O último trem de Hiroshima, o livro

download.jpegEste livro não é nada fácil de ser lido. Há muito sofrimento entre as páginas de uma história que, infelizmente, é verdadeira. Assim, segue o livro sobre tudo que aconteceu nos ataques a Hiroshima e Nagasaki, e em ricos detalhes sobre trinta pessoas que ao terem saído de Hiroshima rumo a Nagasaki acabaram por sofrer as consequências de um duplo ataque, em especial a história de sobrevivência de uma delas, Tsutomu Yamaguchi.

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Tsutomu Yamaguchi, fonte Google

Eu tenho dificuldade em ler livros com personagens de nomes asiáticos. Tenho que estar escrevendo num papel à parte os seus nomes, mas o autor deste livro, Charles Pellegrino,parece que pensou nas pessoas com esta dificuldade, então no final do livro está um apêndice com todos os nomes e uma breve explicação sobre a personagem. Ufa! 🙂

Fala-se nos ataques devastadores de Hiroshima e Nagasaki, onde foram usadas armas nucleares, pela primeira vez contra humanos, mas houve também um sequência de ataques com bombas incendiárias em outras cidades japonesas, bem como em Hiroshima e Nagasaki. Episódios que os senhores da guerra parecem insistir em que tenham sido um prólogo na história da civilização. Em momentos de nossa História parece que uma amnésia perigosa afeta a civilização, e as pessoas começam a esquecer o poder das bombas atômicas, e ao redor do mundo, em muitos idiomas as palavras “nuke them” (joga a bomba neles) são proferidas irresponsavelmente.

No livro conhecemos que o termo “Ground Zero” originou-se com os ataques às cidades, e que em Hiroshima cobria quase um quilômetro. Também com a leitura deste livro vim saber que há negadores da radiação. Bem, não é de se espantar de todo, num mundo que nega a evolução, que afirma que a Terra é plana, ou ainda que o nazismo não é de Direita. Não é verdade?

Yamaguchi, um dos personagens mais citados, era um homem bondoso que via o ódio nos outros e tentava amenizá-lo, via a ignorância e tentava substituí-la pela sabedoria, via o desespero e tentava dar esperança. Nas suas últimas semanas de vida, passou a missão a um pequeno, mas dedicado grupo de cineastas e escritores, para que evitem que aconteça novamente.

A peculiar distinção dada a quem estava no ponto zero foi atribuída a uma viúva de 35 anos e a meia dúzia de monges. A casa da sra. Ayoma estava ligada de um lado a um templo budista. Ela experimentou uma das mortes mais rápidas de toda a história da humanidade. “Antes que algum nervo começasse a perceber a dor, ela e seus nervos deixaram de existir”.  Há registros no livro do que aconteceu a outros seres vivos como a impressão na parede da sombra de uma folha recém caída da videira. As plantas viveriam só mais alguns instantes. Pássaros caíram mortos no chão, com asas e penas queimadas.

Muitos detalhes técnicos sobre a bomba nuclear e os aviões que as lançaram encontram-se no livro. A parte ativa da bomba era muito pequena, ocupava um terço do volume de uma bola de golfe. O volume total de urânio reativo era pouco mais do que duas colheres de chá rasas.  O invólucro da bomba era quente e vivo. Após 3 décimos de segundos, a bomba já não existia, seguiram-se os tremores. E o relógio, em Hiroshima, parou às 8:15hs da manhã.

