3º dia: Até ao Victoria Peak

Depois de tanto caminhar e de tantas atrações, é preciso repor energias. Então, seguindo o que havíamos programado fomos meio que almoçar, meio que jantar, em um simples restaurante, mas muito bem cotado no TripAdvisor. Como foi em Curação, repetimos a dose de comer com os nativos. Assim, seguimos para a 7-9 Butt Street, em Sheung Wan, onde fica o Sang Kee Congee Shop. Ok, podem rir como o nome da rua. 😊 Eu ri foi quando cheguei à frente e vi o menu afixado do lado de fora. A senhora do restaurante viu-nos parados à frente, com cara de “e agora, José?”, e entregou-nos uns cartazes plastificados com imagens e o nome dos pratos em inglês. Ufa!

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Entramos e dividimos a mesa redonda com os nativos, e aproveitamos para ver a agilidade deles em comer Congee, e assim não fazer mal figura. 😊 O Congee é um prato clássico da culinária chinesa, e que consiste numa papa de arroz cozinhada com carne, peixe ou vegetais e condimentos. A escolha e a entrega do pedido foram feitas através de mímica. 😊 Nós escolhemos o congee com carne de porco, mas o meu filho mais novo foi mais corajoso e pediu o de peixe. Muitas espinhas! 😊 Eu achei interessante, essas experiências que já fazem parte de nossas viagens, mas eu não pretendo repetir este prato aqui no Ocidente. 😊

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Alimentados, seguimos para a próxima atração, e que é ideal para ser vista ao fim da tarde. Mais antes de chegar às imagens desta atração, eu vou mostrar as imagens de lojas pelo caminho (que são muitas) a venderem frutos do mar desidratados e entranhas de peixes desidratadas, que são também utilizados para tratamento de saúde. E, os famosos patos lacados que estão sempre presentes na alimentação chinesa.

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E, chegamos a última atração turística do dia, o Peak Tram e o Peak Tower. É possível chegar ao Victoria Peak à pé (muita condição física), de táxi, ou a opção mais escolhida pelos turistas, o bonde vermelho (Peak Tram). Todas as informações neste site: http://www.thepeak.com.hk/ Para pegá-lo enfrenta-se uma enorme fila em caracol, que atravessa a rua, mas tudo muito organizado pelos chineses. No local da bilheteira também é possível comprar bilhetes combinados para o museu de cera Madame Tussauds, que não visitamos, pois parecia muito resumido em comparação com o de Londres que visitamos este ano. O bonde faz este percurso há mais de cem anos!

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Neste momento foi um sonoro uauuuuuu 🙂

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Optamos por subir utilizando o bonde vermelho, mas descer à pé. Gente, que ideia maravilhosa! 😊 Olha, a vista é belíssima, e você pode parar, conversar, rir muito, mas aquela descida de 27 graus de inclinação quase que acabava com minhas panturrilhas. Como sempre, vou aceitando esses desafios físicos. Na descida à pé, você conta a iluminação da lua em todo o trecho, praticamente. Mais foi super tranquilo, não nos sentimos inseguros e comentávamos sobre isso. Havia alguns jovens corajosos a subirem como prática física, não como turistas. Também passamos por luxuosos condomínios.

O Peak Tower é um complexo de lojas, um shopping, com restaurantes e com terraços onde é possível ter uma das mais belas vistas panorâmicas da Ilha de Hong Kong. Estava um belo dia para fotos e filmes. E é isso que vocês vão a seguir. Bem como, uma imagem de uma rua com muitos táxis e os populares bus na noite de Kowloon, já no retorno para o hotel.

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Até ao 4º dia em Hong Kong! 😉

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3º dia: Cat Street Market, em Hong Kong

Parece que esse 3º dia não acaba nunca, não é? 😊 Sim, foi um dia cheio, o que significa que no dia seguinte, eu estava super cansada.

