A despedida de Hong Kong

E chegou o dia de se despedir de Hong Kong. Foi um lindo amanhecer, que nos deu a esperança de novas aventuras.

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Tínhamos a manhã e uma boa parte da tarde livre. Resolvemos retornar ao Ladies Market, pois estava bem próximo do hotel. Foi caminhando pelas ruas próximas, que descobrimos um delicioso sorvete (gelado) de batata doce com casquinho de Oreo. Irresistível ! Delicioso!

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O último dia foi num domingo, então como já contei em um dos posts desta viagem à Hong Kong, as mulheres que trabalham como empregadas domésticas não podem passar o dia na residência que trabalham, então elas ficam nos parques, e até mesmo na rua, nos passeios, onde fazem um pic nic.

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Logo após saborear o sorvete de batata doce, fui para um canto à sombra, e fiquei à espera que os filhos terminassem de saborear o deles. Foi neste momento que aconteceu uma cena inesperada. Eu estava de chapéu e óculos de sol, passam 3 jovens asiáticas e sorriem para mim. Devolvo o sorriso. Elas retornam e perguntam-me se poderiam tirar uma foto. Eu fiquei um pouco sem jeito e resolvi confirmar a pergunta. Vocês querem que eu tire uma foto vossa ? E elas: Não, queremos tirar uma foto consigo. Fiquei super envergonhada, mas aceitei. Lembrei de alguém ter me contado que os asiáticos gostam muito dos rostos ocidentais. Bem, a foto não vou publicar aqui. 😊 As jovens eram da Indonésia.

No caminho de volta ao hotel tirei uma foto de um bus bastante popular em Kowloon.

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Chegou a hora de fazer check-out no hotel, e irmos de transportes públicos até o aeroporto. Lembrando que os transportes públicos (metro e ferry) são muito eficientes em Hong Kong. Nós descemos numa das estações do metro e fizemos o check-in na Katay. A empresa recolhe as malas nesta estação, e seguimos no metro, sem malas, até ao aeroporto.

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Chegando ao aeroporto de Amsterdam, após uma longa viagem, avistei um imponente corvo. Eu gosto muito de observar as aves em liberdade.

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E foi tudo! Espero que tenham gostado do diário de bordo desta viagem, das fotos e dos vídeos. Desculpem os possíveis erros de português. Como convivo com o português de Portugal e do Brasil, além de outras línguas, por vezes, sinto que escrevo numa nova língua. 🙂

Valeu, Hong Kong! 😉

7ª dia: Show de luzes em Hong Kong

O Show de Luzes é uma homenagem de Hong Kong à cidade e seu povo. Ele acontece todos os dias às 20hs, e dura aproximadamente 15 minutos.

Depois de visitar a aldeia de Tai O, pegamos um bus que nos levou até a estação de ferry, pegamos o ferry com destino à Hong Kong e depois, outro ferry para Kowloon. Parece incrível, mas chegamos com alguma folga de tempo em Kowloon. Tudo foi possível neste longo dia, graças à nossa organização e tomar cedo o café da manhã no hotel.

Já que tínhamos algum tempo até o início do show de luzes fomos até próximo ao Parque Central de Kowloon e fui rever uns bonecos simpáticos que havia avistado do outro lado da rua. Era o Fun Park de um patrocinador, talvez um evento temporário. Adivinhem qual escolhi para tirar uma foto ! 🙂

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Depois seguimos para a Promenade de Kowloon. Passamos novamente pelo Jardim dos Artistas, e aproveitamos para mais algumas fotos, junto às mãos de Jackie Chan, e na estátua de Bruce Lee.

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Mãos do Jackie Chan

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Bruce Lee

Nós tentamos chegar à tempo do show de luzes nos dias anteriores desta viagem, mas não conseguimos. Ficou mesmo para o penúltimo dia, e tinha de dar certo, pois era a nossa última oportunidade. E deu! Ficamos no lado de Kowloon, na Promenade Tim Sha Tsui.

