5º dia: … em Kowloon

Continuando sobre o 5º dia… Após a visita ao Nan Lian Garden fomos tentar almoçar, mas sem sucesso. O shopping ao lado com muitos restaurantes, mas todos lotados e alguns mesmo com filas. No dia seguinte foi que percebemos que se tratava de um de feriado, uma espécie de dia de finados, mas como todo o comércio estava aberto, não nos apercebemos disso. Assim, decidimos retornar para a região do hotel pensando que íamos ter mais sorte.

Foi neste retorno à base que nos chamou a atenção a riqueza da pastelaria e confecção de pão por parte dos chineses. Em Abril, eu estava fazendo ainda um curso de pastelaria, e as imagens abaixo deu-me muita inspiração.
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Passamos também por um mercado de flores. E, estavam muitas pessoas a comprarem. Sim, tínhamos passado por ali antes, mas não estava com tanto movimento, e assim nem percebi que se tratava de um mercado.

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Até que, finalmente, chegamos no restaurante que havíamos escolhido para comer dim sum. E não é, que o restaurante também estava com fila!! :)) Começamos a desconfiar que algo estava a se passar e estávamos completamente por fora do assunto. Como eu disse, no 6º dia de viagem é que ficamos a saber o motivo, e vou explicar como é que descobrimos que era dia de finados.

Fomos à procura de outro restaurante dim sum. Como já falei em outro post, usamos a linguagem universal da mímica. Os chineses, sabendo que somos estrangeiros, trazem um menu especial com imagens e nome da carne que contém o prato. Os pratos sempre serviços com chá verde sem açúcar. Eu gosto de chá, mas sem pelo menos um adoçante é complicado. Rsrsrs Ok, embarquei no costume local, e sabe que até gostei! Essa situação fez-me lembrar uma cena de minha infância quando os meus pais, em visita a uma cidade, foram convidados a se hospedarem em casa de pessoas conhecidas sem saberem que eram seguidores da alimentação macrobiótica. Rsrsrs Graças a minha forma de ser, só eu não passei fome. Rsrsrs

Eu provei de tudo, apesar de com muita pena por serem bonitinhos e fofinhos.
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dim sum

 

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Rolos de arroz, acho eu. rsrsrs

Na retorno ao hotel passamos por uma ação coletiva de pintura de um muro com uma mensagem de conscientização pela paz.
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Já que gostamos de provar o dim sum, à noite repetimos e avançamos no pedido. Foi quando provei uma espécie de arroz com carne envolto numa flor de lotus. pela quantidade de pratos sentimos que houve algum engano ou de nossa parte ou do senhor que nos serviu. :))

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Não se preocupar. Depois entregam um menu para turistas. 🙂

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Ao lado direito era umas tripas que não gostei :))
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bolo de arroz e carne em volto em uma flor de lotus. Saboroso!

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O restaurante da noite

Até ao 6º dia desta viagem à Hong Kong!

 

 

 

5º dia: Nan Lian Garden

Para o 5º dia de nossa viagem à Hong Kong decidimos continuar a explorar Kowloon. E, eu vou falar sobre este 5º dia em dois posts.

E, assim, fomos até o Nan Lian Garden na área de Diamond Hill.  Um jardim com área de 3,5 hectares, que de tão belo e gracioso, você conseguirá descobri-lo sem muito cansaço. No entanto, reserve uma boa disponibilidade de tempo porque há muitos detalhes a serem observados, e uma enorme vontade de tirar fotos irá tomar conta de si. É, um pouco dessa sensação que tive, enquanto lá estive, que vou retratar em fotos, e em mais um vídeo caseiro.

Este jardim foi construído no estilo da Dinastia Tang (618-907 dC) e foi construído respeitando os elementos terra, pedras, árvores e água. Logo à entrada há uma placa com uma série de restrições. Eu li, mas mesmo assim fui chamada à atenção para guardar o meu selfie stick, que não estava como uma das proibições, mas o funcionário foi educado e gentil no trato. Inclusive, orientou-nos quanto ao percurso a fazer de acordo com o mapa oferecido, e conversou um pouco connosco. A visita ao jardim é gratuita!
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Após tirar as primeiras fotos com uma das primeiras rochas interessantes que vi, fomos até uma galeria chinesa de arquitetura e madeira.
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Na galeria chinesa de arquitetura e madeira

