com banana (Banana Stobá, 22,50fl), e de carne com com papaya (Papaya Stobá,20,50fl), tutu de feijão (Piská Mochi 25fl), e polenta frita (Funchi Hasá 5,50fl). Acompanhado de ponche de fruta (Fruit Punch 5,50fl). De sobremesa escolhemos um pudim flan caseiro (Kesio,5fl).

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Banana Stobá, Funchi Hasá e Fruit Punch
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Piská Mochi
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Papaya Stobá
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Fruit Punch

Até ao próximo post! 😉

As cores de Willemstad

Creio que não há quem não se alegre ao conhecer a capital de Curaçao, Willemstad. O colorido dos sobrados é uma herança holandesa, mas a cidade também tem influências portuguesa e espanhola.

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Os nomes das ruas estão em holandês, a sua ponte central que liga duas bandas é uma atração turística em que todos desejam que se aproxime uma navegação para presenciar o espetáculo. O mercado de barcos que vem da Venezuela. As suas alegres praças que nos convidam para muitas fotos. Até as placas dos carros é alegre e original.

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No centro há também outra atração que é um conjunto de pequenos sinos que tocam diferentes canções ao longo do dia e com o movimento de figuras típicas.

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Outra atração é a sinagoga de Curação cujo o chão interior é em areia.

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Desta vez encontrei outras atrações, e deu para fazer duas cenas do tema “Vai mãe, vai!”.

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Aqui apresento dois filmes que fiz, um filme dos sinos a tocarem com suas figuras típicas, e outro filme com cenas da cidade de Willemstad à noite e pela manhã. 😉

Espero por você no próximo post! 😉

Curaçao para sempre

Chegou o fim de 2018, e retornamos à ilha de Curaçao. Eu já falei detalhadamente sobre este país aqui no blog. Partimos de Amsterdam em clima de festa.

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Voltamos a curtir as mesmas praias, e acrescentamos a praia de Santa Martha, onde ficamos hospedados num airbnb.

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praia de Santa Martha
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Santa Martha
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Santa Martha
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Santa Martha
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Visão do vale de Santa Martha
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Grote Knip
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Kleine Knip
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Arco íris em Kleine Knip. Lembrei da bandeira de Pernambuco, minha terra
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Kleine Knip e aviso de árvore com fruto venenoso. Mesmo assim há quem tente
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Porto Mari
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Cas Abao
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Esse coco em Cas Abao indica o tempo

Foi muito bom sentir aquela água maravilhosa a envolver a pele, o canto dos pássaros a acalmar a mente, os sabores de suas comidas, a simpatia do povo, enfim Curaçao conquistou um cantinho em nosso coração.

Até ao próximo post! 😉

 

 

Carneiros à vista

Praia dos Carneiros é o novo point de Pernambuco.

Minha família organizou o passeio com uma agência de viagem. Eu não estou acostumada a fazer turismo desta forma, mas disseram que era uma forma segura de turismo no Brasil. Acatei.

Assim sendo, pegamos um ônibus da agência em Porto de Galinhas. Chegando à praia de Carneiros, uma surpresa. Havia um certo aspeto de praia privada, e depois confirmada. Eu não sabia desta informação.

Eu já conhecia algumas privadas no Caribe, em Curaçao. E, não sou contra a existência deste modelo de praia, desde que preservem as praias públicas limpas, com estacionamento público e com venda de alimentação organizada em estabelecimentos que sigam as condições higiénicas e preços democráticos, bem como acesso a instalações para sua higiene corporal.

Descendo do ônibus, fomos levados para tirar fotos, e depois compramos ou não a recordação. Não me recordo muito bem, mas acho que a foto custou 20 reais com um chaveiro também com a foto.  Vi uma placa indicando o preço do estacionamento para carros, 30 Reais. Achei caro !!! Pagamos na Sardenha (Itália) 5€, ou seja, aproximadamente metade.