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O espetáculo não nos impressionou muito. Parece que o show de luzes é mais espetacular durante feriados e datas especiais. O que vimos foram as luzes de importantes prédios como HSBC Building e Bank of China Building, bem como alguns canhões de luzes. Não ouvimos nenhuma música.

Depois de um dia de muitas atrações seguimos para o hotel e jantamos no shopping Moko que tem ligação com o Royal Plaza Hotel. Escolhemos o Jamie Oliver’s Super Sandwiches. Esperava mais sabor, mas além da sopa que estava deliciosa nada nos impressionou: classic beef & caramelized onion burger with french fries, beef lasagna with french fries, Oliver’s master club with french fries (já comi esta opção melhor em Albufeira, Portugal).

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Vamos ver um vídeo curto de como foi o show de luzes. 😉

Até ao último post sobre a viagem à Hong Kong! 😉

5º dia: … em Kowloon

Continuando sobre o 5º dia… Após a visita ao Nan Lian Garden fomos tentar almoçar, mas sem sucesso. O shopping ao lado com muitos restaurantes, mas todos lotados e alguns mesmo com filas. No dia seguinte foi que percebemos que se tratava de um de feriado, uma espécie de dia de finados, mas como todo o comércio estava aberto, não nos apercebemos disso. Assim, decidimos retornar para a região do hotel pensando que íamos ter mais sorte.

Foi neste retorno à base que nos chamou a atenção a riqueza da pastelaria e confecção de pão por parte dos chineses. Em Abril, eu estava fazendo ainda um curso de pastelaria, e as imagens abaixo deu-me muita inspiração.
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Passamos também por um mercado de flores. E, estavam muitas pessoas a comprarem. Sim, tínhamos passado por ali antes, mas não estava com tanto movimento, e assim nem percebi que se tratava de um mercado.

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Até que, finalmente, chegamos no restaurante que havíamos escolhido para comer dim sum. E não é, que o restaurante também estava com fila!! :)) Começamos a desconfiar que algo estava a se passar e estávamos completamente por fora do assunto. Como eu disse, no 6º dia de viagem é que ficamos a saber o motivo, e vou explicar como é que descobrimos que era dia de finados.

Fomos à procura de outro restaurante dim sum. Como já falei em outro post, usamos a linguagem universal da mímica. Os chineses, sabendo que somos estrangeiros, trazem um menu especial com imagens e nome da carne que contém o prato. Os pratos sempre serviços com chá verde sem açúcar. Eu gosto de chá, mas sem pelo menos um adoçante é complicado. Rsrsrs Ok, embarquei no costume local, e sabe que até gostei! Essa situação fez-me lembrar uma cena de minha infância quando os meus pais, em visita a uma cidade, foram convidados a se hospedarem em casa de pessoas conhecidas sem saberem que eram seguidores da alimentação macrobiótica. Rsrsrs Graças a minha forma de ser, só eu não passei fome. Rsrsrs

Eu provei de tudo, apesar de com muita pena por serem bonitinhos e fofinhos.
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dim sum

 

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Rolos de arroz, acho eu. rsrsrs

Na retorno ao hotel passamos por uma ação coletiva de pintura de um muro com uma mensagem de conscientização pela paz.
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Já que gostamos de provar o dim sum, à noite repetimos e avançamos no pedido. Foi quando provei uma espécie de arroz com carne envolto numa flor de lotus. pela quantidade de pratos sentimos que houve algum engano ou de nossa parte ou do senhor que nos serviu. :))

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Não se preocupar. Depois entregam um menu para turistas. 🙂

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Ao lado direito era umas tripas que não gostei :))
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bolo de arroz e carne em volto em uma flor de lotus. Saboroso!

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O restaurante da noite

Até ao 6º dia desta viagem à Hong Kong!

