7º dia: Tai O, Hong Kong

Ainda no 7º dia, após o passeio no teleférico, estar ao pé do Big Buddha e conhecer o mosteiro Po Lin, foi a vez de tomarmos o bus 21 no complexo do Big Buddha para irmos até a aldeia piscatória Tai O.

Tai O é uma aldeia de pescadores, localizada em Lantau, em Hong Kong. Tai O significa algo como “grande entrada”, que está relacionado com a navegação na ilha. Tai O também é o nome do rio onde fica localizado na aldeia.

Assim, que descemos do bus e entramos na aldeia, somos abordados para realizar curtas viagens de barcos para ver os golfinhos brancos chineses. Nós não estávamos dispostos para ir ao mar num dia cinzento e frio; e acho que nem os golfinhos estavam para dar o ar de sua graça aos turistas. 🙂 Portanto, seguimos em frente para “mergulhar” na vida da aldeia.

Logo começamos a viajar na grande atração da ilha que é a variedade de peixes e frutos do mar desidratados, algumas iguarias para saborear como lula, egg puffs, bebidas tropicais, etc. Os egg puffs são muito comuns em Hong Kong.

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A porção de lula custava cerca de 5€

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Antes de preparadas 🙂

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Nem espinhas escapam 🙂

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Rio Tai O

 

A ponte que liga as duas margens da aldeia é um pequeno charme, e ficamos algum tempo ali a contemplar, tirar fotos e filmar. Pescadores e pescadoras vendiam o seu peixe próximo à ponte. Em alguns momentos, a ponte fica quase intransitável devido a quantidade de pessoas e bicicletas que passam sempre a buzinar.

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Um tubarão seco

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Passando a ponte e entrando pela aldeia começamos a ter contato com o dia a dia desta aldeia. Pequenos mercados ao ar livre, o processo de secagem dos frutos do mar, uma escola católica, um pequeno templo budista, as casas bem características da aldeia, moradores a venderem algum artesanato, … Quando se entra mesmo na aldeia, o sossego da cultura chinesa volta a tomar conta do ambiente e os detalhes desta vida tomam contam dos nossos olhares. É isso que mostram as fotos.

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Fazendo os egg puffs

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Muitas bicicletas circulam na aldeia

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Em detalhe

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casas (algumas não permitiam fotos)
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E até duplex

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um pequeno templo

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mercado improvisado na rua

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Uma pescadora

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E um filme que fiz… Espero que gostem. 🙂

A história em Hong Kong ainda não acabou! 😉

 

 

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7º dia: Po Lin Monastery

Após estar bem junto ao Big Buddha descemos a escadaria para conhecer o Mosteiro Po Lin.

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O seu nome inicial era The Big Hut, quando foi fundado em 1906 por três monges. Só em 1924 é que passou a ser denominado Po Lin, que significa Lótus Precioso.
A área do mosteiro contempla o templo, um restaurante vegetariano, uma casa de lanches rápidos, as casas dos monges, muitos queimadores de incenso e algumas lojinhas onde você pode comprar incenso de todos os tamanhos.

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No templo há três estátuas de Buda que representam o passado, o presente e o futuro. E, mais uma vez, não vi nenhum monge.

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Fiquei um bom tempo sentada a aproveitar toda a paz que aquele local transmitia.

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Depois fomos almoçar ao restaurante vegetariano. Para 4 pessoas havia dois menus (ementas). General Meal 4 person set: – soup of the day, – deep fried spring rolls, – sauté mixed capsicum, celerim and firm tofu, – stewed black mushroom with pouched seasonal vegetable, – steamed bean curd, corn kernel, green pea, diced carrot in light chili sauce, – braised assorted vegetable with button mushroom and fungus, – steamed rice. A outra possibilidade para 4 pessoas era: – pumpkin soup, – deep fried Spring rolls, – aspargus with mix mushroom  & cashew nut, – black mushroom w/vegetable, – deep fried bean curd sheet with lemon sauce, – fresh lotus with potato paste, – steam rice. Nós optamos por esta última combinação que é ligeiramente mais cara. Lembrando que comer com os nativos é sempre mais original e em conta. A verdade é que foi muita comida para 4 pessoas, mas isso não aconteceu só connosco. 😊

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dentro do restaurante

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À seguir mais fotos do complexo do Big Buddha quando nos caminhamos para pegar o bus que nos levaria à próxima atração do dia. E um filme! 😉

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Até a próxima atração deste 7º dia!