Muitas cenas horrorosas são descritas, em que mulheres sentadas no exterior estavam pegando fogo e carbonizando antes que seus nervos começassem a transmitir dor, a onda de choque interveio. Em que árvores despedaçavam e voaram em pedaços chamejantes. Em.que as lápides de granito ardiam em uma cor vermelho-cereja. Em que pequeninas mãos dadas de uma criança foram encontradas perto do guidão causticante do seu triciclo. Em que uma professora é atingida pela luz com intensidade  de quatro ou cinco dias de verão, marcando sua pele com a caligrafia de uma criança morta. Em que paredes e outras estruturas verticais preservaram as sombras de pessoas e objetos. Em que avistava-se uma chuva de papéis chamejantes e farrapos de roupas ardentes caía do céu, além de telhados despedaçando-se no ar. Em que uma mulher vestida em preto desapareceu por completo. As peças de roupas pretas muito comuns foram atrativas e transformaram-se em chamas e cinzas, arrancando a pele. Eram tantos corpos que não se podia saber se estavam deitadas de barriga ou de costas.

Há muitas cenas chocantes. A pior para mim foi a de um homem, que passava na rua como um pássaro sem pedir ajuda, não notava que o olhavam, e só emitia o som de um clique ritmado no piso, como se estivesse dançando com sapatos de metal, só que ele não estava com sapatos, nem mesmo pés, era o som das pontas de suas tíbias lascando-se e quebrando-se a cada passo contra o pavimento. Na mitologia japonesa, os fantasmas não tinham pés.

Os depoimentos revelaram que havia um certo clima de intuição antes do lançamento da bomba. Crianças em Hiroshima pareciam não querer ir à escola, como uma premonição sobre o que se passaria. Um estudante da 5a série foi direto e disse: “Hiroshima vai ser totalmente destruída hoje“.

Muitos pais sofriam quando se lembravam dos desejos não realizados de seus filhos. Uma chuva de grandes gotas começava a tingir a pele de negro, proveniente da fuligem na estratosfera de Hiroshima e os produtos de fissão da nuvem. Enquanto, um padre liderava uma trilha de formigas humanas. E por falar nesta cena, descobriu-se mais tarde que o sistema de reparação do DNA de uma mosca são quase 200 vezes mais eficiente que do homem.

Os sobreviventes sofriam com as autoridades que os converteram em fugitivos, e mandavam-os de volta quando eram vistos. E também de moradores de outras cidades com ameaças e violência mortal. Eu penso que tal situação aconteceu porque nas primeiras horas e até dias não se soube exatamente o que havia acontecido. Pensavam que era uma situação de doença rara.

Encontraram uma estátua intacta num lugar onde nada ficou de pé, mas na verdade, essa estátua era um homem nu parado, de pé, com braços e pernas abertos. O homem transformou-se por completo em carvão. Também encontraram no campo um trem cheio de caroços negros que eram passageiros em seus assentos num trem sem janelas e teto. Noutro trem começava a viagem de outro sobrevivente, Kenshi, que levava os ossos de sua mulher, Setsuko à casa dos pais, no último trem de Hiroshima para Nagasaki. Ao chegar em Nagasaki, a bomba arrancou a tampa da tigela de casamento, atirando os ossos para longe. Lamentava-se Kenshi: “toda essa viagem“.

No livro também há todo um relato do ponto de vista do piloto responsável pelo lançamento da bomba. Antes do lançamento foram feitos vários vôos de estudos. Após o lançamento, o próprio piloto perguntava-se: o que fizemos?. Estimativas preliminares chegaram a 100 mil vítimas. Em Nagasaki, o número de vítimas foi maior. Grande parte do equipamento de filmagem e do filme tinha sido danificada.

O presidente norte americano revelou ao mundo horas depois, e apesar disso, e apesar dos panfletos lançados, o silêncio de Tóquio era um deserto, um silencioso desprezo. Foram ainda feito vários bombardeios com 152 aviões B-29 sobre o Japão. No livro é citado como comparação de estrago, a queda de um fragmento solar ao redor de Tunguska, em 30 de junho de 1908. Stalin soube antes da existência da bomba e capturou metade dos cientistas alemães de foguetes.