 

 

 

5º dia: Nan Lian Garden

Para o 5º dia de nossa viagem à Hong Kong decidimos continuar a explorar Kowloon. E, eu vou falar sobre este 5º dia em dois posts.

E, assim, fomos até o Nan Lian Garden na área de Diamond Hill.  Um jardim com área de 3,5 hectares, que de tão belo e gracioso, você conseguirá descobri-lo sem muito cansaço. No entanto, reserve uma boa disponibilidade de tempo porque há muitos detalhes a serem observados, e uma enorme vontade de tirar fotos irá tomar conta de si. É, um pouco dessa sensação que tive, enquanto lá estive, que vou retratar em fotos, e em mais um vídeo caseiro.

Este jardim foi construído no estilo da Dinastia Tang (618-907 dC) e foi construído respeitando os elementos terra, pedras, árvores e água. Logo à entrada há uma placa com uma série de restrições. Eu li, mas mesmo assim fui chamada à atenção para guardar o meu selfie stick, que não estava como uma das proibições, mas o funcionário foi educado e gentil no trato. Inclusive, orientou-nos quanto ao percurso a fazer de acordo com o mapa oferecido, e conversou um pouco connosco. A visita ao jardim é gratuita!
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Após tirar as primeiras fotos com uma das primeiras rochas interessantes que vi, fomos até uma galeria chinesa de arquitetura e madeira.
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Na galeria chinesa de arquitetura e madeira

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Detalhe de uma construção em madeira dentro da galeria de arquitetura e madeira

E, continuamos o passeio a este jardim sempre encantados com a harmonia entre os elementos, e com o charme da paisagem de Hong Kong, o que me deu a sensação de estar num pequeno oásis cercada por uma “selva de concreto” (betão).
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Até que chegamos a um esplendor de templo, o Chi Lin. Infelizmente, não vi as monjas. E, neste específico canto do jardim, a vigilância se fazia sentir, pois era um lugar de muito respeito, e algumas imagens como a do Buda não era permitido fotos ou filmagens. E, sobretudo, era importante fazer silêncio! Eu fiz fotos e filmei o que era permitido. E, chamou-me a atenção a existência de pelo menos duas espécies de bonsai de cerejeira brasileira. Havia um cuidado de representar a cultura chinesa nos bonsais, e da presença harmoniosa entre bonsai e pedra. Neste mesmo recinto havia pedras de jade belíssimas, e lagoas de lótus.

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Chi Lin
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Chi Lin por dentro
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Chi Lin

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Observem o detalhe dos 2 senhores chineses
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Pedra e árvore em harmonia
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cerejeira brasileira

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Em seguida, visitamos uma outra galeria mais pequena que a primeira que era só de rochas trazidas de um rio.
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Paramos um pouco numa casa de chá para se refrescar com uma espécie de frappé, e foi neste momento que vi de forma bem marcante um dos aspetos da filosofia confuciana, a piedade filial. Um casal jovem tratava com imenso cuidado e ternura, uma senhora de muita idade.

Logo ao lado havia um restaurante vegetariano, por baixo de uma cascata, mas estava lotado. Foi quando nos apercebemos que havia muitas mulheres no jardim. Resolvemos almoçar num shopping que há ao lado do Nan Lian Garden, mas sem sucesso. Estavam todos os restaurantes superlotados, alguns deles com filas. No exterior do shopping havia muitas mulheres fazendo uma espécie de pic nic. Bem, no dia seguinte descobrimos o motivo de tantos restaurantes lotados e de tantas mulheres a passearem. Era uma espécie de feriado de finados, e, portanto, a folga de várias domésticas oriundas das Filipinas, Malásia, Indonésia, … E, nos dias de folga, disseram-nos que elas não podem ficar na casa que trabalham.
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E, agora, o vídeo…

Até a 2ª parte deste 5º dia de viagem à Hong Kong!

