Museu Escher em Haia

E, continuando nosso tour pelos museus em Haia, foi a vez do Museu Escher, logo no Domingo pela manhã. O dia estava cinzento e com chuva fininha intermitente. Um tempo muito comum nesta região da Europa, e que não gosto nada. 🙂 Mais para ver os desenhos de Escher, eu estava com um Sol dentro de mim.
O museu está localizado no centro de Haia num antigo palacete da família real.  Há um café em seu interior. Compramos os bilhetes, guardamos nossos casacos e começamos a subir as escadas para o mundo de Escher. Os meus filhos estavam vibrando e foram convidados a participar de um quiz, no final da visita ganharam pela participação um cartão postal do museu e auto-colantes.
Escher é o mestre da ilusão óptica, um grande artista gráfico holandês, aquele que era capaz de desenhar o imaginável em perspectivas surpreendentes. No museu havia suas obras, suas agendas anotadas cuidadosamente, fotos em família, fotos de toda sua vida (ele gostava muito de fotografar também), alguns objetos pessoais e seus raports (boletim de notas da escola holandesa). Escher não era um bom aluno, mas as suas notas em desenho eram muito boas.
Não apenas tudo que Escher produziu ao longo de sua vida encantou-me neste museu, eu também fui conquistada pelos exóticos candeeiros de teto que estavam nos ambientes que passavamos.
Este foi o meu museu preferido ao longo do fim de semana, pois aprendi muito sobre as técnicas e vida do génio Escher, diverti-me bastante, e intrigou-me muito sobre como era possível desenhar o quase absurdo. As crianças corriam animadas para responder o quiz. E eu acho a participação das crianças nos museus algo fantástico, algo que nos traz esperança quanto ao futuro.
Vem comigo ver algumas fotos! 🙂

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O palacete do museu Escher

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Tot ziens ! 🙂

Museu Mauritshuis em Haia

Então, como prometido no anterior post, vou começar a falar sobre a visita aos museus em Haia.
Chegando a Haia, começamos o nosso tour de fim de semana pelos museus.
O primeiro escolhido foi o museu Mauritshuis, que significa “Casa do Maurício”. Sim, o nosso conhecido, o conde Maurício de Nassau.
A entrada não é pela frente, mas sim por um acesso lateral que nos leva a um grande salão onde está a bilheteria, o guarda casacos e uma pequena lojinha. Depois de pagarmos a entrada (adulto 14€ e crianças até 18 anos é grátis) somos indicados para guardar os nossos casacos e receber um pequeno aparelho  com fones de ouvido para ouvir a descrição das obras de artes, algumas estavam em português. Também nos convidaram a instalar o aplicativo do museu em nossos celulares (telemóveis) disponível em vários idiomas, inclusive o português.
O museu tem 2 andares com obras de arte apresentadas em corredores e salas, mostrando toda a grandeza da pintura flamenga, sob diversos temas e pintores como: Rubens, Rembrandt e Vermeer.

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Frente do museu Maurithuis

Como não sou especialista em pintura, vou apresentar aqui aquelas que mais me emocionaram.
Uma delas estava na sala 13, sob o tema Johan Maurits e o Brasil. Eu fiquei literalmente arrepiada ao ver em pintura, na Holanda, a paisagem que me é tão familiar, minha querida Ilha de Itamaracá, em Pernambuco. Sob a pintura de Frans Post considerada a mais antiga pintura profissional nas Américas. O conde passou vários anos como governador da colônia holandesa no Brasil. Ele designou artistas para estudar o habitat natural e as pessoas. E, assim as pessoas na Holanda puderam conhecer as primeiras paisagens sobre o Brasil exótico. No quadro, além da vista da ilha, também nota-se a presença de escravos traficados pelo conde para trabalhar nas plantações de cana de açúcar no Brasil.

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Ilha de Itamaracá em Pernambuco

Um dos mais famosos e, por isso, muitos ficam à sua volta para tirar fotos e você tem que esperar um pouco é A Menina com Brinco de Pérola, de Vermeer. O quadro é ainda mais impressionante quando se vê ao vivo. Este quadro é referido como a Mona Lisa holandesa.

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A Menina com Brinco de Pérola, Vermeer

Outra pintura famosa é a Lição de Anatomia do Dr. Tulp, de Rembrandt, 1632. Outro quadro magnífico em detalhes e expressões que chocou-me refletindo numa foto de má qualidade. 🙂

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Lição de Anatomia do Dr. Tulp, de Rembrandt

Você passa facilmente sem perceber no mínimo 3 horas neste museu. Deixamos de estar hipnotizados pelas pinturas de grandes mestres quando a fome começou a se fazer sentir. Eu vi muitas crianças neste museu, o que é extraordinário. Notei nos museus em Haia que as crianças são os convidados especiais. E ainda bem que elas correspondem!

