Marsaxlokk, uma singela aldeia

Acordamos cedo para ir conhecer essa aldeia maltesa com um nome de certo ar futurístico. Pegamos o bus em Sliema, e depois mudamos de linha no City Gate, em Valeta, para chegar até esta aldeia de pescadores. Para essa aventura usamos a tecnologia do GPS que indica todas as informações necessárias.

Acho que cometemos um erro de paragem, ou pegamos uma linha que chegaria mais cedo, mas passaria apenas próximo da aldeia. Tivemos que caminhar no calor, mas valeu a pena. Um sacrifício que se transformou em diversão e mais proximidade com a cultura local.

Avistamos um porto, caminhando mais vimos muitos figos da Índia, um castelo, enfim vivencíamos situações que se tivéssemos ido direto à aldeia não teríamos conhecido. São essas surpresas durante uma viagem que nos marca para sempre.

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Assim, descobrimos que os malteses produzem deliciosas iguarias com o figo da Índia, principalmente o licor Bajtra, que uma simpática senhora maltesa nos fez provar, e assim convenceu-nos a trazer o licor e doces.

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Caminhamos pela feirinha popular e almoçamos pescado num dos vários restaurante que existe na orla. Não fizemos uma boa escolha de restaurante. Esquecemos de consultar o TripAdvisor, consumidos que estávamos pelo calor e fome. O que valeu foi ficarmos bem próximos aos seus barcos tradicionais “Luzzu” decorados com um olho de proteção, o Olho de Osiris. Esses barcos são herança da colonização fenícia.

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Vale lembrar que se pode também chegar à aldeia utilizando o bus “hop-on hop-off”. Uma prática que nunca utilizamos, pois somos dados à aventuras de se perder. 😉 A partir desta aldeia também é possível fazer passeios de barcos até grutas.

Vamos ver o filme caseiro. 😉

Até ao próximo post! 😉

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