Uma praia francesa II

Eram apenas dois dias livres, e eu tenho sempre o espírito de conhecer algo novo. Estávamos hospedados em Armbouts Cappel, e eu não queria me afastar muito por motivo de sono ao conduzir o carro, assim  consegui convencer de conhecermos uma praia próxima, a Malo Les Bains -Sur La Plage, pois nos disseram que era uma praia bonita.

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vista para Sul

Tratando-se de uma praia urbana, a calma e beleza natural surpreendeu-me. A faixa de areia era imensa e limpa. A tonalidade da água é a habitual cor do Mar do Norte, uma espécie de verde cana. A temperatura estava agradável. E a companhia de muitas gaivotas e joaninhas.

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Muitas gaivotas

Mais uma praia com presença de salva vidas, e sem nenhum tipo de venda de produtos na areia. O estacionamento também é gratuito.

Vamos ver mais alguma fotos e filme, mas antes aviso aos queridos seguidores e seguidos por mim que estarei ausente por pouco mais de 2 semanas devido a férias fora do país. Espero voltar a vê-los no fim deste Agosto. Um abração a todos!

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Volto no fim de Agosto! 😉

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Uma praia francesa I

Tivemos 2 dias seguidos em que todos em  casa estavam livres. Partimos para a costa noroeste francesa. Não é nenhuma riviera francesa, mas deu para descansar horas, e pensar em no futuro morar para próximo do Mar do Norte.

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Zuytcoote Plage

Zuytcoote Plage foi a escolhida. Encontramos uma praia limpa, tranquila e segura. Dunas a proteger e estacionamento gratuito ao contrário das praias holandesas que falei aqui no blog. O vento trazia aos ouvidos um belo idioma, que vou me dedicar com mais seriedade aos estudos. Afinal, aqui em casa sou a única que não consegue ter um diálogo em francês.

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Vista olhando para Sul
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Vista para Norte com a Bélgica ado fundo

A Bélgica fica a 3 km dessa praia, e dá mesmo para avistar a primeira praia após a fronteira. E sabe-se que é Bélgica porque há prédios na orla ao contrário dessa praia francesa e das holandesas. Por isso, ainda não tive muita animação para um mergulho em águas salgadas na Bélgica ou mesmo ficar na areia. Parece que o stress urbano vai me aborrecer. 😊

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Muitas navalhas também conhecidas como canivetes

Vamos ao filme…

 

Até ao próximo post! 😉

Algures na Alsácia

Pela primeira vez, nós saímos com o plano de férias por concluir. O destino inicial era outro, mas as datas de transporte não casaram com as nossas datas disponíveis. Quando isso acontece nada melhor que escolher um destino parcialmente conhecido para nós. Foi assim que decidimos seguir pela terceira vez para a Itália. Saímos às 14:30hs de um domingo pensando em chegar ao destino no dia seguinte com o carro.

Comecei no comando da viagem. E partimos munidos de bebidas com cafeína. Os meus filhos gostam muito deste tipo de viagem. E o melhor é que gostam da minha condução. 😊 Imaginem agora a minha cara de orgulhosa! (muitos risos) Só não gostam quando eu vou estacionar. (ah, pq será? 😊)

Atravessamos a Bélgica, o Luxemburgo, e entramos em França. Eu no comando, ainda. A falta de um plano completo fez surgir perguntas, e o pior, as dúvidas. Onde vamos jantar? Vê aí onde estamos! Na Alsácia! Estrasburgo era a cidade grande mais próxima e a seguir entraríamos na Suíça com os seus francos suíços. Vamos perder muito tempo numa cidade grande. Vamos tentar na próxima cidade!!! Ai, é domingo! E foi assim, que surgiu em nossas vidas, Wasselonne!

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Wasselonne, a partir daquele momento, ficou famosa para nós. Lembram-se que eu estava no comando? Pois, chegou a hora de estacionar. Só protestos! 😊 Eu devo ter percorrido um terço da cidade até decidir por estacionar numa vaga. Como minha defesa, usei a alegria de estar conhecendo uma cidade que nunca ouvimos falar antes, que nunca pensaríamos como destino e que parece ser um destino para quem gosta de fazer caminhadas nesta bela região francesa com um toque alemão. Desfrutem deste passeio inesperado! Dos bons momentos inesperados da vida!