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Tunguska, fonte Google

O relato sobre o ataque em Nagasaki é citado como uma surpresa, pois em Hiroshima, o ataque foi com céu azul e claro, pois os americanos não atiravam sem ver o chão. O céu em Nagasaki estava com muitas nuvens, mas o piloto conseguiu de último momento um clarão entre nuvens. E a detonação foi 3 vezes pior que em Hiroshima. E apesar de em toda a história do ataque referir-se a Nagasaki, na verdade a bomba foi lançado ao subúrbio de Urakami. Nagasaki não foi o “Ground Zero“. Há quem considerou a cidade uma nova Pompéia. Outros que era a sucursal do inferno na Terra. A seguir, novamente, a mesma chuva de grandes gotas como uvas, e gordurenta, que desintegravam pessoas, e testemunhadas por sobreviventes. Foram 50 mil mortos apenas em Urukami.

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Urukami, fonte Google

Os japoneses demoraram a perceber o que havia acontecido. Tratavam os feridos como portadores da doença X. Alguns tinham vidros dentro dos pulmões. O “cogumelo” da bomba trazia cinzas, pequenos pedaços de madeira e concreto, e até dentes. As pessoas tossiam coágulos de sangue do tamanho de bolas de golfe. Em outros, vermes saiam de suas bocas. Larvas arrastavam-se sobre feridas, e de princípio as retiravam, mas depois verificaram que as larvas comiam as partes podres e as deixaram.

Muito mais há no livro. Uma sobrevivente perguntou se havia uma operação que removesse lembranças. Alguém tinha o sonho de que países com armas nucleares somente poderiam ser governados por mães que ainda estivessem amamentando e defendendo seus bebês. Pois, a bomba atômica rompeu as almas humanas com igual facilidade e indiferença.

E assim, foi mais um livro em minha vida.

Para que não se volte a repitir, deixo o vídeo abaixo :

Até ao próximo post!

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Cuscuz Marroquino rápido

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Eu fiz esta prática receita que vi no canal do YouTuBe Bosh.Tv, e foi um sucesso em casa. Uma receita com alegre e com ar de salada,  super saudável! 😉

Ingredientes:
1 cebola vermelha pequena picada
½ pimento vermelho picado
1 courgete (abobrinha) pequena picada

Esses 3 ingredientes são colocados numa travessa que possa ir ao forno com um fio de azeite ( 2 col. sopa) e sal a gosto sobre eles. Mistura os bem. Forno a 180º C, 20 minutos.

Enquanto estão no forno, você vai colocar numa tigela os seguintes ingredientes:

2 dentes de alho esmagado
1 colher de chá cominhos
1 colher chá cúrcuma (açafrão da índia)
1 colher de chá pimenta negra
½ colher de chá canela
1 colher chá coentros moídos
1 colher de sopa azeite
2 colheres sopa suco de limão
1 chávena de cuscuz (não é do Nordeste do Brasil)
1/ 4 chávena passas
1 ¼ chávena água quente

Mistura todos os ingredientes acima, cobre a tigela com plástico e deixa descansar por 10 minutos. Ao fim desse tempo, você deve soltar os grãos com um garfo e colocar os seguintes ingredientes:

1 chávena grão de bico
1 chávena cenoura ralada
os vegetais que foram ao forno
1/5 chávena hortelã picadinha
½ chávena salsa picadinha
½ chávena coentro picadinho (não usei)

Misturar todos estes ingredientes suavemente com uma colher de pau. Decorar com salsa fresca picada grosseiramente, amêndoas laminadas, e algumas sementes de romã.

Voilá! Está pronto este delicioso prato para ser servido.

Até ao próximo post!;)

Tomboy, o filme

Estamos no fim de semana, então vai a dica de um filme europeu. 😉

Tomboy (2011), uma película francesa que aborda a questão da identidade de gênero ainda na infância. Laure com 10 anos assume perante novos amigos que é Michael. Ela observa o comportamento dos meninos vizinhos com a sua mesma idade e imita-os, tenta ser aceite no grupo. Um filme vencedor de vários prêmios.

