Pílula de choque II

Continuo a transmitir as impressões que Mark Manson registrou em seu livro “A sutil arte de ligar o foda-se“, sem “papas na língua”, seja no título do livro ou ao revelar cruamente as nossas “babaquices”.

Sim, babaquices, segundo o autor, porque a nossa crise deixou de ser material, e passou a ser espiritual. Por exemplo, aceitar sentimentos negativos deveria ser encarado como um sentimento positivo, o que chama de “lei do esforço invertido”. Negar os sentimentos negativos só os faz aprofundar e levar a problemas emocionais sérios. A extrema positividade, portanto, seria uma forma de fuga.

“Você nunca será feliz se insistir em tentar descobrir o que é a felicidade. Você nunca viverá verdadeiramente se estiver procurando o sentido da vida.”
Albert Camus (citação que está no livro)

Ele alerta que seu livro não tenta ensinar a subir na vida, mas a aceitar o erro, ou o perder, sem que te levem à destruição. Ao contrário de uma característica existente no mercado de livros de autoajuda que vende a euforia, e não ajuda a resolver os problemas que, realmente, são legítimos. Por isso, ligar o “foda-se”, segundo o autor, é encarar os desafios assustadores e difíceis da vida e agir. Agir!

Penso que combinará bem com esse post ouvir essa música que conheci em 2018 no verão italiano, FELICITÀ PUTTANA (Felicidade Filha da Puta). A letra tem humor, ironia, e o trecho que a marca: “Mas que filha da puta é esta felicidade / Que dura um minuto, mas que porrada nos dá“.

 

Ao som da música italiana

Com tantos dias no Sul da Itália, e utilizando o automóvel para deslocamentos, acabamos por ouvir muita música italiana. É impressionante a importância que as rádios italianas dão às músicas em seu próprio idioma.

Daí, pensei neste post apresentar a minha playlist com as músicas mais ouvidas pelo “O Miau do Leão”. 🙂  Diz nos comentários se você gostou de alguma.

Até ao próximo post! 😉