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Detalhe de uma construção em madeira dentro da galeria de arquitetura e madeira

E, continuamos o passeio a este jardim sempre encantados com a harmonia entre os elementos, e com o charme da paisagem de Hong Kong, o que me deu a sensação de estar num pequeno oásis cercada por uma “selva de concreto” (betão).
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Até que chegamos a um esplendor de templo, o Chi Lin. Infelizmente, não vi as monjas. E, neste específico canto do jardim, a vigilância se fazia sentir, pois era um lugar de muito respeito, e algumas imagens como a do Buda não era permitido fotos ou filmagens. E, sobretudo, era importante fazer silêncio! Eu fiz fotos e filmei o que era permitido. E, chamou-me a atenção a existência de pelo menos duas espécies de bonsai de cerejeira brasileira. Havia um cuidado de representar a cultura chinesa nos bonsais, e da presença harmoniosa entre bonsai e pedra. Neste mesmo recinto havia pedras de jade belíssimas, e lagoas de lótus.

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Chi Lin
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Chi Lin por dentro
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Chi Lin

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Observem o detalhe dos 2 senhores chineses
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Pedra e árvore em harmonia
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cerejeira brasileira

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Em seguida, visitamos uma outra galeria mais pequena que a primeira que era só de rochas trazidas de um rio.
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Paramos um pouco numa casa de chá para se refrescar com uma espécie de frappé, e foi neste momento que vi de forma bem marcante um dos aspetos da filosofia confuciana, a piedade filial. Um casal jovem tratava com imenso cuidado e ternura, uma senhora de muita idade.

Logo ao lado havia um restaurante vegetariano, por baixo de uma cascata, mas estava lotado. Foi quando nos apercebemos que havia muitas mulheres no jardim. Resolvemos almoçar num shopping que há ao lado do Nan Lian Garden, mas sem sucesso. Estavam todos os restaurantes superlotados, alguns deles com filas. No exterior do shopping havia muitas mulheres fazendo uma espécie de pic nic. Bem, no dia seguinte descobrimos o motivo de tantos restaurantes lotados e de tantas mulheres a passearem. Era uma espécie de feriado de finados, e, portanto, a folga de várias domésticas oriundas das Filipinas, Malásia, Indonésia, … E, nos dias de folga, disseram-nos que elas não podem ficar na casa que trabalham.
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E, agora, o vídeo…

Até a 2ª parte deste 5º dia de viagem à Hong Kong!

 

 

 

 

Dia 4: Claro,… MACAU

O 4º dia de viagem à Hong Kong, em Abril passado, foi todo dedicado à Macau. A colonização de Macau deu-se no século XVI pelos portugueses, e assim esteve sob gestão portuguesa até 1999.

O meu filho mais novo fez aniversário neste dia, e sendo português, nada melhor como  ir a um pedaço de terra que ainda está no coração e memória portuguesa. Estávamos em casa!
Chegamos a meio da manhã para apanhar o jetfoil da TurboJET no China Ferry Terminal – estação MTR Tsim Sha Tsui, mas só conseguimos bilhetes para o início da tarde. Assim, ficamos passando o tempo no próprio terminal que mais parece um pequeno shopping. No check-in foi necessário a apresentação do passaporte e preencher um pequeno formulário (bens a declarar).

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Em Macau

A viagem foi tranquila. Assim que saímos do ferry, avistamos o primeiro sinal que estávamos em casa. Foi uma sensação de alívio e orgulho ver a palavra “chegadas”. Dentro do terminal as indicações também estavam em português. Na saída do terminal quase que caíamos num golpe quando um senhor asiático falando em português suficiente e se passando por um funcionário do balcão de informações tentou nos vender um pacote para visitar Macau de carro, e tentando nos convencer que era o melhor e mais vantajoso meio. Quando fizemos as contas para Euro, e olhamos melhor para o seu crachá recuamos. Ele ainda tentou baixar e baixar o preço, enfim situação nada profissional, e recusamos.
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Foi a melhor decisão que tomamos. Bem na frente do terminal você pode pegar um bus local e pagará muito pouco (moedas). O bus é perfeitamente confortável e com indicação das paragens. E, aceita dólar de HK, caso você não tenha Patacas, a moeda de Macau.