Tot ziens! 🙂

 

 

 

 

 

 

 

 

Fim de semana em Haia, Holanda

A Holanda é um destino que gostamos de ir, pela sua beleza, atrações e a facilidade da língua, já que vivemos na região da Bélgica em que se fala o holandês.
O destino, desta vez, foi Haia. Mais atenção, Haia em holandês é Den Haag. Fica a cerca de 2 horas da nossa casa e a uns 55km de Amsterdão.
Foi um fim de semana a explorar esta cidade que além de sede do governo, corte penal internacional e cidade real, é uma riqueza em museus e monumentos.
Se você estiver visitando Amsterdão é possível visitar Haia devido a proximidade, e o melhor transporte talvez seja o trem, mas nós fomos de carro, e se a sua hospedagem não tiver estacionamento, então prepara-se para pagar muito. Pouco mais de um dia com o carro no estacionamento pode chegar aos 45 euros. Isso mesmo!
Apesar de Haia ser uma cidade relativamente pequena, um fim de semana não foi suficiente para ver todos os principais destaques da cidade e ir até ao mar (só para ver). Visitamos o bairro chinês “Chinatown“, o Grote Marktstraat, o museu Maurithuis, o museu Escher e o museu Louwman. Sobre estes museus falarei em futuros posts.
Não podíamos deixar de provar uma especialidade popular por ali, o arenque. Servido num pão de leite com arenque e cebola picadinha (belegde broodjes). O senhor que nos atendeu perguntou se íamos comer ali, pois se fosse o caso, era melhor comer dentro do estabelecimento, visto que as gaivotas ficam atentas para atacar o nosso lanche. Fiquei tão atenta que esqueci de tirar uma foto para vos mostrar. Fica para a próxima vez.
Para já vem comigo apreciar um pouco das paisagens de Haia (Den Haag).
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O museu Maurithuis dá vista para esta beleza

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Uma vista de Haia

 

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Prédios de arquitetura moderna também fazem parte de Haia

 

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Uma feira de livros e objetos antigos

 

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Pelas ruas de Haia

 

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O bonde elétrico faz parte da paisagem de Haia

 

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Portão de entrada para o bairro chinês. Muitas bicicletas, uma tradição.

 

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Paramos para comer arenque, mas cuidado com as gaivotas!

 

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Linda!

Tot ziens! 🙂

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Conhecer os Evzones, Atenas

Quando terminamos as nossas aventuras pelas ruas de Atenas, almoçamos no centro e seguimos para o hotel. Enquanto descansavamos, pusemos a conversar sobre o que era possível ainda fazer nas horas que nos restavam antes de ir dormir.
Foi assim que lembramos dos Evzones. Após o rápido descanso, seguimos em direção à praça Sintagma que é próxima do hotel que estavamos.
Os Evzones, que significa “bela cintura” é um regimento de elite da infantaria do exército grego. Eles guardam o parlamento e o túmlo do Soldado Desconhecido.
E não é que chegamos bem a tempo de ver o espetáculo que é a troca de guarda desses rapazes tradicionalmente vestidos com os seus mínimos 1,87m de altura.
Após a troca podemos, de forma organizada, tirar fotos ao seu lado, mas com muito respeito se não eles reagem batendo com a arma ao chão. A troca de guarda realiza-se a cada hora do dia. Eles ficam completamente imóveis.
Tiramos fotos e filmamos, daí seguimos para jantar em um restaurante com esplanada para saborear umas apetitosas sardinhas acompanhadas de salada grega.
No dia seguinte, o regresso à Bélgica com escala de algumas horas em Belgrado (Sérvia). Foi aí que passei uma situação estranha. Estavámos os quatro com passaportes portugueses com idênticos carimbos, mas apenas eu passei por despiste de droga. Passaram-me uns adesivos nos dedos das mãos e nos meus bolsos. Eu fiquei pasma, sem ação. Meus filhos puseram-se a rir levemente e disseram que era o meu local de nascimento no passaporte português. Será? O que vocês acham?
Bem, mas vem comigo ver as fotos e um curto vídeo.