O pai ocupado em se fixar numa cidade finge que nada se passa, a mãe grávida não aceita, a irmãzinha é uma grande companheira.

Tomboy significa maria-rapaz (port.-Pt), mas até que ponto a situação é um caso de identidade de gênero, em que a pessoa não se reconhece no corpo que nasceu, ou é uma situação ainda de construção de identidade?

Não sei responder, não fica muito claro  no filme, e acho que não é o objetivo da película. É suficiente ter conhecimento sobre. É suficiente saber que há pessoas que sofrem por não poderem revelar à sociedade a sua identidade de gênero.

Senti a dor de Laure ao ser humilhada, e quando a mãe disse-lhe que não havia outra alternativa. E tudo acontece sobre o ritmo de um filme europeu, como se estivesse a beber um bom vinho. Não há pressa, aprecia. 😉

Até ao próximo post! 😉

Eurovisão 2019, a final

E o vencedor deste ano foi a Holanda, com a música Arcade, interpretada por Duncan Laurence. Era um dos meus favoritos, mas também gostei da Itália, da Suécia, da Noruega, da França, do Chipre, da Grécia, do Azerbaijão, da Islândia. Infelizmente, não deu para a Bélgica e nem Portugal chegarem à final.

 

Quando o metal da Islândia recebeu os muitos pontos da votação por telefone comemorou com uma bandeira da Palestina. Aqui vai o vídeo do que aconteceu a seguir e as câmeras oficiais não mostraram.

Até ao próximo post! 😉

Beasts of no nation, o filme

Como é fim de semana, vai uma dica…

Este filme da Netflix é baseado no romance do escritor norte americano, descendente de nigerianos, Uzodinma Iweala.

Os primeiros minutos mostram crianças brincando em momentos de genuínas brincadeiras. É possível dar boas gargalhadas com suas brincadeiras. De repente, a vida do pequeno Agu (personagem principal) muda com a chegada da guerra ao seu vilarejo. Crianças são transformadas em soldados, e perdem a inocência, perdem a infância. Mesmo assim, é possível ver companheirismo entre eles.

O cenário é a Nigéria, mas as cenas bem poderiam ser no Afeganistão, Síria, Iraque, República Centro-Africana, Congo, Sudão do Sul, e tantos mais.

Eu não vou muito mais falar sobre o filme, mas advirto que há muitas cenas de violência. Você também pode encontrar o filme completo no YouTube.

Se eu contar tudo para você, você achará que eu sou um tipo de besta ou demônio. E eu sou tudo isso. Mas eu já tive uma mãe, e um pai, e uma irmã e um irmão. E eles me amaram. Um tempo atrás.” Agu

Vamos ver o trailer deste filme que é vencedor de vários prêmios de cinema…

 

Até ao próximo post! 😉

A livraria mágica de Paris, o livro

download.jpegO livreiro parisiense Monsieur Perdu vende livros como se fossem remédios para os sofrimentos da alma, para proteger da burrice e de falsas esperanças. E assim, começa o livro que só pelo título conquistou-me. É verdade, que a um certo momento da leitura o livro perde a sua intensidade, voltando a recuperar o ritmo próximo ao fim deste romance.

Em sua farmácia literária recebia seus clientes, e com uma simples conversa era capaz de identificar em sua alma o que lhe faltava. Ele lia o corpo pela postura, por seus movimentos e gestos, o que afetava e oprimia, as predições de amor. Assim combinava os romances certos com as enfermidades. Era o dom de transpercepção.

No entanto, os livros não são capazes de mudar as pessoas más. Não era possível tornar pais, maridos ou amigos melhores. Estes continuariam sendo tiranos, torturadores, odiosos nas pequenas coisas, e covardes com o constrangimento de suas vítimas.

Perdu dizia pérolas aos que lhe cruzavam como: – limpar é meditação com movimento (adorei esta!);  – ninguém ficaria inteligente se não tivesse sido jovem e estúpido em algum momento; – nunca ouça o medo! O medo emburrece.