O estabelecimento chama-se Bora Bora. Toda a decoração estava muito bem adequada, e feita para agradar turistas, especialmente de fora. Quando li o menu do estabelecimento, os pratos oferecidos estavam de acordo com o paladar de um turista do exterior, do que ele espera comer no Brasil, muito peixe, algum frango, e apenas um prato de carne (filé mignon). Quanto aos preços era, sem dúvida, para turista de fora do Brasil. Só vivendo de Euro, Dólar americano e Libra para aqueles preços. E, isso não é justo para com os brasileiros! O atendimento deixa um pouco a desejar, pois é demorado, sem falar que notei não terem cuidado em repetir o pedido para que não haja confusões depois. Poucas instalações sanitárias para a quantidade de frequentadores. Na hora de pagar, até que foi engraçado…. O funcionário do caixa digitou o valor da minha conta e disse um sonoro e divertido: Oxente!! Eu engato e entro na brincadeira: Oxente não, menino! Tu digitaste um valor alto e a tua máquininha devolve o número pequeno, né?! E ele com a mão na cabeça diz: É. Eu: é nada não, menino…olha para o meu cartão, ele é internacional. Tu tens que alterar a tua máquininha, aí deve ter um botão para Real. E ele: É mesmo, todo contente com a magia.

Havia um passeio de catamarã no pacote da agência de turismo, mas neste dia, um grupo organizado fez um protesto contra os catamarãs do estabelecimento e das agências, pois o grupo estava sem condições de sobreviver, visto que os turistas não os contratavam. Bem Brasil! E eu não estava a gostar nada da demora e fui até à beira da praia. Encontrei um Brasil bem diferente do Brasil dentro do estabelecimento. Vários comerciantes que tentavam ganhar o seu pão e o protesto. Pode parecer esnobe, mas a verdade é que não estou mais acostumada a essa realidade, porque simplesmente não é justo para uma sociedade digna. Eu vejo falhas na estrutura comercial em lidar com a situação, vejo falhas no grupo de protesto, e quem vem de outro Estado ou país é que paga pela situação.

Após horas, fomos fazer o passeio. O passeio teve que ser encurtado no tempo previsto, pegamos chuva e poucos minutos para desfrutar do famoso banho de lama. Os vendedores de sabonetes e cremes da lama também deviam estar apreensivos com a não chegada dos turistas.

Então, vamos ver um pouco do cenário da praia dos Carneiros em fotos.

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Tot ziens! 🙂

 

 

Andar em Willemstad, Curaçao

Andar em Willemstad, capital de Curaçao, é percorrer ruas organizadas com arquitetura de casas coloridas, que dá um ar alegre e leve à cidade, que foi fundada em 1634 pela Companhia das Índias Ocidentais Holandesas, período colonial que se nota na arquitetura.

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Willemstad
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Ruas para caminhar e ir às compras
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Comprar souvenir Licor Curaçao Blue para não esquecer a beleza de suas praias
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Heerestraat desde 1997 patrimônio da humanidade

 

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Rua central de Willemstad
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Centro comercial próximo ao centro da cidade

Curaçao é uma pequena ilha do Caribe, mas que abriga a mais antiga congregação judaica das Américas Mikvé Israel-Emanuelm, em funcionamento. Não muito distante também avistamos uma mesquita. Talvez a cidade viva um ambiente de tolerância religiosa, influência holandesa. Para visitar a sinagoga de segunda à sexta paga-se 10$ (adulto).

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Sinagoga Mikvé Israel-Emanuel

No centro da cidade encontramos o mercado flutuante composto de pequenos barcos flutuantes em madeira que expõe à venda diversas frutas e legumes, com esses produtos sendo na maioria oriundos da Venezuela devido a aridez do solo de Curaçao.

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Mercado flutuante

Willemstad tem ainda duas pontes que chamam a atenção. Uma ponta é para os carros e liga duas áreas da cidade, Punda e Otrobanda, a 56m de altura, a ponte Queen Juliana, a mais alta do Caribe. A segunda ponte é para travessia das pessoas Ponte Queen Emma que chama atenção por ser flutuante. Por alguns minutos todo o movimento é interrompido, o aviso sonoro é ativado e um barco arrasta “literalmente” a ponte para o lado e os barcos passam. Ela ondula ligeiramente com a água. Um espetáculo para apreciar.