E, seguimos o passeio para conhecer outra atração turística muito conhecida em Hong Kong, o Cat Street Market. A rua estava tranquila e com poucos turistas. Aliás, foi a única atração em toda Hong Kong que só vi turistas ocidentais.

Ao longo de toda rua é possível encontrar muitos objetos da cultura asiática. Foram bijuterias, quadros, cartazes com Bruce Lee, porcelanas, mapas, moedas antigas, ábacos, tabuleiros de xadrez, mahjong, revistas, acessórios para os cabelos, e mesas com uma verdadeira montanha de objetos. Logo na entrada havia um casaco único, e um senhor a fazer arte do lado de fora de sua loja.  Infelizmente, alguns proprietários não permitiam fotos.

Vamos ver as imagens? Vem comigo! 😉

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Até a continuação do 3º dia! 🙂

3ª dia: Galerias de arte

Continuando o passeio do 3º dia…

Depois de visitar o Templo Men Mo na Hollywood Rd, descemos esta mesma rua para visitar outro ponto turístico da Ilha de Hong Kong. Foi quando esta rua revelou-se para nós como uma sequência de deslumbrantes galerias de arte chinesa.  Numa delas estava uma bela peça em marfim que havia sido roubada em 1864 do palácio de verão.

Não apenas encontramos arte nesta rua, também encontramos mais sinais de religiosidade e uma loja com objetos vintage.

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Peça roubada do palácio de verão em 1864

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Até a continuação do passeio neste 3º dia em Hong Kong! 😉

3º dia com atrações turísticas…

Vamos continuar o passeio pelo 3º dia em Hong Kong? 😊

Então, foi assim… Depois das voltas na roda gigante (post anterior), seguimos por uma longa passadeira que aparece nas fotos do post anterior e desaguamos nas ruas da Ilha de Hong Kong. É lá que estão instaladas as grandes empresas como verás a seguir nas fotos. Nesta passarela haviam pessoas tocando algum instrumento ou cantando, uma cena muito comum nas grandes cidades deste mundo. Só que o que mais me chamou atenção na passarela foi uma exposição sobre sexismo. E tirei fotos de um dos cartazes que dizia: Why is there always a line for the ladies’ room” (ver foto).  Deixo com vocês os comentários para este cartaz. 😊

E, seguimos na intenção de visitar o bairro Sheung Wan. E, para isso tomamos a atração turística Central Mid-Levels Escalators, que nada mais é do que a maior a escada rolante do mundo. Confesso, que não estudei bem esta parte do roteiro, então os meus filhos diziam: mãe, esta é maior escada rolante do mundo! Eu estava sem perceber o queriam dizer, mas lá fui animada. 😊 Quando terminei o primeiro lance falei para eles: Isso que é a maior escada rolante do mundo? E, eles riam-se, naturalmente. Gente, para que eu fui falar isso?! Aquilo não parava de escadas rolantes. Foram 20 lances de escada rolante que contei!!!! Depois li na net que são 800 m de escada rolante! (ver 2 fotos de trechos). E, o passeio pelo bairro foi um show de arquitetura/engenharia. Bem, só faltou-me deitar ao chão para tirar fotos. 😊 Não deitei, mas fiquei no meio da ladeira tirando foto sozinha 😊 Coisa rara aqui no blog… O Miau vai se revelar em mais uma foto.

Só que Hong Kong não é só prédios, também é arte nas paredes. E, como sou apreciadora do assunto, vou revelar dois momentos desta arte em fotos.

E, chegamos ao Templo Men Mo, mais uma atração turística. Momento de silêncio, apreciação e respeito. Uma das fotos não ficou tão bem, porque eu não consegui perceber se era permitido tirar fotos e filmar, então estava sempre com algum receio. Vale observar a forte presença das cores vermelho e amarelo. Ao contrário do Ocidente, o vermelho na China significa fortuna, alegria. E o amarelo significa terra, e foi a cor da China Imperial.

