7 dicas para estudar e trabalhar na Europa

Quando estive no Brasil, em Julho passado, notei que o Brasil estava pior do que eu lia nos jornais. E, que não foi algo que se deteriorizou da noite para o dia.
Conheci alguns jovens com muito talento e com paixão por sua profissão, mas com desejo de partir do Brasil. Uma crise em todas as áreas de funcionamento de um país e sem perspectiva de melhora aprofunda esta vontade. E, ainda mais, um círculo vicioso de corrupção e roubo, mas faz.
Por isso, resolvi escrever este post e criar uma área no blog O Miau do Leão para tentar ajudar. Desde já, explico que não vou arranjar emprego para você, quem me dera! Eu vou tentar encontrar algumas oportunidades na Europa, o resto do trabalho é seu.
O que seria “o resto do trabalho” ? Bem, a primeira dica é para que invista em educação, e em obter conhecimento. Como deve imaginar, o dominar o inglês (falar e escrever) é o primeiro passo. Você já domina o inglês? Então, busque aprender outros idiomas como o francês e o espanhol, ou se você tem em mente um país que desejaria viver, então comece a aprender o idioma deste país desejado ainda no Brasil.
A segunda dica é a construção do seu curriculum vitae. Pesquise na intenet, os modelos de currículo para Europa. Geralmente, não ultrapassar duas folhas. Invista também em especialização em sua área de formação. Um alto nível de profissionalismo é muito importante.
Você tem filhos e preocuapa-se com a adaptação deles em novo país? Não se preocupe. As crianças adaptam-se e aprendem o idioma mais rápido que um adulto.
Quando a formação de uma pessoa é realizada em outro continente, o seu diploma deverá passar por um processo de equivalência em uma universidade do país que você deseja ir viver. E, esse caminho caberá a você descobrir. Com uma possibilidade de emprego, é muito possível que o seu empregador ajude neste caminho.
Os possíveis caminhos que eu venha a apresentar aqui no blog, caberá a você checá-lo. Como? Enviando um email com carta de apresentação e seu currículo, em inglês. Pesquise o site da empresa! Muitas empresas fazem a entrevista via Skype, por exemplo. Então, este dado de contato deverá ser informado.
Nunca vá viver para outro país sem a certeza de um emprego já ao sair do Brasil, pois você poderá correr um forte risco de passar imensas dificuldades, risco de deportação, e até mesmo vir a cair em redes de traficantes.

Para começar já com sugestões, a primeira dica que vou dar é para aqueles que ainda estão a fazer graduação, para aqueles que pretendem fazer pós-graduação e doutorado. Visitem a página do Projeto Erasmus, procure saber se a sua universidade participa deste projeto. Segue o site com informações: Erasmus Mundus Brasil.

A segunda dica diz respeito a plataforma Linkedin. Cada vez mais tem surgido oportunidades de emprego nesta plataforma.

A terceira dica diz respeito a uma outra plataforma de emprego que está em português e opera em 27 países. Chama-se Neuvoo.

A quarta dica é a plataforma Monster, que também abrange uma lista considerável de países.

A quinta dica é o site IrishJobs, da Irlanda, que permite buscar empregos através de agências de recrutamento ou direto com o empregador.

A sexta dica também diz respeito à Irlanda: Recruit Ireland.

A sétima dica de procura de emprego é para Portugal. O site é Alerta Emprego.

Espero que estas dicas venham a ajudar.

Até a próxima!
O Miau

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A primeira cidade da Bélgica, Tongeren