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Queen Emma Brug
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Detalhe da ponte flutuante
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Queen Juliana Brug

Willemstad é sobretudo como dizem em papiamento, Dushi, que significa bonitinho.

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Bonitinho
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No centro da cidade para não esquecer de Curaçao

Um pouco mais de Willemstad em vídeo.

Tot ziens ! 🙂

 

Comer em Curaçao

O turismo faz-se também pelas descobertas gastronómicas do lugar. Alguns destinos turísticos sabemos de antemão o que nos espera em termos de sabor. Não foi o caso de Curaçao. Com sua carga de influências de diversos povos em sua formação, acabou por refletir na culinária também.

A sua capital Willemstad tem restaurantes de várias partes do mundo com cuidada apresentação para conquistar os turistas.

Nos 5 dias que lá estivemos podemos passar por 4 experiências diferentes. Fomos a um restaurante indiano que não surpreendeu, então resolvemos mergulhar na cozinha regional e o resultado foi melhor a cada nova experiência.

Estivemos no restaurante Surf and Turf que por fora não se dá grande atenção, mas somos levados simpaticamente para trás do restaurante e ficamos numa mesa, na areia da praia, com deslumbrante vista para uma baía. Mais todo o ambiente é muito simples. Haviam muitos turistas. Os pratos levaram cerca de uma hora para ficarem prontos, mas valeu a pena a espera para provarmos um estufado de carnes típico com polenta frita e peixe.

A nossa segunda experiência em culinária regional acabou por ser mais surpreendente pelo sabor das Antilhas e originalidade que começa já no menu que também está em português do Brasil. O nome do restaurante é Rozendaels (http://www.rozendaels.com/) e o seu dono é um simpático holandês que consegue falar algum português que até assustou-me, supreendeu-me. Minha escolha foi um prato chamado Keshi Yena que é confecionado com frango e queijo holandês, acompanhado da saborosa polenta frita em forma de estrela.

A última experiência é uma indicação para quem quer mergulhar na culinária regional de Curaçao e estar com o povo, seu nome Plasa Bieu!

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Em frente ao Plasa Bieu!

Plasa Bieu quer dizer mercado velho e fica perto da estação central de correios. Você vai encontrar a verdadeira culinária de Curaçao e dividir a sua mesa com pessoas nativas. Dizem que a aparência é a mesma por décadas, tudo feito de forma simples com decoração e aparatos simples, mas com muita dedicação para agradar nativos e turistas.

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Interior do Plasa Bieu com nativos e turistas

Dentro do recinto há várias mesas e sentamos em bancos. Há também várias cozinhas. A comunicação é fácil no atendimento, não há problemas. E a gentileza de um povo simples que nos quer servir.

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A minha escolha. Servidos? 🙂

Eu pedi peixe frito com acompanhamento de salada e purê, mas o que eu queria de acompanhamento não havia que era a tal polenta frita, muito popular na ilha. Para beber escolhi uma limonada com sabor a caseira. A porção é bem generosa! E há vários pratos no menu incluindo um ensopado de iguana.

E termino o post com um brinde a todos com um smoothie de pinã colada, bebida muita comum nas ruas e praias de Curaçao. Tin tin! 🙂
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Tot ziens! 🙂

 

 

 

Cem Anos de Solidão, o livro

Faz algumas semanas que conclui a leitura de “Cem Anos de Solidão”, do Gabriel García Márquez. Não vou fazer aqui uma resenha, pois já vi que há muitas e até mesmo árvore genealógica da família Buendia.

Vou falar sobre dois assuntos, duas palavras que pensei muito enquanto lia o livro. Coincidência e dom.