7º dia: Tian Tan Buddha, Big Buddha – HK

Depois de nos divertir bastante no teleférico Ngong Ping 360, que falei no post anterior, fomos conhecer o Tian Tan Buddha, o Big Buddha. Ele fica em Lantau, Hong Kong, e é uma enorme estátua de bronze que simboliza a relação harmoniosa entre o homem e a natureza, as pessoas e a religião.

Além de ser uma atração turística, é o principal centro de budismo de Hong Kong junto com o Monastério Po Lin, que falarei em próximo post.

A visita é gratuita, mas a visita a um pequeno museu que se encontra no alto, por baixo da estátua, é pago. Nós não visitamos o museu, aliás não vi muito interesse das pessoas em visitá-lo. E, ainda tínhamos 2 atrações para conhecer neste 7º dia em Hong Kong.

O Big Buddha foi erguido em 1993 com seus 34 m de altura. Desta vez, não contei os degraus, porque eu estava encantada com a grandeza da estátua, com a natureza à volta, com a emoção das pessoas, … mas eu li em algum lugar que são 268 degraus. Há um caminho ao lado para pessoas que não possam subir os degraus. Lá em cima há uma bela vista da natureza, pois Hong Kong não é apenas prédios.

As pessoas prestam sua homenagem não apenas lá em cima junto ao Big Buddha, mas também lá embaixo, onde há um espaço que penso ter algum significado especial. Observei que há um conjunto de 3 degraus, num total de 9 degraus, e penso que seja o número de Brahman (Deus).

Vamos ver em imagens e vídeo. Vem comigo!;)

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A benção do Big Buddha

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Untitled

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As montanhas e o Monastério Po Lin
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Vista por trás do Big Buddha
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Estátuas que estão na base, ao lado do Big Buddha
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Será um guia?
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Um pórtico em direção ao Monastério Po Lin
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Os 9 degraus de que falei

E o filme:

Até a continuação deste 7º dia em Hong Kong! 😉

 

7º dia: Ngong Ping 360, Hong Kong

O 7º dia amanheceu frio e cinzento, mas nada que tirasse o nosso ânimo. Estavam reservadas 3 atrações para este dia, sendo assim ficará melhor escrever sobre este dia por partes.
Começo a falar da primeira atração do dia, o Ngong Ping 360.
Chegamos a meio da manhã ao Cable Car Lower Terminus. Antes passamos por um grupo de pessoas a praticarem Falun Dafa. Para tirar a foto da tenda de promoção que organizaram foi preciso eu ir para a rua me posicionar e, do nada, surgiu um bus que eu não percebi, pois a sua buzina parecia mais ser de uma bicicleta. 😊 Um susto!
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Os bilhetes para o teleférico que o levará até ao complexo do Big Buddha pode ser comprado aqui: https://www.np360.com.hk/en/buy-book/pricing-and-packages/ Tivemos sorte e não encontramos filas. Já tínhamos comprado os bilhetes através do website e optamos pelo chão transparente da cabina(e), que é um pouco mais caro. É uma vez na vida, então aproveitar. Imaginem a gritaria! 😊 Cada vez que um grupo desocupa uma cabina(e), então é feita uma limpeza. Aliás, encontrei em Hong Kong muito cuidado com a limpeza.
Há quem faça o percurso até ao Big Buddha à pé, mas isso seria uma aventura de imenso esforço físico para nós, ainda mais depois de no dia anterior ter andado na floresta (6ºdia). Além de que resultaria em muito tempo para o deslocamento. Também é possível chegar ao Big Buddha de bus. Bem, foi divertido ir através do teleférico. Seguem as imagens, inclusive do caminho alternativo, ou seja, à pé.

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onde o passeio começa

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a gritaria ao olhar para o chão da cabina(e) 🙂

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imagem do caminho alternativo

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Ao chegar ao fim do passeio no teleférico, que até durou um bom tempo. Somos recebidos com foto promocional do momento que você pode comprar ou não. E, no mesmo local há vendas de souvenirs. Mais adiante, você encontrará muitas outras lojas para compras de souvenirs e não só. Um ambiente com aspecto que lembra a Disneylândia e parques temáticos. Enfim, para o gosto de alguns turistas. Eu consegui tirar algumas poucas fotos das lojas para o blog, porque na grande maioria delas eram proibidas as fotos, e até mesmo numa tenda simples de comida ao ar livre não foi permitida. Motivo? Não sei. Seguem fotos e um filme. No próximo post sobre este 7º dia em Hong Kong falarei sobre a visita ao Big Buddha dentro deste complexo que envolve também o Ngong Ping 360.