No post anterior falei sobre o nosso dia pelas ruas de Liège. Deixamos Liège e seguimos em direção à nossa casa em Sint-Niklaas. Pelo caminho, o GPS indicou a presença próxima de Tongeren. Estávamos na região do Limburgo, uma região que raramente visitamos. Então, não podíamos desperdiçar esta oportunidade de ir à Tongeren que é simplesmente a mais antiga cidade da Bélgica.
Não foi fácil nos aproximar do centro e mais difícil ainda foi quando tentamos deixar a cidade em direção à casa, o motivo é que chegamos no dia principal de competição de ciclismo da região. E, o ciclismo é uma paixão nacional depois do futebol. Finalmente, conseguimos estacionar próximo ao pequeno centro. Nossos primeiros olhares davam conta de estarmos em uma aldeia e com características romanas. Fomos consultar a internet e estavamos certos. Os romanos dominaram esta região, ainda no período do imperador Júlio César e deram a cidade o nome de Atuatuca. Foi quando uma das tribos da região com o seu rei e herói Ambiorix conseguiu derrotar os romanos. E o nome da cidade passou a ser Tongeren. A principal atração da cidade é o seu museu que conta toda a história do domínio romano. Nosso filho mais velho já visitou o museu com a escola e disse-nos que havia muito para se ver, então olhamos para o relógio e desistimos da ideia da visita. Ainda estávamos cansados do samba na noite anterior. 🙂 Há também a magnífica catedral e em seu pequeno Grote Markt há uma estátua em homenagem ao seu herói. Andamos um pouco pelo centro, mas todos os olhares e atenção naquele dia estava voltados para a corrida de ciclismo com algumas das principais equipes européias. Seguimos para casa. Tenho poucas fotos como devem imaginar pelo meu relato.
Vamos conhecê-la? Vem comigo !

 

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Catedral de Tongeron

 

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Maquete em bronze da catedral

 

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Estátua do herói

 

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Vista do Grote Markt

Tot ziens! 😉

 

 

 

 

Pelas ruas de Liège, a francesinha da Bélgica

No post anterior falei sobre o dia que passamos no Parque Efteling, na Holanda. Concluído o dia de muita diversão, partimos em direção à Bélgica, e melhor dizendo à Bélgica francesa. Fomos passar um dia a conhecer a cidade de Liège (Luik, em holandês), na região da Valónia. Para quem não sabe, a Bélgica tem 3 idiomais oficiais: holandês, francês e alemão.
Confesso que senti-me um pouco confusa, pois parecia estar em outro país. Não apenas o idioma não era o holandês, mas tudo parecia ser diferente do Norte da Bélgica, onde vivo. As construções tinham outra arquitetura, alimentação, havia mais presença de pessoas do Norte de África e outros países africanos, poucas bicicletas na rua e até a sinalização de trânsito era ligeiramente diferente.
Mais Liège é uma cidade bonita e com muitos encantos por se descobrir.
Chegamos à noite, mas durante o verão contamos com a graça do Sol até cerca das 22hs. Então, fomos para o nosso airbnb no centro da cidade, e seguimos para jantar num restaurante, que era surpresa para mim. Lá eu ia pensando que ia comer no rodízio chinês, já conformada, mas virada à esquina era um restaurante brasileiro! E super animado! Ótima surpresa! Matei saudade de pratos da culinária brasileira, da caipirinha e ainda participei num show que o restaurante promove. E, fui dormir sambando. :))
No dia seguinte, a missão era descobrir Liège. Assim, caminhamos pelo centro, provamos os sabores de Liège. Sendo um deles o famoso waffle de Liège. Que delícia! E também nos colocamos à prova, ao subir uma longa escadaria cujo presente final era uma bela e única vista desta cidade. Com direito a uma extra surpresa que foi um carro de sorvete que passava naquele momento para nos salvar do esforço físico. Vencido o desafio continuamos a percorrer suas ruas e até descobrimos um restaurante português. Para terminar com as andanças provamos a deliciosa bebiba Liègeois.
Vem comigo conhecer um pouco de Liège em fotos.
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Espero que tenham gostado. Esqueci-me de tirar uma foto da bebida Liègeois, pois naquele momento só pensei em me refrescar, mas você poderá encontrar a receita na internet e fazê-la em casa, baste ter um bom refrigerante de laranja e xarope de groselha.