E, os primeiros sinais de uma Macau organizada, florida, e com muitas indicações em português, enfim muitos traços da presença portuguesa em terras chinesas.

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Foto de dentro do bus

Descemos no Largo do Senado, e mais “banho” de Portugal, com a arquitetura dos prédios, as calçadas em pedra portuguesa, nomes de estabelecimentos comerciais, os nomes das ruas, largos e praças, as placas em azulejo, as igrejas, a presença dos jesuítas… (ver as imagens abaixo).

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A presença de muitos turistas, e em sua maioria asiáticos, faz vibrar o comércio de Macau. Cores, som, e muito sabor para atrair os curiosos. Lá provamos pedaços de carne de seca, apresentadas em formato de folhas, em que os vendedores cortam em pedaços para qualquer pessoa que deseje provar. Neste momento, o português desaparece, pois só os nativos mais idosos conseguem falar algum português, mesmo que um pouco encabulados. O pedaço que provei era um pouco picante. Foi interessante provar, sempre estou disposta a estas provas, mas a verdade é que não gostei do sabor.

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Na rua também distribuíram uns biscoitinhos doces. Que esses sim, deliciosos! Hummm…
Também achei em Macau um pedacinho de Brasil…

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E, assim continuamos o nosso passeio pelas ruas de Macau com destino às Ruinas de São Paulo. As ruínas são da antiga Igreja da Madre de Deus e do adjacente Colégio de São Paulo, importante complexo do século XVI destruído por um incêndio em 1835. Um importante postal de Macau e da história de Portugal. E, um exemplo único da arquitetura barroca na China. As Ruínas e a Fortaleza do Monte são Patrimônios Mundiais da Humanidade.

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Ficamos um bom tempo a descansar nesta histórica escadarias saboreando “portuguese egg tarts”, cujo sabor lembra o pastel de natas, com sumos de frutas tropicais, e admirando toda a vista de Macau incluindo o seu esplendoroso casino. Aliás, ao lado das escadarias das Ruínas há várias casas de lanches, e também servem uma sandes que muito se assemelha no visual às bifanas de Vendas Novas, em Portugal.

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Bem ao lado das Ruínas de São Paulo encontramos um templo budista dedicado a Na Tcha. Segundo uma lenda popular, Na Tcha é o 3º filho de Li Jing, o General da cidade Cheng Tan Guan. A sua mãe esteve grávida durante 3 anos. Esse templo passou a fazer parte do Centro Histórico de Macau em 2005, sendo inscrito na Lista do Património Mundial da UNESCO.

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Entre o templo e as Ruínas encontrei uma simpática rua, e claro não resisti a tirar fotos da Travessa da Paixão

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Depois seguimos para a Fortaleza do Monte que fica logo ao lado das Ruínas de São Paulo. E logo ficamos deslumbrados com a grandiosidade do Casino Grand Lisboa. São muitos os casinos existentes em Macau e empregam uma boa parte da população. Infelizmente, não deu tempo para visitá-los, até porque há um limite de horário de retorno para os ferrys. A Fortaleza foi importante quando dos ataques da Companhia Holandesa das Índias Orientais à Macau entre 1603 e 1622, e foi erguida pelos religiosos da Companhia de Jesus para defesa do Monte de São Paulo, concluída por volta de 1606. Posteriormente, entre 1617 e 1626, em posição dominante sobre o seu cume, foi erguida a chamada Fortaleza do Monte, como parte de um vasto complexo que integrava o Colégio e a Igreja de São Paulo. Este complexo era denominado como “Acrópole” e constituiu a principal estrutura defensiva da cidade, tendo se destacado quando da tentativa de invasão Holandesa em 1622. No domínio da Fortaleza encontra-se o Museu de Macau,

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Casino Grand Lisboa
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Na Fortaleza do Monte

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Por lá também encontrei mais uma placa de aviso de multa para lixo deitado ao chão. Desta vez o valor estaca em Patacas, a moeda oficial de Macau. E, vi bem perto de mim a aflição de uma senhora de idade ao deixar cair, sem querer, um guardanapo ao chão.
Aproveitei também para tirar uma foto de uma vaca bem estilosa que se encontrava dentro de uma loja bem próxima às Ruínas.

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Antes de partir de Macau, claro, fomos comer a um restaurante português e matar saudade de alguns de seus sabores tradicionais como o bacalhau e o entrecosto, além do português Sumol.