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o ambiente ao terminar o percurso do teleférico
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Já se avista o Big Buddha

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E o filme até esta parte do passeio:

 

Até a continuação deste 7º dia em Hong Kong! 😉

 

 

A vida no céu, o livro

Quando faço viagens de avião levo sempre um livro como companhia, e isso ajuda-me a passar o tempo de tensão. Para a viagem à Hong Kong, a escolha foi uma sugestão da Carina, do blog Condownloadtador D’Estórias. Mais do que uma blogueira, a Carina(portuguesa) é uma amiga virtual especial que mora na Bélgica, como eu, mas que ainda não nos conhecemos.

O livro foi: “A vida no céu”, de José Eduardo Agualusa. Este escritor angolano tem ascendência portuguesa e brasileira. Fiquei logo curiosa no que resultaria essa mistura do mundo lusófono.

Essa multiculturalidade revelou a estória de um novo mundo, ou melhor, numa nova forma de viver depois que a Terra sofreu um dilúvio, e assim o livro é como uma fábula, e torna-se de fácil leitura para qualquer geração. Aliás, o autor informa logo à entrada: Romance para jovens e outros sonhadores.

A estória conta a vida entre zepelins com nomes de cidades conhecidas de todos nós, por exemplo, sobre a cidade flutuante de Paris. E a estória é conduzida pelo personagem Carlos, e ao longo dos capítulos vão surgindo novas personagens. E é justo sobre os personagens que fica a minha única crítica. Na minha opinião faltou mais desenvolvimento das personagens, mas nada que desqualifica esta obra.

O objetivo de encontrar um pedaço de terra que só os habitantes mais velhos ainda conseguem recordar é o que motiva as personagens. As desigualdades continuam no céu apesar da nova vida. O dilúvio não foi capaz de fazer surgir alguma harmonia.

Em cada abertura de capítulo o Agualusa fazia uma citação. E eram como “cerejas sobre o bolo”. E, como o autor disse “é um brevíssimo dicionário filosófico do mundo flutuante para uso de nefelibatas amadores”. E assim, conheci a definição para céu, viagem, noite, terra, magia, mar, voar, identidade, sonhar, nuvens, esperança, vida, epifania, luz e liberdade.

A definição que mais tocou-me foi viagem: “todo movimento de aproximação de uma pessoa a outra. Movimentos de fuga não são viagens”.

Já quase no fim do livro encontrei minha frase preferida: “O homem é o seu próprio paraíso e o seu próprio inferno”.

E o livro termina com a seguinte frase: “O melhor da viagem é o sonho”.

Até o seguimento da viagem à Hong Kong! 😉

O miau

6º dia: Tai Mo Shan Waterfalls Hike, HK

Cheguei ao 6º dia e foi um dia fantástico! Eu amo estar na natureza. Foi um grande desafio pessoal entrar na floresta asiática em New Territories, Hong Kong, vencer medos, superar o esforço físico, o calor, e chegar até a última cachoeira. Eu consegui!

Saímos cedo do hotel e fomos ao encontro do guia, conforme combinado, na 7-Eleven, saída A da estação MTR Tai Wo. Enquanto, estivemos à espera observei novos avisos de multa: proibido fumar e comer ou beber. Ele foi quase pontual, afinal era um escocês. 😊 E, acima de tudo correto, simpático e paciente durante o percurso! 😊 Vocês podem saber mais em: https://www.klook.com/activity/1270-tai-mo-shan-waterfalls-hike-hong-kong/

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Ele levou-nos em seu carro até o estacionamento próximo da trilha. O início da trilha é em cimento e há corrimão de apoio. Lembram-se dos posts sobre o 5º dia? Eu fiquei de explicar como descobrimos que o 5º dia era uma espécie de dia de finados. Foi o guia que nos explicou e mostrou vários túmulos que haviam sido arranjados no dia anterior.
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O Tai Mo Shan tem 957m de elevação. A trilha em cimento vai até a um templo budista, e que não foi permitida a visita. Antes há umas casas de pessoas que trabalham no templo e tirei uma foto da agricultura deles. Seguimos a caminhada. Foi quando comecei a derreter, e comecei a sentir uns pingos de chuva, imaginando que seria a minha salvação. Engano! Não senti mosquitos em toda a caminhada. O guia falava mais a frente de alguns animais exóticos, mas eu sentia tanto calor, tanto cansaço, que eu nem medo tinha. 😊 Eu segurava-me em tudo que era possível. Nem me lembrava de estar uma possível cobra ou centopeia. Eu queria era chegar na primeira cachoeira. Com o decorrer da caminhada avistamos outros corajosos, todos jovens. Ao chegar na última cachoeira encontramos uma família asiática que estava a fazer um pic nic. O pai disse que “comer” era o incentivo para os filhos subirem até aquele ponto. 😊 Foi super!

