3 meses de Antuérpia na minha vida

O último trimestre de 2018 estive a fazer o terceiro módulo (intensivo) de holandês em Antuérpia.

As aulas começavam às 9hs e terminavam às 12:30hs, durante 3 dias na semana. Foram 3 meses de exigência mental e física.

Para chegar à Universidade de Antuérpia, eu fazia 15 min de bicicleta, 35 min de trem e 20 min à pé. Quando chegava à estação central de Antuérpia, o meu olhar era para a bela fachada interior da estação. Um dia esteve um belo dia de sol e tirei esta foto.

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Para retornar à casa, o mesmo itinerário. O que valia eram paisagens como foto abaixo para me dar coragem e força.

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Chegou Dezembro. Em uma das manhã do início de Dezembro estava este tradicional papai Noel que fazia a diversão dos turistas.

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Resolvi que não farei mais cursos. Tentarei criar o meu próprio método de estudo, priorizado no ouvir e falar. Aceito sugestões! 😉

Até ao próximo post! 😉

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Bolsa – Universidade de Westminster

A Universidade de Westminster está oferecendo uma bolsa de estudo integral para alunos de graduação. O estudante selecionado ficará isento das taxas cobradas pela universidade. A bolsa também contempla despesas com passagem aérea, acomodação, alimentação e outros custos de vida do aluno durante sua graduação na Inglaterra. As inscrições vão até 31 de maio.

São elegíveis para bolsa todos os cursos de nível de graduação (“undergraduate”) oferecidos na universidade. No total, são mais de 180 cursos desse nível disponíveis na instituição, indo de “Ciências Biomédicas Aplicadas” a “Literatura Árabe e Inglesa”.  A lista completa de cursos disponíveis pode ser visualizada neste link.

Sempre jovem

Era uma vez mais um dia de céu cinzento na Bélgica. Era o outono. Resolvi espantar aquele clima de tédio e ir até ao shopping que fica perto de casa. Ganhei o dia! Estavam no shopping alguns stands com informações diversas para a terceira idade. A música que invadia o shopping chamou-me a atenção. Segui o som e olha o espetáculo que encontrei… Lindas miúdas do “Dance Ladies”.

Quero ser como elas. Sempre jovem!

Até ao próximo post! 😉

Maratona de Bruxelas 2018

E cheguei ao mês de outubro. Chegou o dia do 2º turno da eleição presidencial do Brasil, e desloquei-me até Bruxelas, sem saber da mudança de trânsito na cidade devido a Maratona e Meia Maratona da cidade.

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Consegui estacionar bem em frente ao local de cotação que estava sem filas, exceto para ir ao toilette. Quando Quando saí do prédio, uma agradável surpresa! A maratona passava onde estacionei o carro, na Avenue Louise.

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Foi a primeira vez que vi uma prova de atletismo, e no caso, a Maratona. Eu fiquei emocionada por ver exemplos claros de superação em pleno frio de outono. Senti-me pequena diante de tanta grandeza.

Um curto filme a seguir:

Até ao próximo post! 😉

Uma volta por Tournai

Voltando a conhecer a Bélgica, estivemos em Tournai (em francês) ou Doornik (em holandês) que fica situada na região da Valônia. O francês é a língua predominante.

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Aproveitamos um sábado ensolarado de Setembro, e com uma brisa fresca que avisava a aproximação de tempos frios. Deixamos o carro estacionado na margem do rio Schelder e caminhamos em direção ao centro sem pressa.

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Avistamos uma feira de brinquedos e livros, em segunda mão, organizada por populares e chegamos à Grand Place, que é toda ela de arquitetura flamenga com muitos bares e restaurantes.

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Caminhando, descobrimos que Tournai já foi um importante centro administrativo e militar do Império Romano, e com a queda do Império passou por mãos dos ingleses, seguido dos holandeses, e franceses, até que passou a fazer parte da Bélgica com a independência do Reino da Bélgica em 1830.