Vamos ver como foi este passeio em fotos e em mais um vídeo caseiro com som ambiente. Vem comigo! :)😉

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Grandes empresas estão lá
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exposição na passadeira
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Central Mid-Levels Escalators
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Central Mid-Levels Escalators
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Altos prédios
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Mais prédios

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Arte na rua
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Arte na rua
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Interior do Templo Men Mo
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Interior do Templo Men Mo
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Interior do Templo Men Mo
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Interior do Templo Men Mo, uma dependência ao lado

E o filme…

Até a continuação do passeio no seu 3º dia! 😉

 

 

 

 

 

Na roda gigante de Hong Kong

Agora começa o 3º dia da estadia em Hong Kong. Vem comigo passear pela Ilha de Hong Kong

Enquanto caminhávamos em Kowloon em direção a tomar a balsa que faz a travessia até a Ilha de Hong Kong, passamos pelo mais tradicional e sofisticado hotel da cidade, e um dos mais caros do mundo, o Hotel The Peninsula. E, logo em seguida, por uma construção que combinava o moderno com o tradicional. Mais à frente passamos por um bus de 2 andares com a imagem dos três astros de futebol mais adorados na China, Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar Jr. E, eu não perdi uma oportunidade para foto. 😉

A conhecida balsa verde para atravessar o braço de mar que separa o continente da ilha é a preferida de travessia dos turistas, pois como são abertas lateralmente é possível ir desfrutando da paisagem, e ir tirando fotos.

Assim que desembarcamos na Ilha de Hong Kong foi possível ver que é daquela lado que estão instaladas as mais conhecidas empresas do mundo. O terminal (Central Ferry) tem uma área à volta bastante ampla, e é nesta área que está instalada uma roda gigante (Hong Kong Observation Wheel). Não é o espetáculo da roda de Londres, mas cumpre a sua função de boas vistas e diversão. Cada cabine suporta 8 pessoas, e dão mais do que uma volta ao contrário do London Eye. E, também é bem mais barata de andar. 😊

Ainda nesta área há uma estátua colorida de um tubarão, e aproveitei para fazer uma gracinha e um dos filhos tirou-me uma foto na boca do tubarão. Nem pensem, não vou mostrar. 😊

E vamos ver imagens desta primeira parte do 3º dia e mais um filme caseiro. Espero que apreciem. Estou tentando o aperfeiçoamento dos vídeos. 😉

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The Peninsula
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O moderno e o tradicional
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Os 3 queridos dos chineses
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Vista de Kowloon
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A balsa verde
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Hong Kong Observation Wheel
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Central Ferry e vista de Kowloon
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Vista de prédios da Ilha de Hong Kong e da passarela 
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Vista geral da Central Ferry
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Ilha de Hong Kong – prédios e montanhas
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Prédios da Ilha de HK e rotunda à inglesa
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Hong Kong Observation Wheel

 

Até a continuação do 3º dia em Hong Kong! 😉

 

 

 

Cheguei na tal China

Essa viagem foi, sem dúvida, uma grande aventura. A começar pelas horas de viagem, entre 11 e 12hs de viagem até ao destino. Embarcamos no aeroporto Schiphol, em Amsterdam. O aeroporto fica a 2 horas de carro daqui de casa. A partir da semana que viajamos (2 de Abril) é que começaram a ter voos diretos para Hong Kong a partir da Bélgica. É de chorar !

Eu levei o carro até ao aeroporto. O que é sempre algum stress, porque até lá há muitos trechos de estrada com diferentes limites de velocidade. E, ainda há um longo trecho cujo limite é de 100 Km/h, em que há um aviso a dizer que nossa velocidade inicial e final será registrada, assim eles vão saber quanto tempo o motorista levou para percorrer esse trecho. E, se não obedeceu o  limite, a multa segue para casa. A questão é que eu nunca sei onde termina esse registro, simplesmente porque não é avisado, claro. Um outro trecho que era suposto o limite ser de 130Km/h, estava a ser percorrido a 50Km/h e depois reduzido para 30Km/h devido a avaria de um carro, e como não havia berma suficiente para o carro com problemas, temos mesmo que obedecer o limite de segurança imposto.