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Pelas ruas de Macau também “street food” chinesa…

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E, as bicicletas tão populares na China

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O dia passou rápido. Logo se fez noite e retornamos à Kowloon. Vejam também, a seguir, um video que fiz de Macau.

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Obrigada pela atenção! 😉

3º dia: Até ao Victoria Peak

Depois de tanto caminhar e de tantas atrações, é preciso repor energias. Então, seguindo o que havíamos programado fomos meio que almoçar, meio que jantar, em um simples restaurante, mas muito bem cotado no TripAdvisor. Como foi em Curação, repetimos a dose de comer com os nativos. Assim, seguimos para a 7-9 Butt Street, em Sheung Wan, onde fica o Sang Kee Congee Shop. Ok, podem rir como o nome da rua. 😊 Eu ri foi quando cheguei à frente e vi o menu afixado do lado de fora. A senhora do restaurante viu-nos parados à frente, com cara de “e agora, José?”, e entregou-nos uns cartazes plastificados com imagens e o nome dos pratos em inglês. Ufa!

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Entramos e dividimos a mesa redonda com os nativos, e aproveitamos para ver a agilidade deles em comer Congee, e assim não fazer mal figura. 😊 O Congee é um prato clássico da culinária chinesa, e que consiste numa papa de arroz cozinhada com carne, peixe ou vegetais e condimentos. A escolha e a entrega do pedido foram feitas através de mímica. 😊 Nós escolhemos o congee com carne de porco, mas o meu filho mais novo foi mais corajoso e pediu o de peixe. Muitas espinhas! 😊 Eu achei interessante, essas experiências que já fazem parte de nossas viagens, mas eu não pretendo repetir este prato aqui no Ocidente. 😊

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Alimentados, seguimos para a próxima atração, e que é ideal para ser vista ao fim da tarde. Mais antes de chegar às imagens desta atração, eu vou mostrar as imagens de lojas pelo caminho (que são muitas) a venderem frutos do mar desidratados e entranhas de peixes desidratadas, que são também utilizados para tratamento de saúde. E, os famosos patos lacados que estão sempre presentes na alimentação chinesa.

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E, chegamos a última atração turística do dia, o Peak Tram e o Peak Tower. É possível chegar ao Victoria Peak à pé (muita condição física), de táxi, ou a opção mais escolhida pelos turistas, o bonde vermelho (Peak Tram). Todas as informações neste site: http://www.thepeak.com.hk/ Para pegá-lo enfrenta-se uma enorme fila em caracol, que atravessa a rua, mas tudo muito organizado pelos chineses. No local da bilheteira também é possível comprar bilhetes combinados para o museu de cera Madame Tussauds, que não visitamos, pois parecia muito resumido em comparação com o de Londres que visitamos este ano. O bonde faz este percurso há mais de cem anos!

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Neste momento foi um sonoro uauuuuuu 🙂

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Optamos por subir utilizando o bonde vermelho, mas descer à pé. Gente, que ideia maravilhosa! 😊 Olha, a vista é belíssima, e você pode parar, conversar, rir muito, mas aquela descida de 27 graus de inclinação quase que acabava com minhas panturrilhas. Como sempre, vou aceitando esses desafios físicos. Na descida à pé, você conta a iluminação da lua em todo o trecho, praticamente. Mais foi super tranquilo, não nos sentimos inseguros e comentávamos sobre isso. Havia alguns jovens corajosos a subirem como prática física, não como turistas. Também passamos por luxuosos condomínios.

O Peak Tower é um complexo de lojas, um shopping, com restaurantes e com terraços onde é possível ter uma das mais belas vistas panorâmicas da Ilha de Hong Kong. Estava um belo dia para fotos e filmes. E é isso que vocês vão a seguir. Bem como, uma imagem de uma rua com muitos táxis e os populares bus na noite de Kowloon, já no retorno para o hotel.

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Até ao 4º dia em Hong Kong! 😉

3º dia: Cat Street Market, em Hong Kong

Parece que esse 3º dia não acaba nunca, não é? 😊 Sim, foi um dia cheio, o que significa que no dia seguinte, eu estava super cansada.

E, seguimos o passeio para conhecer outra atração turística muito conhecida em Hong Kong, o Cat Street Market. A rua estava tranquila e com poucos turistas. Aliás, foi a única atração em toda Hong Kong que só vi turistas ocidentais.