Eu estava perto de ir em férias para Curaçao, e assim, enfrentar 9hs de vôo. Não costumo apreciar as escolhas de filme dos voos, assim prefiro ler. Mais qual o livro a escolher? Não estava naquele momento com nenhuma ideia, então fui ao Google pesquisar listas de livros que se deve ler na vida. E Cem Anos de Solidão era um deles. Não li resenhas. Fui ver a minha lista de livros…Sim, parece maluquice, mas eu tenho uma lista de todos os livros que li em minha vida. 🙂  Fiquei pasma! Nunca havia lido este grande autor da literatura. Encontrei uma versão e-book com mais de 600 páginas para o tempo de voo. Ideal!

Já no avião vi a história da família dos Buendia, marcadas por coincidências e ciclos repetitivos em suas vidas. Daí, começaram a surgir as coincidências para mim. O livro fala em Curaçao e papiamento, que é a língua também do país do voo que eu estava. Uma personagem que vai estudar para Bruxelas, a capital do pais que vivo. Não consegui concluir a leitura com as horas de voo de ida e volta.

E a outra palavra, dom, que ficou na minha cabeça, pois o livro prendia-me apesar de suas 600 páginas e do cansaço de um voo longo. Uma pessoa que tem um dom e que reconhece-o é um rico na vida. E Gabriel García Márquez teve o dom de contar história. E que dom! Em nenhum momento senti-me cansada, eu só queria ler. Sim, sem dúvida, um livro que se deve ler antes de partir.

Tot ziens! 🙂

 

Klein Curaçao, Curaçao

Uma pequena ilha, um pequeno paraíso desabitado que encontra-se cerca de uma hora de barco de Curaçao, assim é Klein Curaçao.
Algumas empresas fazem passeios de um dia até esta ilha de águas cristalinas em barcos catamarã, com direito a café da manhã, barbecue e bebidas. Apenas uma dessas empresas com catamarã Jonalisa (http://www.bountyadventures.com/Curacao_Klein_Curacao_NL.html) faz o passeio às segundas-feiras, e foi esta que escolhemos, pois nos demais dias podem estar presentes cerca de 300 pessoas. Assim podemos estar num ambiente de imensa tranquilidade. Também tivemos a sorte de neste dia as ondas até lá estarem baixinhas. Mesmo assim uma turista passou mal com enjoo. Parece que o cenário desta viagem em dias de ondas altas não é a mesma tranquilidade à bordo.
A ilha tem dimensões em que é possível percorrê-la em todas as direções e ainda sobrará tempo para curtir a praia. Ela é desabitada de humanos, mas lá encontramos um cão muito amigável que nos acompanhou nas caminhadas.
Em direção à leste há um navio petroleiro que naufragou chamado Maria Bianca Guidesman. Seus destroços  encontram-se espalhados pelo litoral desta ilha. Há também um outro naufrágio de um pequeno barco. No caminho até aos naufrágios há um antigo farol em ruínas.
A ilha é excelente para mergulhos, e não se preocupe, pois a empresa do passeio empresta equipamento de snorkeling.
O retorno à terra foi tranquilo com as ondas a favor, o comandante desliga os motores e vamos ao sabor da vela. Neste momento são distribuídas bebidas e cocktail. Na despedida há um pequeno discurso do comandante e pedidos de contribuição, a famosa gorjeta.

Mais nada como ver as imagens e um vídeo, pois não há palavras agradáveis suficientes para descrever a beleza deste passeio.

Check-in Pirate’s Nest: N 12º 04′ 46.8” W 68º 52′ 02.6”

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Partida para Klein Curaçao
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Ainda na partida com o visual do barco
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Em Klein Curaçao
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Klein Curaçao em todas as direções
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Klein Curaçao
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Linda vista do mar
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Palhoças em Klein Curaçao
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Antigo farol
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Naufragio do petroleiro
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Klein Curaçao
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Cão que recebe bem a todos
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Farol e naufrágio
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Farol, Klein Curaçao
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Vista de frente do farol
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Pedra vulcânica
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Naufrágio petroleiro
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Klein Curaçao
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Vista durante a partida de Klein Curaçao
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Da cor do Licor Blue Curaçao
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Adeus Linda Klein Curaçao
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Estamos perto da chegada
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Mais uma linda vista da chegada

Tot ziens! 🙂