Chegando ao estacionamento é outra novela para encontrar uma vaga, sem falar que era um enorme estacionamento com trechos em terra batida. Tudo retirado do carro, seguimos para esperar o bus que nos levará ao aeroporto. Sim, o aeroporto de Amsterdam é enorme, mas depois que vi as dimensões do aeroporto de Hong Kong, nunca mais reclamarei das dimensões do Schiphol.

Voamos pela Cathay Pacific. Não tenho nada de negativo a reportar. Tripulação simpática e gentil. Sempre prontos a servir. Aliás, foi já uma prévia do que encontramos em território chinês. Deu para ler, ver 3 filmes, ouvir 2 álbuns, jogar xadrez com um dos meus filhos e cochilar. Já no avião, tudo está indicado em inglês e em cantonês. Isso mesmo, cantonês! Aprendi que dizemos mal quando referimos que falam chinês em Hong Kong. O embarque foi por volta das 13hs. Chegamos à Hong Kong ao amanhecer, por volta das 6hs e pouco.

Eu li, recentemente, que o aeroporto de Hong Kong é o 8º maior do mundo em movimento, e a sua instalação foi construída a partir de una pequena ilha, Chek Lap Kok, que foi devastada pouco a pouco, colocando seus resíduos sobre o mar para ganhar terreno e formar uma ilha maior.

Após realizar as tarefas protocolares que há em todo o aeroporto, fomos trocar Euros por Dólares de Hong Kong. A equivalência é simples, basta levar em conta que 1€ é aproximadamente igual a HK$ 10. Em seguida, fomos tratar de comprar um cartão para celular, o que é muito útil para navegar em qualquer lado, ao contrário de uma outra oferta que havia no aeroporto para wi-fi. Nós soubemos antes, e comprovamos depois que não funciona bem esta modalidade.

Estávamos com todas as informações em mãos, porque uma viagem como esta tem que ser bem planejada. Afinal, viajamos com 2 menores de idade também. Assim, seguimos para apanhar o shuttle que contratamos para nos levar até ao hotel. Nos primeiros momentos não era fácil entender o inglês com sotaque asiático, mas nada que uma mímica não resolvesse o entendimento. Aliás, essa linguagem universal (mímica) foi muito útil em outros momentos desta aventura. 😉

Enfim, as primeiras imagens de Hong Kong! E calor ! E a humidade! :)) Eu estava encantada com a quantidade e altura dos prédios. As estradas eram largas com 4 ou 5 faixas. Passamos por um porto com imenso movimento de cargas, o que só veio a comprovar a força da presença da China no mercado mundial. O porto começava em Tsing Yi e continuava por território da China continental em Kowloon. Era extenso! Finalmente chegamos ao hotel (Royal Plaza Hotel) que fica localizado do outro lado da ilha de Hong Kong, em Kowloon.  Optamos por ficar hospedados em Kowloon, porque achamos que havia mais locais de visita ao nosso agrado, e por nos parecer ter mais características chinesas do que a Ilha de Hong Kong que é mais voltada ao turismo.

Neste primeiro dia estávamos muito cansados da viagem, e precisávamos descansar as cabeças com a quantidade de informação retida e, também, nos preparar para adaptação rápida ao fuso, que assim não fomos a lugar algum, mas tudo dentro do planejado. Ainda conseguimos tomar o café da manhã, e foi quando tivemos os primeiros contatos com a gastronomia oriental (Dim Sum, noodles, loempia, ramen, etc)

Nós próximos posts tentarei ser mais resumida. 😊 Vamos ver algumas poucas fotos deste primeiro dia, ainda dentro do shuttle.

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Primeiro contato com a gastronomia local no hotel

Tot ziens! 😉