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catedral de Notre Dame

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catedral e palácio episcopal

Durante a Segunda Guerra Mundial foi gravemente bombardeada até que tornou-se a primeira cidade da Bélgica a ficar livre dos nazis. A torre do Sino (Beffroi), onde se encontra a placa comemorativa da libertação, é o mais antigo da Bélgica, e foi construído quando estava a cidade sob domínio francês.

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Em vários pontos da cidade encontramos esculturas metálicas de guildas profissionais. Aproveitei para algumas fotos de impacto. 🙂

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Guilda

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Quando fomos almoçar encontrei esta importante mensagem sobre a mesa. Vale para você também que me acompanha! 😉

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E o passeio terminou onde começamos.

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Agora o vídeo que fiz. 😉

Até ao próximo post! 😉

 

Descobrindo a culinária maltesa

Malta tem anos de história e pré-história. Património Mundial da Humanidade. Este país oferece uma combinação perfeita entre férias ensolaradas, cultura, lugares para visitar e uma culinária própria.

Neste último post sobre Malta trago a culinária deste país. Eu tive alguma dificuldade de adaptação aos pratos, mas para minha família não foi problema. São grandes porções de uma culinária robusta. Com exceção do conhecido e turístico Caffe Cordina em Valeta, com pratos de belo empratamento, mas com atendimento lento.

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Hobz Malti Mixwi (bruschetta)
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Local Soft Goat Cheese Salad (queijo de cabra)
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Ftira Maltija (tradicional pão maltês)
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cerveja e refrigerante maltês

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Especialidade maltesa (sobremesa)

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A minha sofredora experiência foi no restaurante Takris, em Sliema. Ambiente maltesamente decorado, a comida saborosa, mas era uma porção para valentes com os talheres. Eu só sou valente quando o adversário são massas italianas e sobremesas. 🙂

No restaurante da praia passei vergonha pedindo um sanduíche, enquanto todos comiam pratos malteses. Acovardei-me. E a partir daí só experiências com culinária Tex-Mex, húngara e cubana.

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Os pratos principais da cozinha maltesa são o coelho (fenek), carne de cavalo ( laham), salsicha maltesa (zalzett). Também compõem a culinária maltesa, os caracóis (bebbux), a codorna (summien), a sopa maltesa (feita com cabeça e carcaça do peixe com os olhos do peixe nadando no prato), sopa minestrone (haxix), purê de feijão (bigilla), o queijo maltês (gbejna) e que em Gozo se encontra na forma picante. Há uma espécie de pastel com recheio chamado Pastizzi que é um bom lanche. Eu apreciei o de recheio de ervilhas.

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Pastizzi e outros sabores

Eu que ando numa fase vegetariana, imaginem a minha dificuldade. No Takris, seguramente, transpirei mais do que comi e sempre a pensar nesses animais todos.

Na última noite em Malta escolhemos jantar num restaurante cubana com esplanada que fica na avenida principal de Sliema, e de esquina. E, fomos agraciados com um desfile de Mustang’s (ver vídeo) para felicidade dos filhos.

Até ao próximo destino! 😉

Uma praia maltesa

Após banhos de história e paisagem, chegou a vez do banho em uma linda praia maltesa. Partimos de Sliema em bus público que contornou toda a costa Nordeste da ilha.

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A praia chama-se Għajn Tuffieħa. De difícil pronúncia e com uma letra que é uma mistura de h com t. Do alto da colina avista-se uma encantadora baía, descemos cerca de 200 degraus até chegar à praia. No início da descida estão expostos quadros informativos sobre a vegetação do local, aves e jellyfish. Do outro lado avista-se uma conservada torre de defesa.

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Na praia há um bom restaurante com pratos malteses em seu menu, e onde se pode também alugar cadeiras espreguiçadeiras e guarda-sol. A água apresentava sargaço e ondas. Sua tonalidade era em verde e azul com temperatura agradável. A areia escura. Numa faixa de mar havia uma escola de surf. A praia é muito bem vigiada por guarda vidas que estavam atentos a avisar sobre os perigos através de trocas de bandeiras sinalizadoras e um sonoro apito.

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E agora o filme que fiz. 😉

Até ao próximo post! 😉