Tot ziens! 😉

Parque Efteling 65 anos, Holanda

E, continuando sobre o fim de semana na Holanda… Eis o segundo dia com muita adrenalina. Eu fui, mas continuo sem entender porque pagamos para sofrer. Eu digo sempre isso, mas sempre vou. Lol
Tivemos uma feliz coincidência. É que no passado fomos à Disney Paris quando esta completava os seus 15 anos. E, agora fomos ao Parque Efteling quando está completando 65 anos!
Eu não podia reclamar tanto, afinal o parque tem muita natureza, e eu adoro estar em contato com a natureza.
O Efteling é mais que um parque de diversões, há um parque de golfe, alojamentos, e também tem uma estrutura para eventos comerciais. E, ainda conta com um amplo e organizado estacionamento que é pago a parte dos bilhetes de entrada (10€).
A temática principal do parque são os contos de fadas, para isso conta com a participação de designers e escritores. A presença de montanhas russas excitantes, passeios de barco em conjunto, atrações em que ficamos de cabeça para baixo, bastante variedade na área de restauração, enfim tudo isso lhe garante a posição de ser o parque mais visitado da Holanda e ser um dos maiores parques temáticos da Europa. Organizado para agradar a todas faixas etárias e com um cuidado especial para pessoas portadores de alguma deficiência. Você pode caminhar até as atrações utilizando os mapas que são distribuídos à entrada ou utilizar o aplicativo Efteling.

Vem comigo conhecer um pouco do Efteling em imagens.
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Tot ziens! 😉

Uma tarde a pedalar entre a natureza na Holanda

Dos países que a Bélgica faz fronteira, o que mais gostamos de ir é a Holanda. E já alguns passeios mostrei aqui no blog. No fim da primavera passada foi a vez de mais uma visita àS terras holandesas. Aproveitamos um fim de semana livre e dividimos um dia para estar com a natureza e o outro para uma dose de adrenalina. Entre os dois dias passamos a noite na cidade de Rosmalen (Holanda).
Então, saímos a meio da manhã da Bélgica e chegamos às horas de almoço ao De Rustende Jager. Estavámos no ambiente ideal para um pic-nic, e foi o que fizemos.
Em seguida, fomos à secretaria do De Rustende Jager e alugamos 4 bicicletas por 10€ cada, para toda a tarde. Este é o tipo de divertimento que eu mais gosto, pois adoro estar em contato com a natureza e pedalar.
O Parque Nacional de Loonse e Drunense Duinen (Nationaal Park De Loonse en Drunense Duinen, em holandês) tem cerca de 35 km2, e desde 2002 preserva uma floresta de coníferas, dunas, pântanos e turfas, na região de Tilburg.
O parque conta com estacionamentos, estabelecimentos de restauração, alojamentos, recreação, possibilidade de aluguel de cavalos e charretes, e moto, além das citadas bicicletas. Ao fazer o aluguel recebemos um pequeno mapa com as possíveis trilhas a percorrer de acordo com a forma que deseja conhecê-lo, ou seja, se a pé (pode levar cão), bicicleta, mountain bike, cavalo, bem como é possível solicitar excursão.
Além de poder apreciar e desfrutar de toda a natureza à volta das trilhas, ficamos a conhecer uma área que era utilizada para treinamento militar, também passamos por um antigo campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial (Camp Vucht), bem conservado e transformado em museu, bem como terrenos de lavoura e pecuária. O parque é bastante utilizado por todas as faixas etárias. Eu adorei este passeio. O Miau do Leão estava em seu habitat. 🙂 E, vamos conhecê-los em fotos…

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Os famosos canais holandeses

 

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Um ex-campo de concentração (Camp Vucht) ainda com parte do trilho conservado

 

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Um placar sobre o campo de concentração

 

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As não menos famosas, vacas holandesas

Tot ziens!;)

 

 

 

 

Museu Red Star Line, Antuérpia

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No final do semestre passado, a minha turma do curso de holandês fez uma visita ao Museu Red Star Line, em Antuérpia. Encontramo-nos na estação de trem de Sint-Niklaas com outra turma mais adiantada e dois professores.
Ao chegar na Estação Central de Antuérpia, a primeira grande surpresa da tarde. A Estação Central é simplesmente uma obra de arte! Tiramos fotos rapidamente e seguimos para pegar o ônibus.
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Já no ônibus, outra surpresa. Uma senhora sentada à minha frente estava um pouco aborrecida com tanta gente a entrar e a atrasar a partida do ônibus. Pouco tempo depois, acho que a senhora ouviu-me a falar com uma colega e perguntou se eu falava espanhol. Eu respondi que compreendia espanhol, mas falava português. A senhora mudou o semblante e animada disse-me que era portuguesa. Fomos todo o caminho a conversar, na verdade eu ouvia mais do que falava. Ela foi mostrando-me vários restaurantes portugueses, falou sobre sua vida, sobre Portugal e até indicou-me fortemente uma pastelaria portuguesa, que fui conhecer no dia do meu casamento. Meus colegas e meu professor estavam no fundo do ônibus e encantados, porque eu estava a conversar com uma pessoa estranha. Acho que imaginavam que estavamos a conversar em holandês. 🙂 Até que ela levantou-se, dirigiu-se até ao motorista para fazer uma pergunta e de lá gritou em minha direção: Mais um português! (o motorista) :))
Pronto, todos da minha turma esboçaram um risinho e descobriram que minha animada conversa afinal era em português. A senhora desceu no mesmo local que nós e indicou-nos a direção a seguir. Minha turma agradeceu em holandês.