A sua sabedoria sobre o amor era resultado também de sua própria experiência com um amor que foi o motivo de sua existência. O amor, para ele, é uma morada onde nada deve ser escondido ou “poupado”. Habitar o amor por completo é não se deixar intimidar por nenhum quarto, nem porta. Brigar, acariciar, separar, fazem parte desta habitação. Aliás, Perdu chamava os livros de lares, e também de liberdades. E dizia mais: “Todos os amores. Todos os mortos. Todas as pessoas do nosso tempo. São os rios que formam nosso mar da alma. Quando não queremos nos lembrar deles, esse mar também seca.”

Ao longo da leitura deste livro, outros livros são citados. É a chamada Farmácia Literária de Emergência de Jean Perdu. Comecei a tomar anotações dos títulos dos livros e autor, mas no final do livro encontra-se a lista completa. Também encontrará no fim do livro receitas da região de Provence, em França. E mais ainda, um impressionante roteiro por esta região feito por Perdu e seu amigo escritor Max Jordan com outros amigos que iam conhecendo. Enquanto conduzia sozinho o carro, ouviu que tocaria “Albatross”, de Fleetwood Mac. Uma canção que fazia Jean Perdu pensar no vôo de gaivotas ao pôr do sol, em uma praia distante desse mundo, no estalar da fogueira de madeira tirada dos rios.

Estive a tentar construir este roteiro. Não vou descrevê-lo aqui, pois ficaria um post cansativo. Ficará para uma possível viagem no futuro. Quem sabe? E assim, descreveria-o no blog fazendo menção ao livro. Apesar de que antes de viver na Bélgica já estive nesta região, mas o blog é sobre tudo que me acontece após viver na Bélgica. No entanto, navegando na Internet, acabei por achar um mapa com uma parte do roteiro do livro. Interessante! E interessante também é que toda esse enredo foi construído por uma escritora com origem alemã, Nina George.

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Por fim, o próprio Perdu escreve o seu livro intitulado Grande Enciclopédia dos Pequenos Sentimentos, que é uma obra de consulta para livreiros, amantes e outros farmacêuticos literários.

E, assim foi mais um livro na minha vida. 😉

Até ao próximo post! 😉

 

Feijoada de gambas

Essa feijoada é saboreada em profundo silêncio aqui em casa. (Muitas gargalhadas) Sério, gente! Não há tempo para palavras, muito menos conversas. Parece que todo o corpo é tomado por este sabor, e leva-te para outro mundo. Eu já vi tantas diferentes receitas, que faço-a à minha moda, de acordo com as preferências de casa.

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Ingredientes:

500 g feijão branco (há quem use o feijão manteiga)
400 g gamba(s) (camarão)
2 dentes alho
2 cebola(s)
50 g chouriço-de-carne
2 tomate(s) maduro(s)
3 c. sopa azeite
1 folha louro
copo (tipo licor) de vinho branco
q.b. sal
q.b. pimenta

1. Faça um refogado com dois dentes de alho, as cebolas, o chouriço, os tomates, (tudo picado), o azeite, e o louro. Regue depois com vinho e deixe cozinhar.

2. À parte, coza as gambas, escorra-as. As que compro são congeladas e limpas. E, cozo-as rapidamente para que não fiquem duras.

3. Entretanto, adicione as gambas ao refogado inicial.

4. Retifique os temperos e deixe cozinhar mais um pouco.

5. Separadamente, coza o feijão (já demolhado) em água temperada com sal e temperos. Depois de cozido, escorra o feijão e junte-o ao preparado. Mexa, rectifique os temperos e deixe cozinhar mais um pouco. Eu uso o feijão em lata, já preparado. Cada lata grande vem com cerca de 520g de feijão escorrido.

6. Sirva de imediato, e acompanhado com arroz.

Bom apetite e até ao próximo post! 😉