Ao longo de toda rua é possível encontrar muitos objetos da cultura asiática. Foram bijuterias, quadros, cartazes com Bruce Lee, porcelanas, mapas, moedas antigas, ábacos, tabuleiros de xadrez, mahjong, revistas, acessórios para os cabelos, e mesas com uma verdadeira montanha de objetos. Logo na entrada havia um casaco único, e um senhor a fazer arte do lado de fora de sua loja.  Infelizmente, alguns proprietários não permitiam fotos.

Vamos ver as imagens? Vem comigo! 😉

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Até a continuação do 3º dia! 🙂

3ª dia: Galerias de arte

Continuando o passeio do 3º dia…

Depois de visitar o Templo Men Mo na Hollywood Rd, descemos esta mesma rua para visitar outro ponto turístico da Ilha de Hong Kong. Foi quando esta rua revelou-se para nós como uma sequência de deslumbrantes galerias de arte chinesa.  Numa delas estava uma bela peça em marfim que havia sido roubada em 1864 do palácio de verão.

Não apenas encontramos arte nesta rua, também encontramos mais sinais de religiosidade e uma loja com objetos vintage.

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Peça roubada do palácio de verão em 1864

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Até a continuação do passeio neste 3º dia em Hong Kong! 😉

3º dia com atrações turísticas…

Vamos continuar o passeio pelo 3º dia em Hong Kong? 😊

Então, foi assim… Depois das voltas na roda gigante (post anterior), seguimos por uma longa passadeira que aparece nas fotos do post anterior e desaguamos nas ruas da Ilha de Hong Kong. É lá que estão instaladas as grandes empresas como verás a seguir nas fotos. Nesta passarela haviam pessoas tocando algum instrumento ou cantando, uma cena muito comum nas grandes cidades deste mundo. Só que o que mais me chamou atenção na passarela foi uma exposição sobre sexismo. E tirei fotos de um dos cartazes que dizia: Why is there always a line for the ladies’ room” (ver foto).  Deixo com vocês os comentários para este cartaz. 😊

E, seguimos na intenção de visitar o bairro Sheung Wan. E, para isso tomamos a atração turística Central Mid-Levels Escalators, que nada mais é do que a maior a escada rolante do mundo. Confesso, que não estudei bem esta parte do roteiro, então os meus filhos diziam: mãe, esta é maior escada rolante do mundo! Eu estava sem perceber o queriam dizer, mas lá fui animada. 😊 Quando terminei o primeiro lance falei para eles: Isso que é a maior escada rolante do mundo? E, eles riam-se, naturalmente. Gente, para que eu fui falar isso?! Aquilo não parava de escadas rolantes. Foram 20 lances de escada rolante que contei!!!! Depois li na net que são 800 m de escada rolante! (ver 2 fotos de trechos). E, o passeio pelo bairro foi um show de arquitetura/engenharia. Bem, só faltou-me deitar ao chão para tirar fotos. 😊 Não deitei, mas fiquei no meio da ladeira tirando foto sozinha 😊 Coisa rara aqui no blog… O Miau vai se revelar em mais uma foto.

Só que Hong Kong não é só prédios, também é arte nas paredes. E, como sou apreciadora do assunto, vou revelar dois momentos desta arte em fotos.

E, chegamos ao Templo Men Mo, mais uma atração turística. Momento de silêncio, apreciação e respeito. Uma das fotos não ficou tão bem, porque eu não consegui perceber se era permitido tirar fotos e filmar, então estava sempre com algum receio. Vale observar a forte presença das cores vermelho e amarelo. Ao contrário do Ocidente, o vermelho na China significa fortuna, alegria. E o amarelo significa terra, e foi a cor da China Imperial.

Vamos ver como foi este passeio em fotos e em mais um vídeo caseiro com som ambiente. Vem comigo! :)😉

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Grandes empresas estão lá
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exposição na passadeira
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Central Mid-Levels Escalators
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Central Mid-Levels Escalators
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Altos prédios
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Mais prédios

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Arte na rua
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Arte na rua
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Interior do Templo Men Mo
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Interior do Templo Men Mo
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Interior do Templo Men Mo
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Interior do Templo Men Mo, uma dependência ao lado

E o filme…

Até a continuação do passeio no seu 3º dia! 😉