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agricultura para o templo

 

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templo
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templo, não foi possível avançar
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o templo que não foi possível se aproximar

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avistando a cachoeira mais elevada

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Aqui está ela, a preciosa 🙂

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Se pensam que a descida foi fácil… não foi. 😊 Parecia que nunca chegávamos  ao templo, por exemplo. E, eu ainda levei uma queda suave. No meu blog já falei que sou boa para cair, se é que isso é possível. Eu não brigo com a queda, eu rendo-me e tento fazer com que o estrago seja o mínimo possível. Assim, o que seria um bom tombo, tornou-se uma escorregadela e caindo sentada. Todos chegaram ao carro e eu fui a última, mas cheguei. Comemorações entre todos! Dentro do carro, eu não conseguia falar. Eu estava super cansada, mas imensamente satisfeita e feliz.

Seguimos para o hotel. E, sim, ainda tivemos forças para ir à Hong Kong e comer um delicioso ganso lacado no conhecido Kam’s Roast Goose, com espera de quase 2 horas no exterior. Já passei esperas mais longas para comer. 😊 Não tive dúvidas, coloquei um papel no chão e sentei-me. Logo apareceram seguidores.:) Avistei um bus com bandeira do Brasil. Até que chegou a nossa vez.

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Hong Kong

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Kam’s Roast Goose

 

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Um filme deste dia inesquecível para mim na floresta asiática: Vem comigo!

 

Até ao próximo dia de viagem em Hong Kong! Sim, ainda não acabou. Loolll

5º dia: … em Kowloon

Continuando sobre o 5º dia… Após a visita ao Nan Lian Garden fomos tentar almoçar, mas sem sucesso. O shopping ao lado com muitos restaurantes, mas todos lotados e alguns mesmo com filas. No dia seguinte foi que percebemos que se tratava de um de feriado, uma espécie de dia de finados, mas como todo o comércio estava aberto, não nos apercebemos disso. Assim, decidimos retornar para a região do hotel pensando que íamos ter mais sorte.

Foi neste retorno à base que nos chamou a atenção a riqueza da pastelaria e confecção de pão por parte dos chineses. Em Abril, eu estava fazendo ainda um curso de pastelaria, e as imagens abaixo deu-me muita inspiração.
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Passamos também por um mercado de flores. E, estavam muitas pessoas a comprarem. Sim, tínhamos passado por ali antes, mas não estava com tanto movimento, e assim nem percebi que se tratava de um mercado.

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Até que, finalmente, chegamos no restaurante que havíamos escolhido para comer dim sum. E não é, que o restaurante também estava com fila!! :)) Começamos a desconfiar que algo estava a se passar e estávamos completamente por fora do assunto. Como eu disse, no 6º dia de viagem é que ficamos a saber o motivo, e vou explicar como é que descobrimos que era dia de finados.

Fomos à procura de outro restaurante dim sum. Como já falei em outro post, usamos a linguagem universal da mímica. Os chineses, sabendo que somos estrangeiros, trazem um menu especial com imagens e nome da carne que contém o prato. Os pratos sempre serviços com chá verde sem açúcar. Eu gosto de chá, mas sem pelo menos um adoçante é complicado. Rsrsrs Ok, embarquei no costume local, e sabe que até gostei! Essa situação fez-me lembrar uma cena de minha infância quando os meus pais, em visita a uma cidade, foram convidados a se hospedarem em casa de pessoas conhecidas sem saberem que eram seguidores da alimentação macrobiótica. Rsrsrs Graças a minha forma de ser, só eu não passei fome. Rsrsrs

Eu provei de tudo, apesar de com muita pena por serem bonitinhos e fofinhos.
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dim sum

 

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Rolos de arroz, acho eu. rsrsrs

Na retorno ao hotel passamos por uma ação coletiva de pintura de um muro com uma mensagem de conscientização pela paz.
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Já que gostamos de provar o dim sum, à noite repetimos e avançamos no pedido. Foi quando provei uma espécie de arroz com carne envolto numa flor de lotus. pela quantidade de pratos sentimos que houve algum engano ou de nossa parte ou do senhor que nos serviu. :))

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Não se preocupar. Depois entregam um menu para turistas. 🙂

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Ao lado direito era umas tripas que não gostei :))
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bolo de arroz e carne em volto em uma flor de lotus. Saboroso!

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O restaurante da noite

Até ao 6º dia desta viagem à Hong Kong!