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Chegamos ao Museu Red Star Line. O museu situa-se onde ficava a companhia marítima belga de mesmo nome que mantinha a travessia entre Antuérpia e Nova York, bem como Antuérpia e Filadélfia, entre 1873 e 1935. Esta travessia foi a esperança de muitos imigrantes que buscavam uma vida melhor na América.
Para todos nós, sem dúvida, um lugar de muitas emoções, afinal somos todos imigrantes também em busca de nossos sonhos. Olhar todas aquelas fotos e pertecentes, era como se estivessemos a olhar para um espelho.
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Para viajarem até a América, os imigrantes passavam por um rigoroso controle de saúde, as bagagens e roupas passavam por processo de esterelização para desinfecção e eram obrigados a tomar um banho de uma hora de duração. O mínimo problema que apresentassem passavam por um período de quarentena. Entre 1892 e 1954 foram aproximadamente 12 milhões de imigrantes. A partir de 1905, os emigrantes estrangeiros chegavam na Estação Central de Antuérpia. Quando chegavam ao destino, América ou Canadá, passavam por um novo controle médico. Entre eles estava para a nossa surpresa, nada menos do que Albert Einstein.
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Em 1902, o bilhete para a América custava $31, o que agora corresponde a aproximadamente 1000€, e eram necessários cerca de 75 dias de trabalho de um trabalhador comum. Em 1925 já custava cerca de 2500€ atuais. O preço do ticket variava por estação do ano. As crianças abaixo de 10 ou 12 anos pagavam metade.
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Entre a travessia via-se a divisão da sociedade em que na 1ª classe estava o luxo e a diversão, na 3ª classe, a pobreza.
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Sem dúvida, este museu é um ponto de visita obrigatório para todos que são imigrantes. Vivemos um momento que a forte migração é um tema bastante atual e preocupante.
Ainda tenho mais imagens do museu. Vem comigo!

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Cartazes da Companhia Marítima Red Star Line

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20 de Janeiro de 1873, o primeiro navio “Vaderland” partiu

 

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Todos em busca de um sonho, de uma esperança

 

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História da emigrante belga Irene Bobelijn

 

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Como bons belgas não se podia esquecer artefatos para fazer um waffle

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Antuérpia naquela época

 

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Bagagens

 

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Um longo relatório era feito e perguntavam: Profissão, cor dos olhos, se estava grávida, nome de família, condição fśica, idade, poligamia ou não, …

Ao fim da visita aproveitamos para admirar a vista da cidade de Antuérpia, uma cidade que gosto muito de ir e que exige uma carga de paciência para se chegar lá durante um dia útil de semana.

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Vista na varanda do museu

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Espero que tenham gostado. Para mim foi uma prazerosa visita de uma tarde.

Tot ziens! 😉

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Música Brasileira na Bélgica

Ainda quando vivia no Brasil, gostava muito de ouvir o Jorge Ben Jor cantar Ive Brussel, que fala sobre uma fã belga por quem ele apaixonou-se.
Aqui no blog, já falei sobre o grupo Arsenal (aqui) que tem música cantada por alguns artistas brasileiros.
O dj belga Netsky fez muito sucesso cantando Rio e também mostrei (aqui) no blog.
E, com certeza, deve ter outros exemplos desta parceria Bélgica e Brasil na música
Mais hoje, venho trazer uma divertida publicidade que tem passado nas televisões da Bélgica. Reparem na música e imagens, e vocês verão nesta publicidade de carro, uma perfeita parceria entre alegria da música brasileira e as imagens divertidas com que alguns de nós já devemos ter passado na vida. 🙂
Vem comigo curtir a publicidade!