 

 

 

 

Na roda gigante de Hong Kong

Agora começa o 3º dia da estadia em Hong Kong. Vem comigo passear pela Ilha de Hong Kong

Enquanto caminhávamos em Kowloon em direção a tomar a balsa que faz a travessia até a Ilha de Hong Kong, passamos pelo mais tradicional e sofisticado hotel da cidade, e um dos mais caros do mundo, o Hotel The Peninsula. E, logo em seguida, por uma construção que combinava o moderno com o tradicional. Mais à frente passamos por um bus de 2 andares com a imagem dos três astros de futebol mais adorados na China, Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar Jr. E, eu não perdi uma oportunidade para foto. 😉

A conhecida balsa verde para atravessar o braço de mar que separa o continente da ilha é a preferida de travessia dos turistas, pois como são abertas lateralmente é possível ir desfrutando da paisagem, e ir tirando fotos.

Assim que desembarcamos na Ilha de Hong Kong foi possível ver que é daquela lado que estão instaladas as mais conhecidas empresas do mundo. O terminal (Central Ferry) tem uma área à volta bastante ampla, e é nesta área que está instalada uma roda gigante (Hong Kong Observation Wheel). Não é o espetáculo da roda de Londres, mas cumpre a sua função de boas vistas e diversão. Cada cabine suporta 8 pessoas, e dão mais do que uma volta ao contrário do London Eye. E, também é bem mais barata de andar. 😊

Ainda nesta área há uma estátua colorida de um tubarão, e aproveitei para fazer uma gracinha e um dos filhos tirou-me uma foto na boca do tubarão. Nem pensem, não vou mostrar. 😊

E vamos ver imagens desta primeira parte do 3º dia e mais um filme caseiro. Espero que apreciem. Estou tentando o aperfeiçoamento dos vídeos. 😉

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The Peninsula
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O moderno e o tradicional
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Os 3 queridos dos chineses
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Vista de Kowloon
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A balsa verde
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Hong Kong Observation Wheel
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Central Ferry e vista de Kowloon
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Vista de prédios da Ilha de Hong Kong e da passarela 
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Vista geral da Central Ferry
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Ilha de Hong Kong – prédios e montanhas
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Prédios da Ilha de HK e rotunda à inglesa
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Hong Kong Observation Wheel

 

Até a continuação do 3º dia em Hong Kong! 😉

 

 

 

Fim do passeio no 2º dia, Kowloon

Como eu disse no post anterior, ficamos no Kowloon Park até a decisão de irmos jantar. E, decidimos comer a um restaurante japonês. O escolhido foi o Ichiran, também em Kowloon.  Optamos por comer Ramen e beber chá verde e soda japonesa. Vale dizer que Ramen, em holandês, significa janelas. 😊

O Ramen é um prato de massa tradicional da China que foi introduzido no Japão. A composição do Ramen consiste em massa chinesa, caldo, aos quais se adicionam vários ingredientes, tais como chashu (carne de porco assada), rebentos de bambu, cebolinho, etc. Na mesa estava um papel para escolhermos como queríamos a composição do nosso Ramen. Seguimos as instruções que surgiam numa tela em frente a nós.

Bem, eu estou bem lembrada nos primeiros posts a contar esta aventura que nos comentários disseram para eu ser bem detalhada. Já não podem voltar atrás. Lollll  Aconteceu que fui ao toilet e esqueci-me que estava num restaurante japonês. São famosos os toilets no Japão pela sua tecnologia, e por todas as instruções estarem em japonês. Pois, não é que o toilet era um pouco assim. Eu tirei fotos !!!!! A pensar em vocês, meus queridos seguidores. Ufa, estava lá o push! Para o lavatório também estava presente a tecnologia.

O restaurante era muito movimentado e com fila em seu exterior. Assim, fomos logo embora em direção ao hotel e eis que já bem perto do hotel, registro uma cena adorável. Eram vários grupos de pessoas idosas a cantarem e dançarem. Achei tão lindo! Foi um dia perfeito! Eu filmei um desses grupos. Aliás, eu notei muito cuidado com os idosos por parte de pessoas jovens em vários locais de Hong Kong. Eles seguem a piedade filial, que é uma virtude de respeito aos seus pais e antepassados.