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Parlamento grego e túmulo do Soldado Desconhecido

 

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Troca da guarda

 

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Bem de pertinho

Tot ziens ! 🙂

 

 

 

 

 

Um dia em Atenas, Grécia

Tenho vindo a falar sobre a ilha grega Skiathos. Chegou a vez da difícil despedida e pegar o avião para Atenas. A escala em Atenas era de um dia, então porque não aproveitar para conhecer este tesouro da humanidade.
Chegamos ao hotel, no centro, bem perto da Acropolis, tomamos a refeição da manhã e seguimos logo para conhecer o máximo possível.
Enfrentamos uma pequena fila para entrar na Acropolis. Já dentro, andamos muito e subindo-descendo. Não importava o cansaço, estavámos onde todos deveriam ir durante sua vida. Pensar que cada centímetro quadrado daquele lugar tem tanta história para contar da nossa civilização. É arrepiante, emocionante! Pessoas de diversas nacionalidades completamente surpreendidas com a grandeza daquelas construções.
Lá em cima ainda tem-se uma vista geral de Atenas que tem muito pouco verde e o ar um pouco carregado de poluição, mas não foi dos piores dias neste aspecto.
Depois de percorrer todo o recinto, ainda fomos conhecer outras construções exteriores, mas tivemos que apreciar apenas por fora. Infelizmente, as atrações históricas fecham muito cedo. É preciso ter muita atenção aos horários caso você deseje visitar.
Assim, seguimos para descobrir um pouco das ruas de Atenas. Vimos uma Atenas que sofre com a crise econômica. É mesmo uma pena! Uma explosão de mini comércio, alguns ciganos e mendigos com deficiências extremas. Hoje a Grécia não sofre apenas com a economia, mas sofre também com a chegada de refugiados.
Mesmo assim é uma cidade muito agradável de se conhecer. Pode-se dizer que é uma cidade barata para o turista e com uma oferta de alimentação extraordinariamente saborosa.
Vem conhecer um pouco mais de Atenas em fotos e vídeo. Vem comigo!

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Passando as bilheteiras, essa é a primeira vista desta grandiosa construção

 

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Aqui sentei um pouco a imaginar como era antigamente. Emocionante.

 

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Vista de onde eu estava sentada

 

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Subir e subir

 

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Cada espaço, uam história

 

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Continuar a subir e começar a admirar Atenas

 

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Cheguei ao tesouro máximo. Tanta gente!

 

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Já no topo a explorar os monumentos

 

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O exuberante Parthenon

 

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A bandeira da Grécia no topo

 

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Descemos e avistamos de longe o Parthenon

 

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Caminhando pelo espaço Ágora

 

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Local de culto no espaço Ágora

 

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o museu

 

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Uma vista geral finalizando a caminhada

 

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Não foi possível visitar este monumento por dentro devido o horário

 

 

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Mais um monumento encerrado para visitas

 

 

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E mais outro fechado

 

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Fomos caminhar por Atenas

 

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As ruazinhas de Atenas

 

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Um bar com interessante coleção de garrafas

Tot ziens! 🙂

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Festival Eurovisão 2017

No fim de semana passado aconteceu o festival de música Eurovisão, em Kiev (Ucrânia). A Ucrânia foi a polêmica vencedora do ano passado e que falei um pouco do festival aqui.
Este ano a história do festival foi bem diferente e pela positiva. O grande vencedor foi merecidamente Portugal, através de Salvador Sobral que cantou “Amar pelos dois“, uma composição de sua irmã, a também artista talentosa Luísa Sobral.
Salvador cantou apenas em língua portuguesa, sem recursos pirotécnicos, nem roupas chamativas, foi a sua interpretação com sentimento que prevaleceu e encantou o mundo.
Caetano Veloso, que estava no Luxemburgo para shows, não poupou elogios: “Salvador tem uma voz relaxada, afinada e extraordinariamente musical – e um estilo muito elegante e espontâneo.” Caetano ainda disse: “Minha pátria é a língua portuguesa.”
Foi a primeira vez que Portugal venceu o Eurovisão e com a maior pontuação de sempre. Assim, o Eurovisão 2018 será em Lisboa.
A única coisa que não gostei do Salvador foi o seu discurso na entrega do prêmio contra a música fast-food. Sinceramente, eu também não gosto da música fast-food, mas reconheço que há lugar para todos, e vez por outra até que é bom “consumir” um fast-food.
E a Bélgica? Bem, Portugal venceu com todas as glórias, mas eu também torcia pela Bélgica que finalizou em 4º lugar com a música “City Ligths”. Torcia não apenas porque é a minha casa, mas porque é um estilo de música que se aproxima mais do meu gosto pessoal.
A interpretação, na final, da jovem de 17 anos, Blanche (Ellie Delvaux) não foi menos brilhante que Salvador. A letra da música também é muito bonita e a sua melodia conquista. Em sua apresentação também não havia recursos pirotécnicos, nem roupas chamativas.
Interessante entre Portugal e Bélgica é que há versão em inglês da música de Portugal, e há também uma versão da música belga cantada pelos irmãos portugueses, Luísa e Salvador.
Convido-os a conhecerem as músicas, abaixo. Vem comigo !