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Jantamos muito bem, e trocamos juras de retornar. 😉

Até ao próximo post desta aventura de verão! 😉

 

Relaxar na Reserva Natural Nacional du Platier d’Oye, França

Os meses em que há exame escolar são muito estressantes aqui na Bélgica. Para piorar, os meios de comunicação não se cansam de falar no assunto. É importante relaxar antes para conseguir enfrentá-lo. Resolvemos ir à uma praia pouco badalada no Noroeste de França, e que fica a menos de 2 horas de casa.

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Junto à praia há uma reserva natural, que fica entre as cidades de Calais e Gravelines. Chama-se Reserva Natural Nacional du Platier d’Oye. Ela foi moldada pela ação do mar, areia e vento, há muitos séculos atrás. É um ponto de passagem para aves migratórias.

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Eu gosto muito de observar as aves em liberdade e fotografá-las. Fiquei feliz ao conseguir clicar o voo de patos que se assustaram com a chegada de um cão na área de reserva. Andamos entre as dunas. É muito bom estar em contato com a natureza, é mesmo relaxante. Depois estivemos toda a tarde aproveitando os ares da praia. Tomar banho de mar, nem pensar! 😊 A temperatura da água não convida, infelizmente.

Vem comigo ver o vídeo que fiz desta pequena pérola ornitológica!

Vejo-te num próximo post por aí! 😉

Nos campos de Waterloo, Bélgica

Em fevereiro passado, eu li um post do blog Resumo de Livro, do Gabriel Moura, sobre o livro Waterloo, de Bernard Cornwell. Lá comentei que já conhecia várias cidades belgas, mas faltava-me justamente Waterloo. Finalmente, após 3 anos a viver na Bélgica lá fomos.

Fiquei tão deslumbrada com a paisagem de todo o campo à volta daquele monumento que se tornou naquele instante a minha foto de capa numa rede social. Saber que eu estava a pisar uma área onde ocorreu uma batalha tão importante em 1815, onde 3 exércitos (francês, inglês e prussiano) durante 4 dias de Junho daquele ano (15 a 18 de Junho) combateu o exército de Napoleão Bonaparte, foi simplesmente arrepiante, emocionante.

Para recordar a batalha foi construído um magnífico monumento. Um cone de terra com diâmetro de 169m e 41m de altura, em seu topo o Leão, símbolo da monarquia holandesa, em homenagem ao príncipe de Orange ferido em batalha. O Leão olha, com sua boca aberta, em direção à terra dos derrotados, a França Napoleónica.  No chão, a olhar para o Leão, está a derrotada Águia, símbolo da França Imperial.

Todo o complexo à volta do monumento, que inclui restaurante e museu, está aberto durante 365 dias, no entanto, justo no dia que escolhemos visitar, o dia de Todos os Santos (1/11), esta condição pode ser alterada, inclusive o horário, e assim não nos foi possível subir até ao topo.

Mais Waterloo também se tornou o nome de uma música de sucesso dos suecos ABBA, aliás foi o seu primeiro sucesso mundial em 1974, e depois em 2005 ter sido eleita a melhor canção dos 50 anos da história do Festival Eurovisão. A letra da música fala sobre uma garota que está prestes a render-se ao romance, como Napoleão teve que se render na Batalha de Waterloo, 1815.

Vamos conhecer em fotos e ouvir os Abba? 🙂

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Tot ziens! 🙂

Lille e o seu Centro

Está-se na Bélgica, dá-se um salto e está-se em França!

Foi o que fiz, mas parece que o primeiro contato visual mostra-me que o salto saiu torto. Não saiu ! Estou em Lille ! A cidade mais flamenga em França.

Mais atenção, pois antes de dar o tal salto, é bom saber que Lille em terras flamengas chama-se Rijsel.

Grote Markt Lille
Grote Markt Lille

Tot ziens! 🙂