Vamos ver as cenas deste fim de 2º dia e o filme que falei!

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Ramen, chá verde, soda japonesa
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No lavatório segui os desenhos
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Ufa, estava lá uma seta! :)))

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Até as aventuras do 3º dia! 😉

Kowloon Park

Depois estar um bom tempo a descansar na Tsim Sha Tsui Promenade em Kwoloon, seguimos a caminhar com destino ao Kwoloon Park.

Sempre atentos a tudo à volta, começamos a observar outro traço da cultura oriental que é a presença do dragão. O dragão está em quase todo lado, mas só tirei foto de um que jorrava água. Caminhando e observando as largas avenidas, os prédios altos e modernos, e, sem saber de sua existência, descobrimos o Garden of Stars, que foi motivo para mais uma pausa e muitas fotos. O Garden of Stars é uma homenagem aos artistas chineses. Só reconheci o Bruce Lee e Jackie Chan.

Apesar dos muitos prédios, notei que há uma atenção especial para a existência de pequenos espaços verdes. Passamos por um espaço para as crianças brincarem, que estava impecavelmente limpo.

E, finalmente, chegamos ao Kowloon Park. A primeira foto que tirei no parque foi de uma grande placa de proibição com a multa estipulada. Não era de todo uma novidade para mim, pois antes de viajarmos, além de planejar a viagem e colocá-la em papel, também assistimos a vídeos. Só que ver a situação pessoalmente ainda causa muita impressão. A placa era de proibição de fumar e a multa era de HK$ 1500, ou seja, 150€. É bastante! Encontrei outras placas ao longo da viagem e com formas diferente. Vou mostrá-las durante os posts. Houve uma proibição que me escapou a foto, e por acaso era interessante. Foi no metro e a proibição era de trazer balões com LEDs dentro.

O parque era composto de vários ambientes com muito verde, bancos para descansar, muitas fontes, lagos, uma pequena cachoeira onde os pássaros iam beber água bem no topo dela, aviários com aves brasileiras; e ao redor do parque ainda havia um shopping center e uma área de lazer com piscinas onde não era permitida fotos dos recintos, e respeitei porque a multa também era pesada. O parque era frequentado por pessoas das mais diferentes faixas etárias. Estavam muito jovens em pequenos grupos. Um deles parecia estar passando o texto de alguma peça de teatro. Também vimos pessoas a usarem máscaras de proteção, aliás muito comum em todos os espaços que estivemos.

Descansamos por muito tempo no parque, pois caminha-se muito em Hong Kong. Aproveitamos para tirar muitas fotos e fazer filmes pessoais. Até que decidimos ir jantar e pelo caminho passamos por uma grande mesquita. A existência de uma grande comunidade de muçulmanos em Hong Kong também foi uma surpresa, talvez provenientes de outros países asiáticos de maioria muçulmana, que vão trabalhar para Hong Kong.

E a seguir, vem as fotos sobre tudo isso que escrevi, ainda no 2º dia de viagem, e um filme que fiz do aviário com papagaios-verdadeiros e com som original. Eu gosto muito de observar as aves. Quase em todos lugares que vou passear, tento tirar fotos de aves, e lá fiz a festa. 😊 Espero que apreciem! 🙂

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Garden of Stars
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Garden of Stars

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Placa no Kowloon Park
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Kowloon Park
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Kowloon Park
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Kowloon Park
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Aviário Kowloon Park
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Prédios à volta do Kowloon Park
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Shopping e recinto de piscinas – Kowloon Park
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Mesquita em Kowloon
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Prédios enormes

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E o vídeo do aviário do Kowloon Park com aves brasileiras:

 

Até à próxima aventura em Hong Kong! 😉