Portugal : Amar pelos dois

Bélgica: City ligths

Amar pelos dois, versão em inglês

Salvador e Luísa Sobral cantam City ligths

Para concluir, eu notei a presença de bandeiras do Brasil bem próximas ao palco. O Brasil não participa do Eurovisão, mas tem crescido muito o interesse por este festival no Brasil. E quem sabe um dia, o Brasil não venha também a participar. Afinal, a Austrália não é um país europeu e participa. A participação da Austrália é justamente por ser um país onde por parte do público há um grande interesse que vem de alguns anos atrás. Quem sabe!?

Tot ziens! 🙂

 

 

 

 

Viajar é Arte de Viver

Guest Post : Viajar é Arte de Viver

Fiquei muito feliz em ser convidada pela Isadora. O blog Vai Sem Medo é uma inspiração para mim e um post seu sobre o livro A Arte de Viajar, do Alain de Botton mudou o meu olhar quando viajo.

Eu não viajo sozinha. Viajo com a minha família. E, apesar de algumas vezes discordarmos, de alguns conflitos entre as crianças, eu adoro estar com eles em viagens.

Mais o meu sentido de viajar mudou muito depois do livro. Eu escrevi um post sobre esta mudança em meu blog, O Miau do Leão. Resumindo, até cada pequeno passeio que faço, mesmo a pé ou com minha bicicleta, tornou-se uma viagem, um estado de viver. Eu sinto-me mais, eu observo mais, eu encaro mais, eu penso mais sobre quase tudo que está à volta.

Viajar em família requer uma preparação cuidadosa. Desde ver com muita antecedência se os passaportes estão válidos, ter atenção a uma apropriada hospedagem e estudar meios de locomoção no destino, bem como uma lista individual que mantenho atualizada com solicitações para cada tipo de destino.

A maior viagem da vida que fiz foi mesmo ter deixado o Brasil e construir família em Portugal. Depois de 14 anos a viver em Portugal, onde apesar de ser a mesma língua, não é fácil viver sendo brasileira, partimos para a grande aventura que tem sido viver na Bélgica flamenga. Agora já não estou só, somos, sobretudo, quatro grandes amigos nas viagens da vida. Aqui sinto que não sou “a brasileira”. Eu passei a ser apenas eu.

Quando viajamos sempre nos surpreende as referências que encontramos sobre o Brasil em outros países. De onde será que vem essa simpatia dos estrangeiros pelo nosso país? Foi surpreendente em Curaçao quando o senhor holandês, dono do restaurante, começou a falar comigo um pouco em português. Foi surpreendente quando em Skiathos ao ir a um bar deparo-me com uma grande bandeira do Brasil. Pensava ser ele brasileiro, mas era um grego apaixonado pelo Brasil, que nunca lá tinha ido.

Mais outra coisa que nos deixa feliz é de repente ouvir alguém falando em português. Ouvir o português, seja qual for a sua pronúncia, dá um sentimento de alívio, de estar em casa. É também, neste momento, que me dou conta do quanto é bela a minha língua materna.

Além dos meus 3 queridos companheiros de viagem, sempre levo um outro querido companheiro, um bom livro. E assim, posso aproveitar e fazer uma viagem dentro de outra viagem. E posso também viajar a países que talvez eu nunca poderei estar por barreiras que a nossa sociedade criou.

Já conheci muitos países. A minha melhor dica é que não esqueçam de viver. Viver cada detalhe, cada paisagem, cada sabor… Abra os braços, respire fundo e diga: Eu estou aqui, vida.
miau

Sobre a Silvana: Sou O Miau, mas meu nome verdadeiro é Silvana. Tenho dupla nacionalidade, brasileira e portuguesa. Vivo desde Agosto de 2014 com minha família na Bélgica. Tem sido uma grande aventura ! Minha formação académica é na área dos números, mas adoro tentar dominar as letras desafiantes. Já escrevi um livro sobre um tema em história da matemática e tenho um blog, O Miau do Leão, onde tento transmitir um pouco do que sinto desde que chegamos a este país, seja sobre viagens, livros, música,… Um novo capítulo em minha vida. Vem comigo!

Tot ziens! 😉